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	<title>câmera &#8211; Sinttel Piauí</title>
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	<description>Sinttel - Sindicato Trabalhadores Em Telecomunicações do Estado do Piauí</description>
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		<title>Câmara aprova PL da Adultização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Aug 2025 18:10:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[câmera]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto do PL da Adultização, após ser votado pela Câmara, volta novamente para o Senado e, posteriormente, segue para a sanção do presidente da República Após longa discussão entre os deputados em sessão deliberativa extraordinária no Plenário, a Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira, 20, o Projeto de Lei (PL) 2628/22, conhecido por “PL &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Texto do PL da Adultização, após ser votado pela Câmara, volta novamente para o Senado e, posteriormente, segue para a sanção do presidente da República</p>
<p>Após longa discussão entre os deputados em sessão deliberativa extraordinária no Plenário, a Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira, 20, o Projeto de Lei (PL) 2628/22, conhecido por “PL da Adultização”. Durante votação, em meio às divergências políticas, deputados da oposição retiraram os destaques do texto para que o projeto fosse votado com celeridade. De autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), trata-se de um projeto de proteção de crianças e adolescentes na internet.</p>
<p>O texto já passou pelo Senado, e conta com contribuições do governo federal. A aprovação do PL 2628/22 na Câmara já era esperada; visto que, ontem, terça, 19, a Casa votou, em caráter de urgência, uma aprovação simbólica do texto. Essa aceleração para a votação do projeto ocorreu pelo próprio presidente da Câmara, o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), após o vídeo do influenciador Felca viralizar, com mais de 30 milhões de visualizações e virar a pauta mais comentada no Congresso na última semana. O relator do projeto na Câmara é o deputado Jadyel Alencar (Republicanos-PI).</p>
<p>O documento cria regras específicas de proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais, incluindo redes sociais, aplicativos, jogos e demais serviços tecnológicos. E obriga plataformas digitais a adotar mecanismos de controle, restringe publicidade direcionada e prevê multas de até R$ 50 milhões. Aceleração da votação na Casa ocorreu após o influenciador Felca denunciar exploração infantil e suspeição de pedofilia em conteúdos com crianças e adolescentes postados nas redes sociais.</p>
<p>O texto original sofreu 22 emendas no Senado; 15 delas na Comissão de Comunicação e Direito Digital, e as outras 7, da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania.</p>
<p>Na Câmara, ao todo, foram 17 emendas; realizadas até a noite desta segunda, 20, e lidas durante votação. Sobre as emendas contidas no PL e da possibilidade de regular as big techs a partir do atual texto, os deputados Marcelo Van Hattem (Novo-RS) e Kim Kataguiri (União-SP) divergiram sobre os valores de multas relatadas no texto, citando cifras mutuarias de R$ 50 milhões para as plataformas.</p>
<p>Agora, após ser votado pela Câmara, o documento volta novamente para o Senado e, depois, o Projeto de Lei será sancionado pelo presidente da República.</p>
<h3>PL da Adultização: Proteção de crianças e adolescentes</h3>
<p>Os provedores deverão criar mecanismos para a verificação da idade dos usuários. Outro mecanismo é a identificação da existência do supervisionamento dos conteúdos pelos responsáveis. Para além destes mecanismos, o PL também ratifica que os provedores de internet, as plataformas digitais devem notificar a existência de abuso sexual, com possibilidade de configurações nos algoritmos que melhor protejam dados pessoais e a privacidade das crianças e dos adolescentes.</p>
<p>Autor da proposta, Alessandro Vieira ressaltou que, entre as inovações do projeto, está a determinação de que “as aplicações, produtos e serviços considerem o melhor interesse de crianças e adolescentes desde a sua concepção, garantindo, por padrão, a configuração no modelo mais protetivo disponível em relação à privacidade e à proteção e privacidade de dados pessoais”.</p>
<h3>Orientação de bancadas:</h3>
<p>Os líderes dos partidos, governo e oposição, orientaram seus respectivos parlamentares a votarem favoráveis ao Projeto de Lei 2628/22. Durante votação, alguns líderes, como o deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), parabenizaram o senador Alessandro Vieira, autor da matéria, lembrando que este foi o projeto mais importante votado pela Casa. Não Houve nenhum partido que tenha orientado pela não aprovação. Apenas o deputado Kim Kataguiri votou contrário ao PL.</p>
<p>Fonte: https://telesintese.com.br/camara-aprova-pl-da-adultizacao<br />
Foto: Freepik Free</p>
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		<title>Projeto revoga punição a quem omite dados do empregado na carteira de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 11:50:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[câmera]]></category>
		<category><![CDATA[carteira de trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[O Projeto de Lei 1721/21 revoga o dispositivo legal que pune quem omite, na carteira de trabalho e previdência social ou na folha de pagamento, nome do segurado e seus dados pessoais, a remuneração, a vigência do contrato de trabalho ou de prestação de serviços. Em análise na Câmara dos Deputados, o texto altera o Código &#8230;]]></description>
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<p>O Projeto de Lei 1721/21 revoga o dispositivo legal que pune quem omite, na carteira de trabalho e previdência social ou na folha de pagamento, nome do segurado e seus dados pessoais, a remuneração, a vigência do contrato de trabalho ou de prestação de serviços.</p>



