<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>carteira de trabalho &#8211; Sinttel Piauí</title>
	<atom:link href="https://www.sinttelpiaui.org.br/tag/carteira-de-trabalho/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.sinttelpiaui.org.br</link>
	<description>Sinttel - Sindicato Trabalhadores Em Telecomunicações do Estado do Piauí</description>
	<lastBuildDate>Tue, 23 Jul 2024 13:51:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">98550016</site>	<item>
		<title>Entenda por que o regime CLT é mais vantajoso do que contrato PJ</title>
		<link>https://www.sinttelpiaui.org.br/entenda-por-que-o-regime-clt-e-mais-vantajoso-do-que-contrato-pj/</link>
					<comments>https://www.sinttelpiaui.org.br/entenda-por-que-o-regime-clt-e-mais-vantajoso-do-que-contrato-pj/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 13:51:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CUT]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[carteira de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[PJ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sinttelpiaui.org.br/?p=9067</guid>

					<description><![CDATA[Defensores da CLT e de contrato como Pessoa Jurídica abriram debate sobre qual sistema é mais vantajoso. Secretário da CUT explica por que carteira assinada é melhor para o trabalhador e a economia Um debate sobre se é melhor ter trabalho com registro em carteira ou ter um contrato como pessoa Jurídica (PJ) tomou conta &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Defensores da CLT e de contrato como Pessoa Jurídica abriram debate sobre qual sistema é mais vantajoso. Secretário da CUT explica por que carteira assinada é melhor para o trabalhador e a economia</em></p>
<p>Um debate sobre se é melhor ter trabalho com registro em carteira ou ter um contrato como pessoa Jurídica (PJ) tomou conta das redes sociais na última semana com usuários se posicionando pro e contra a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Veja abaixo.</p>
<p>Para a CUT não há dúvidas de que a CLT é muito mais vantajosa tanto para o trabalhador como para a economia do país. Um trabalhador celetista tem direitos como 13º salário, férias remuneradas, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), vales refeição, alimentação e de transporte, além de ter assegurada uma aposentadoria com a contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).</p>
<p>O regime CLT oferece além desses direitos uma segurança mínima de que anualmente na negociação coletiva entre os sindicatos da categoria profissional e os patrões o trabalhador terá reajustes salariais de acordo com a inflação e até maior, o que não acontece com os prestadores de serviços.</p>
<p>Para um trabalhador contratado como PJ ter o mesmo rendimento de um celetista ele deve ganhar no mínimo de 25% a 30% a mais para compensar o FGTS, INSS, 13º e férias. Os valores variam conforme a alíquota do imposto de renda e a contribuição ao INSS. Ao longo do ano o PJ vai ganhar menos do que o celetista. Além disso, apesar de não ser obrigatório no regime CLT é muito comum a empresa oferecer vales transporte, alimentação, refeição e seguro saúde, alguns até estendidos aos familiares.</p>
<p>Ocorre que muitos trabalhadores, principalmente os mais jovens, veem a CLT como uma forma de pagar impostos, sem fazer as contas do quanto ele é beneficiado com os direitos trabalhistas e, é isto que desmistifica o secretário de Administração e Finanças da CUT Nacional, Ariovaldo de Camargo.</p>
<p>O trabalhador precisa de um mínimo de proteção social que acaba sendo da ordem da relação do capital e o trabalho regulado, entre a empresa e o sindicato que organiza esse trabalhador. E a outra vantagem é que a relação no que diz respeito aos direitos desse trabalhador é tratada entre o sindicato e o patrão e não de forma individual onde o trabalhador sempre é a parte mais frágil do processo de negociação”, diz Ariovaldo.</p>
