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	<title>aposentados &#8211; Sinttel Piauí</title>
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	<description>Sinttel - Sindicato Trabalhadores Em Telecomunicações do Estado do Piauí</description>
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		<title>24 de janeiro é um dia para fortalecer a luta dos aposentados por dignidade e justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2025 13:13:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[FITRATELP]]></category>
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					<description><![CDATA[Todas as famílias brasileiras tiveram ou têm o privilégio de conviver com um aposentado ou aposentada por perto. Ser aposentado não é um privilégio, mas um direito conquistado depois de muitos anos de trabalho e dedicação no cumprimento das atividades profissionais. A sociedade brasileira não pode abrir mão desse bem tão precioso e imensurável que &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todas as famílias brasileiras tiveram ou têm o privilégio de conviver com um aposentado ou aposentada por perto.</p>
<p>Ser aposentado não é um privilégio, mas um direito conquistado depois de muitos anos de trabalho e dedicação no cumprimento das atividades profissionais.<br />
A sociedade brasileira não pode abrir mão desse bem tão precioso e imensurável que temos.</p>
<p>Os aposentados e aposentadas têm um acúmulo de conhecimento imprescindível para fortalecer a nossa democracia, a cultura, a economia, a política, bem como são referências para as gerações futuras.<br />
Temos que nos unir para combater o estigma de que o aposentado é um problema para o país. Não é um problema! Para combater esse pensamento perverso e discriminador, temos que reafirmar o quanto nossos aposentados e aposentadas contribuíram para o desenvolvimento social e econômico do Brasil.</p>
<p>Os aposentados do setor de telecomunicações são respeitados e valorizados pela FITRATELP e SINDICATOS filiados porque eles já cumpriram suas tarefas profissionais no mundo do trabalho e continuam participativos nas atividades sindicais. Reverenciar os companheiros e companheiras significa fortalecer e potencializar a nossa luta contra todos aqueles que negam os nossos direitos e praticam injustiças.<br />
A aposentadoria é um direito garantido na Constituição brasileira. Por isso, os aposentados e aposentadas são merecedores da atenção da sociedade e da proteção do Estado, para viverem com dignidade e qualidade de vida os anos que ainda restam.</p>
<p>PARABÉNS, COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS! A LUTA POR DIGNIDADE E JUSTIÇA CONTINUA!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fitratelp<br />
Federação Interestadual dos Trabalhadores e Pesquisadores em Serviços de Telecomunicações<br />
Sinttel Piauí<br />
Sindicato dos Trabalhadores Em Telecomunicacoes No Estado do <em>Piaui</em></p>
<p>Foto: Freepik</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Banqueiros escancaram cobiça pela Previdência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2019 16:46:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CUT]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[aposentados]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>
		<category><![CDATA[previdência]]></category>
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					<description><![CDATA[Declarações dos presidentes do Bradesco, Santander e Itaú – os três maiores bancos privados do país – reforçam as intenções do setor financeiro: acabar com o seu direito à aposentadoria pública]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Apenas nos três primeiros meses de 2019, os presidentes do Itaú, Bradesco e Santander – os três maiores bancos privados do país – reforçaram o lobby em defesa da reforma da Previdência.</p>
<p>Em janeiro, Sérgio Rial, presidente do Santander, afirmou que as novas regras para a aposentadoria devem contribuir para o crescimento sustentado do país nos próximos anos.</p>
<p>No mês seguinte o presidente do Itaú, Candido Bracher, ponderou que “a dimensão da reforma da Previdência está correta”.</p>