<p>Em análise na Câmara dos Deputados, o texto altera o Código Penal, que hoje pune a conduta com reclusão de dois a seis anos, e multa.</p>



<p>Autor da proposta, o deputado licenciado Carlos Bezerra (MDB-MT) considera que o legislador foi &#8220;extremamente rígido&#8221; ao fixar a pena.</p>



<p>&#8220;Verifica-se que houve uma ânsia punitiva no dispositivo do Código Penal, que vai de encontro a moderna doutrina de garantia dos direitos dos trabalhadores&#8221;, diz o parlamentar. &#8220;Há uma tendência internacional de se estruturar melhor a legislação trabalhista, para que o negociado se sobreponha ao legislado, em favor de se reduzir a rotatividade de mão de obra e aumentar o emprego formal.&#8221;</p>



<p><strong>Tramitação</strong><br>A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e pelo Plenário.</p>



<p>Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>
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		<title>Câmara fica mais conservadora, apesar da maior renovação dos últimos 24 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2018 19:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[câmera]]></category>
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					<description><![CDATA[Dos eleitos, 274 são nomes novos, o que representa 53,4%. Apesar do sentido da palavra renovar ser melhorar, não foi bem isso o que aconteceu. São novos nomes com ideias velhas e retrógradas]]></description>
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<p>A onda fascista liderada por Jair Bolsonaro (PSL), que defende a Ditadura Militar (1964-1985), a pena de morte e o porte de armas para a população, elegeu o Congresso mais conservador das últimas três décadas. A Câmara dos Deputados, embora tenha 53,4% de sua composição composta por novos parlamentares, conviverá com pautas mais conservadoras, sobretudo devido a grande votação recebida por candidatos do PSL,<strong> </strong>que esperava eleger no máximo 30 deputados e acabou elegendo 52.</p>
<p>Essa é a maior renovação dos últimos 24 anos, segundo o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Uma alteração expressiva como essa só foi observada anteriormente nas eleições de 1990 e 1994.</p>
<p>Para o diretor do Diap, o cientista político Antonio Augusto de Queiroz, o Toninho, a mudança foi maior do que a esperada. &#8220;Foi um resultado que superou nossas expectativas, pois em todos os outros anos, depois de 1994, a mudança dos quadros ficou abaixo dos 50%&#8221;, afirmou em entrevista à jornalista Hylda Cavalcanti, da <em>Rede Brasil Atual</em>.</p>
<p>Do total de parlamentares eleitos nesse domingo (7), 274 são novos nomes, que serão empossados na Câmara pela primeira vez em janeiro de 2019, e 239 foram reeleitos. Em 2014, o percentual de renovação foi de 46,7% e, em 2010, de 44,25%.</p>
<p>De acordo com a avaliação do Diap, a tendência é de predomínio das chamadas &#8220;bancadas BBB&#8221;: a da bala (dos parlamentares que representam forças policiais e militares), do boi (os que integram o setor ruralista) e da bíblia (evangélicos).</p>
<p>Por outro lado, Toninho ressalta que a boa votação de deputados do PT ajudará a fazer o contraponto com essas forças. Ele alerta, porém, para a tendência de as bancadas conservadoras virem a atuar para negociar a aprovação e discussão de matérias de acordo com seus interesses de momento.</p>
<p><strong>Renovação no Senado também</strong></p>
<p>Já no Senado, a renovação foi ainda mais intensa. Dos 32 parlamentares que já exerciam mandatos e se candidataram, apenas oito conseguiram se reeleger. Ficaram de fora &#8220;caciques&#8221; como o próprio presidente da Casa, Eunício Oliveira (MDB-CE), o líder do governo no Congresso, Romero Jucá (MDB-RR), além de nomes &#8220;tradicionais&#8221;, como Cristóvam Buarque (PPS-DF), Roberto Requião (MDB-PR) e Magno Malta (PR-ES).</p>
<p><em>*Com informações Rede Brasil Atual</em></p>
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