<p>Segundo ele, este é um debate que estamos vendo principalmente com trabalhadores em aplicativos que têm uma certa resistência a ter esses benefícios, sob uma falsa segurança do que eles são microempresários que  trabalham individualmente.</p>
<p><strong>“</strong>Nós estamos falando de uma relação de muita vulnerabilidade por parte do trabalhador em que ele está com uma relação precária de trabalho, portanto, não é uma relação de emprego através de um regime de contrato de trabalho com todos os artigos da CLT que protegem o trabalhador”, afirma Ariovaldo.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>A vantagem da pejotização é só da empresa, o trabalhador é um precarizado, um desempregado prestando serviço pra alguém</p>
<footer>&#8211; Ariovaldo de Camargo</footer>
</blockquote>
<p>“Existem inúmeras vantagens para o celetista e mesmo a cobrança do imposto de renda vem para o PJ, o que ele normalmente esquece de pagar”, complementa.</p>
<p>Ariovaldo descreve algumas das vantagens do celetista, entre elas o FGTS e o seguro-desemprego e o auxílio doença.</p>
<p>“Se você for demitido depois de um determinado período você tem o Fundo de Garantia, coisa que a pessoa da jurídica não tem. Quando o trabalhador ficar desempregado ele tem pelo menos alguns meses de um benefício que é o auxílio desemprego e o auxílio doença, caso adoeça ou sofra um acidente. Portanto, essa garantia de que não vai haver interrupção nos seus vencimentos, o PJ não tem”, afirma</p>
<p>As férias remuneradas, o FGTS e a previdência social também são destacadas pelo dirigente da CUT como grandes benefícios. No caso da personalidade jurídica também as férias remuneradas não estão garantidas, se não estiver em contrato.</p>
<p>“Uma das coisas mais importantes é o caixa da Previdência que, fortalecido, garante a aposentadoria dos atuais aposentados e dos futuros aposentados e essa questão previdenciária é muito mais delicada no momento em que tem gente falando que há necessidade de fazer uma nova reforma previdenciária, porque o déficit é muito grande. Esse déficit só é muito grande porque nós temos quase metade dos trabalhadores em atividade que não está com contrato de trabalho via CLT, ou seja, não está contribuindo com o regime geral da previdência”, diz.</p>
<p>O dirigente, no entanto, ressalta que o déficit da previdência é uma falácia, mas ainda assim é necessário um debate mais qualificado, difícil de ser feito em pouco tempo, porém se há essa diferença, a contribuição de mais gente diminuiria esse suposto déficit.</p>
<p>“Nós teríamos uma segurança de que não precisamos de uma reforma para retirar mais direitos dos trabalhadores do que as últimas reformas já tiraram e ainda teríamos a garantia de sustentabilidade desse que é sem sombra de dúvida a maior distribuição de renda que nós temos no Brasil e que muitos municípios, inclusive, vivem da renda dos trabalhadores que estão aposentados. A aposentadoria move a economia de pequenos municípios, principalmente nas regiões norte e nordeste. Então esta é uma segurança para o país. Não é só uma questão de segurança da relação entre o trabalhador e a empresa”, afirma Ariovaldo.</p>
<p>No caso do FGTS, o trabalhador pode sacar para comprar a casa própria com juros mais baratos. Até mesmo as camadas mais vulneráveis da sociedade são beneficiadas pelo FGTS com o programa Minha Casa, Minha Vida. Tudo isso gera emprego e renda para outros trabalhadores e aquece a economia.</p>
<p><strong>Experiência de trabalhadora pejotizada</strong></p>
<p>Marta, nome fictício, de 56 anos, divorciada e mãe de dois filhos, está sobrevivendo de “bicos” desde que perdeu o emprego de editora de livros didáticos em 2021. Seu salário era de R$ 12 mil ao mês e recebia todos os direitos trabalhistas como 13º, férias remuneradas, vales refeição e alimentação e os depósitos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e da aposentadoria pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), entre outros direitos.</p>