<p>Nesta semana foi a vez do presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, fazer sua defesa à Proposta de Emenda à Constituição (PEC):  “O governo precisa focar absolutamente essa reforma (&#8230;) A gente tem que lutar pelo projeto da forma como foi escrito.”</p>
<p>Não é difícil entender por que os banqueiros estão tão empenhados em defender mudanças na aposentadoria. A PEC 6/2019 prevê a adoção de um modelo individual de capitalização, a ser administrado por entidades privadas ou públicas (leia-se bancos), no qual cada trabalhador será responsável por administrar sua poupança individual, e sem aportes patronais.</p>
<p>As regras para esse novo regime não estão explicadas no texto enviado ao Congresso Nacional, e serão determinadas por meio de uma futura lei complementar.</p>
<p>Atualmente, a Previdência Social é financiada por contribuições do governo, empresas e trabalhadores. E as aposentadorias, pensões e benefícios de quem está fora do mercado de trabalho são pagas por quem está na ativa. Esse sistema é chamado de regime de repartição tripartite.</p>
<p>No regime de capitalização, cada trabalhador receberá de aposentadoria apenas aquilo que conseguiu poupar durante a vida.</p>
<p>Atualmente, quem contribuir 35 anos com o valor mínimo (R$ 79,84) receberá R$ 998 (valor do salário mínimo atual e o piso da aposentadoria pública). Em um regime de previdência privada, quem contribuir 35 anos com R$ 100 receberá R$ 234,45.</p>
<p>O Chile adotou o mesmo sistema de capitalização na década de 1980 e 80% dos aposentados recebem menos de um salário mínimo (US$ 424) de benefício, e quase metade (44%) está abaixo da linha da pobreza.</p>
<p>“O chamado modelo de capitalização deu muito errado no Chile, deixando milhares de velhinhos desamparados por lá, mas fez a alegria dos bancos que administram os fundos dos trabalhadores a taxas altíssimas. No Brasil, o setor financeiro também está ansioso para entrar nesse negócio que vai enriquecer seus cofres à medida que levará a miséria milhões em um futuro próximo se a nova previdência por aprovada”, alerta Neiva Ribeiro, secretária-geral do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.</p>
<p>Sérgio Rial, que comanda o Santander, se aposentou aos 58 anos. “Provavelmente deve ter se aposentado com uma previdência privada altíssima Se tiver se aposentado pelo regime geral, com teto de $ 5.839,45, esse valor não pagaria um almoço seu, mas garante uma vida confortável a um trabalhador comum para a maioria dos brasileiros. Não dá para comparar”, aponta Neiva.</p>
<p>A dirigente lembra que o presidente do Bradesco também deu seu incentivo à reforma da Previdência ao dizer que tem 55 anos e pode trabalhar tranquilamente por 40 anos. “Nenhum de nós, independentemente da categoria, duvida disso. O salário de um alto executivo está em torno de R$ 6,7 milhões por ano. E sua capitalização é incomparável com um assalariado comum, um servidor público, uma empregada doméstica”, afirma.</p>
<p>“Apesar de sermos bancários e torcermos para que a empresa para a qual trabalhamos dê lucro, temos que separar os interesses. Os banqueiros querem lucro a qualquer custo. Nós queremos nosso direito constitucional garantido, amparo na velhice, na invalidez e na perda da incapacidade para o trabalho. Queremos trabalho decente para poder contribuir também. Queremos uma reforma tributária que cobre mais de quem lucra mais e queremos uma auditoria da dívida pública que direciona 40% do Orçamento para pagamento de juros e amortização da dívida ao invés de investir no social”, afirma Neiva.</p>
<p>“Ou seja, nós, trabalhadores, queremos um projeto de sociedade diferente e precisamos lutar por isso. A nova reforma da Previdência do governo é sem dúvidas o assunto de maior interesse da população trabalhadora, informal, ou que está ingressando no mercado de trabalho, ou deveria ser. A proposta mexe com a estrutura de proteção social conquistada na Constituição de 1988, que coloca como obrigação do governo garantir saúde, aposentadoria e assistência social na doença, invalidez e viuvez, com contribuição de empregados, empregadores e impostos recolhidos do governo.”</p>
<p>Fonte: CUT</p>
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