<p>Hoje seus ganhos mensais variam de R$ 3 mil a R$ 8 mil e as chances de voltar a ter carteira de trabalho assinada é cada vez mais remota, porque para as empresas é mais vantajoso que o trabalhador tenha um contrato como PJ, com poucos ou nenhum direito, nem mesmo as férias remuneradas quando a empresa não paga pelos dias de descanso.</p>
<p>“A minha vida financeira se tornou muito instável e eu sinto falta de ter estabilidade, poder ter certeza que no final do mês eu pagarei todas as contas e posso planejar o futuro. Mas, em alguns meses eu não tenho, sequer, rendimento suficiente para as despesas e tenho de recorrer à minha poupança, as minhas economias de muitos anos de trabalho”, conta Marta.</p>
<p>Para ela o discurso que alguns usuários de redes sociais têm feito em favor da pejotização é uma grande ilusão.</p>
<p>“ Você vive numa situação absolutamente precária e precisa fazer uma “poupança” caso perca o emprego. É uma lógica defendida pelas empresas. Eu, por exemplo, cheguei a fazer frilas por valores bem abaixo do meu salário na própria empresa em que trabalhava com carteira assinada. Hoje a preocupação é com a rapidez da entrega do trabalho e não com a sua qualidade. Então sai mais barato para a empresa um contrato de PJ seja por um tempo indeterminado ou temporário”, desabafa Marta.</p>
<p><strong>Etarismo</strong></p>
<p>A editora diz que é preciso alertar os jovens sobre a ilusão de que não ter carteira assinada dá autonomia e horários flexíveis. Segundo ela, esses jovens não pensam no amanhã, na aposentadoria que ficará cada vez mais difícil de ser conquistada, por falta de oportunidades no mercado de trabalho para pessoas acima de 50 anos. Pela legislação atual, mulheres se aposentam aos 62 anos com um mínimo de contribuição de 15 anos e homens aos 65 anos com 20 anos de contribuição.</p>
<p>“Eu tenho de pagar o INSS do meu próprio bolso e por ter mais de 50 anos venho sofrendo com o etarismo. As empresas não querem contratar quem tenha experiência porque sabem que vão ter de pagar mais por uma profissional que vai entregar um bom trabalho, que não vai se submeter a horas exaustivas por um baixo valor. Por outro lado, tem empresa que acha que após uma certa idade você não tem competência para lidar com tecnologia, com novas ferramentas de internet, achando que apenas os jovens dominam. Só que a idade chega para todo mundo. Por isso que digo que o trabalho como PJ é uma ilusão se você não ganhar o suficiente para ter uma boa poupança e pagar pelo INSS”, avalia Marta.</p>
<p>A editora de livros entende que os jovens profissionais que estão sendo pejotizados estão comprometendo não apenas o próprio futuro como as gerações anteriores que não recebem oportunidades de trabalho por serem considerados caros para as empresas.</p>
<p>“É preciso que o jovem se imponha mais na busca por seus direitos e por salários decentes porque essa pejotização também vai prejudica-los logo mais adiante”, afirma.</p>
<p><strong>O debate nas redes sociais</strong></p>
<p>Ainda não se sabe se foi de forma espontânea ou não, o fato é que o debate sobre CLT e PJ tomou conta das redes sociais na última semana. Até mesmo celebridades como o ex-BBB e economista Gil do Vigor, defendeu o regime CLT, enquanto trabalhadores pejotizados reclamaram de não ter direitos garantidos na CLT.</p>
<p>Fonte: cut.org.br</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sinttelpiaui.org.br/entenda-por-que-o-regime-clt-e-mais-vantajoso-do-que-contrato-pj/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">9067</post-id>	</item>
		<item>
		<title>MP Disciplina trabalho híbrido para quem tem carteira assinada</title>
		<link>https://www.sinttelpiaui.org.br/mp-disciplina-trabalho-hibrido-para-quem-tem-carteira-assinada/</link>
					<comments>https://www.sinttelpiaui.org.br/mp-disciplina-trabalho-hibrido-para-quem-tem-carteira-assinada/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2022 14:13:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[carteira de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sinttelpiaui.org.br/?p=8203</guid>

					<description><![CDATA[Medida provisória pretende dar maior segurança jurídica a esse modelo de trabalho e definir critérios para uso do auxílio-alimentação O governo editou na última sexta-feira (25) medida provisória disciplinando o trabalho híbrido (presencial e remoto), a fim de dar maior segurança jurídica a esse tipo de relação trabalhista, e endurecendo os critérios de concessão do &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Medida provisória pretende dar maior segurança jurídica a esse modelo de trabalho e definir critérios para uso do auxílio-alimentação</em></p>
<p>O governo editou na última sexta-feira (25) medida provisória disciplinando o trabalho híbrido (presencial e remoto), a fim de dar maior segurança jurídica a esse tipo de relação trabalhista, e endurecendo os critérios de concessão do auxílio-alimentação, para evitar o desvirtuamento desse tipo de programa.</p>
<p>A MP 1.108, publicada no <em>Diário Oficial da União</em> desta segunda-feira (28), altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), especialmente no capítulo II-A, referente ao teletrabalho, incluído pela reforma trabalhista de 2017 (Lei nº 13.467). Define teletrabalho ou trabalho remoto como &#8220;a prestação de serviços fora das dependências do empregador, de maneira preponderante ou não&#8221;, e explicita que &#8220;o comparecimento, ainda que de modo habitual, às dependências do empregador (&#8230;) não descaracteriza o regime de teletrabalho ou trabalho remoto&#8221;, o que propicia o sistema híbrido.</p>
<p>Entre outros dispositivos da MP, estão o que distingue o trabalho remoto de telemarketing ou teleatendimento; o que autoriza o teletrabalho de estagiários e aprendizes; e o que permite acordo individual entre empregado e empregador sobre os horários e a forma de se comunicarem, &#8220;desde que assegurados os repousos legais&#8221;.</p>
<p>O texto dispõe ainda que, caso o empregado opte pelo teletrabalho em outra cidade, não poderá cobrar do empregador eventuais despesas de mudança em caso de retorno ao trabalho presencial. Ao alocar vagas de teletrabalho, o empregador deverá priorizar os empregados ou empregadas com deficiência e aqueles com filhos ou criança sob guarda judicial até quatro anos de idade.</p>
<h3><strong>Auxílio-alimentação</strong></h3>
<p>A MP 1.108 também estabelece que o auxílio-alimentação deverá ser utilizado &#8220;exclusivamente para o pagamento de refeições em restaurantes e estabelecimentos similares ou para a aquisição de gêneros alimentícios em estabelecimentos comerciais&#8221;. Nos últimos anos, por uma brecha na legislação, vem aumentando o número de empresas contratadas para fornecer outros serviços, como assinatura de TV a cabo, a título de despesas com auxílio-alimentação.</p>
<p>A MP também proíbe, em contratos futuros de empresas com fornecedores de auxílio-alimentação, a chamada &#8220;taxa negativa&#8221;, em que a empresa fornecedora oferece desconto à empresa contratante para obter o contrato. Esse desconto é compensado cobrando-se taxas mais altas dos restaurantes e supermercados nos pagamentos com auxílio-alimentação, o que por sua vez leva esses estabelecimentos a repassar esse custo no preço final para o consumidor. A expectativa do governo é que ocorra queda no preço de refeições e alimentos.</p>
<p>O desvio da finalidade sujeita o empregador ou a empresa emissora de auxílio-alimentação a multa entre R$ 5 mil e R$ 50 mil, aplicada em dobro em caso de reincidência ou embaraço à fiscalização.</p>
<h3><strong>Prazos</strong></h3>
<p>O prazo inicial de vigência da MP é 26 de maio, prorrogável automaticamente por mais 60 dias caso a votação não tenha sido concluída nas duas Casas do Congresso Nacional. Se não for votada em até 45 dias, entra em regime de urgência, trancando a pauta da Casa em que se encontrar (Câmara ou Senado).</p>
<p>Fonte: Agência Senado</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sinttelpiaui.org.br/mp-disciplina-trabalho-hibrido-para-quem-tem-carteira-assinada/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">8203</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Projeto revoga punição a quem omite dados do empregado na carteira de trabalho</title>
		<link>https://www.sinttelpiaui.org.br/projeto-revoga-punicao-a-quem-omite-dados-do-empregado-na-carteira-de-trabalho/</link>
					<comments>https://www.sinttelpiaui.org.br/projeto-revoga-punicao-a-quem-omite-dados-do-empregado-na-carteira-de-trabalho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Aug 2021 11:50:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[câmera]]></category>
		<category><![CDATA[carteira de trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sinttelpiaui.org.br/?p=7455</guid>

					<description><![CDATA[O Projeto de Lei 1721/21 revoga o dispositivo legal que pune quem omite, na carteira de trabalho e previdência social ou na folha de pagamento, nome do segurado e seus dados pessoais, a remuneração, a vigência do contrato de trabalho ou de prestação de serviços. Em análise na Câmara dos Deputados, o texto altera o Código &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Projeto de Lei 1721/21 revoga o dispositivo legal que pune quem omite, na carteira de trabalho e previdência social ou na folha de pagamento, nome do segurado e seus dados pessoais, a remuneração, a vigência do contrato de trabalho ou de prestação de serviços.</p>



<p>Em análise na Câmara dos Deputados, o texto altera o Código Penal, que hoje pune a conduta com reclusão de dois a seis anos, e multa.</p>



<p>Autor da proposta, o deputado licenciado Carlos Bezerra (MDB-MT) considera que o legislador foi &#8220;extremamente rígido&#8221; ao fixar a pena.</p>



<p>&#8220;Verifica-se que houve uma ânsia punitiva no dispositivo do Código Penal, que vai de encontro a moderna doutrina de garantia dos direitos dos trabalhadores&#8221;, diz o parlamentar. &#8220;Há uma tendência internacional de se estruturar melhor a legislação trabalhista, para que o negociado se sobreponha ao legislado, em favor de se reduzir a rotatividade de mão de obra e aumentar o emprego formal.&#8221;</p>



<p><strong>Tramitação</strong><br>A proposta será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e pelo Plenário.</p>



<p>Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sinttelpiaui.org.br/projeto-revoga-punicao-a-quem-omite-dados-do-empregado-na-carteira-de-trabalho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">7455</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Governos do PT provaram que investimentos públicos geram empregos de qualidade</title>
		<link>https://www.sinttelpiaui.org.br/governos-do-pt-provaram-que-investimentos-publicos-geram-empregos-de-qualidade/</link>
					<comments>https://www.sinttelpiaui.org.br/governos-do-pt-provaram-que-investimentos-publicos-geram-empregos-de-qualidade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2018 17:42:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CUT]]></category>
		<category><![CDATA[carteira de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhador]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://sinttelpiaui1.hospedagemdesites.ws/?p=3991</guid>

					<description><![CDATA[Especialistas apontam o acerto do governo Lula, quando foram criados 15 milhões de empregos, e que medidas de austeridade como a PEC do Teto só pioram a economia do país e a vida do trabalhador]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos três anos, o mercado de trabalho brasileiro retrocedeu aos anos 1990, época do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, quando se falava até que o emprego formal estava em extinção, tese que o ex-presidente Lula derrotou ao assumir, em 2003, e gerar 15 milhões de empregos em oito anos de governo.</p>
<p>Desde o golpe de 2016, milhares de trabalhadores e trabalhadoras do país vivenciaram o drama do desemprego, subemprego e do emprego precário. Em agosto, segundo o IBGE, a força de trabalho subutilizada ficou em 24,6%, o que significa que falta trabalho para 27,6 milhões de brasileiros. Deste total, 12,9 milhões estão desempregados, 6,6 subocupados – pessoas que trabalham menos de 40 horas por semana, mas gostariam de trabalhar mais – e 8,1 milhões poderiam trabalhar mais, mas não trabalham (força de trabalho potencial). Este último grupo inclui os 4,8 milhões de desalentados (pessoas que desistiram de procurar emprego).</p>
<p>A saída encontrada pelo golpista e ilegítimo Michel Temer (MDB-SP) para resolver o problema do desemprego e da estagnação econômica foi mandar sua base aliada aprovar medidas como a reforma Trabalhista, que acabou com 100 itens da CLT, e o congelamento de gastos por 20 anos, em especial nas áreas da saúde e da educação.</p>
<p>A falsa tese de que o trabalho formal estava em extinção e era preciso ‘modernizar’ as relações de trabalho, o que para eles é tirar direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, voltou com força junto com o golpe de estado de 2016.</p>
<p>As duas medidas são equivocadas e contribuem para mais desemprego, menos arrecadação de impostos e piora na qualidade de vida da classe trabalhadora e dos brasileiros mais pobres, afirmam especialistas da área.</p>
<p>“A reforma Trabalhista aumentou a precarização das relações de trabalho, o trabalhador ganha menos e, ganhando menos, gasta menos. O país arrecada menos impostos”, diz o economista Arthur Welle, pesquisador do Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica do Instituto de Economia da Unicamp</p>
<p>Já para Marcelo Manzano, a PEC do congelamento impede investimentos e congela gastos sociais fundamentais, contribuindo, também, para o aumento do desemprego e piora da vida do trabalhador e da trabalhadora.</p>
<p>“Ao limitar os gastos, Temer só deprime a economia. É um diagnóstico equivocado de uma política conservadora que vê gastos públicos apenas como despesa e não como elemento de impulsionamento da demanda, de consumo”, analisa Manzano que é consultor da Fundação Perseu Abramo.</p>
<p><strong>Governo Lula foi o que mais gerou empregos</strong></p>
<p>Foi com investimentos pesados em obras de infraestrutura e nas áreas de saúde e educação, entre outras, que o governo do ex-presidente Lula provou que é possível e viável gerar empregos formais e de qualidade, independentemente das crises econômicas internacionais.</p>
<p>O governo Lula foi o que mais criou empregos formais desde a redemocratização do país. Quando ele assumiu, em janeiro de 2003, o estoque de vagas formais era de 28,7 milhões. Já prestes a deixar o Palácio do Planalto, em dezembro de 2010, o estoque era de 44,1 milhões. Nesses oito anos, o saldo aumentou em 15.384.442 postos de trabalho, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho.</p>
<p>Já nos oito anos do governo FHC (1995-2002), o saldo de empregos foi menor: de 23,7 milhões para 28,7 milhões &#8211; um saldo positivo de aproximadamente 5 milhões.</p>
<p>O “milagre” do governo Lula para criar milhões de postos de trabalho se deve à decisão política de não prosseguir com uma política econômica neoliberal, e sim, valorizar o salário mínimo, realizar investimentos e reduzir taxas e juros dos bancos públicos, exatamente ao contrário do que ocorreu no governo FHC e agora ocorre com Temer.</p>
<p>Segundo os economistas Welle e Manzano, durante o governo Lula o aumento de investimentos, especialmente na construção civil, deu oportunidade para que empresas formalizassem seus CNPJs e gerassem empregos com carteira assinada. A valorização das estatais e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que ajudou na construção de escolas, hospitais e na transposição do Rio São Francisco, também foram responsáveis pelo aumento da geração de empregos.</p>
<p>Segundo eles, investir em programas sociais, na saúde e na educação gera empregos, seja de professores, médicos ou enfermeiros.</p>
<p>“A universalização do SUS permitiu a mudança de legislação, com um regime de contratação especial, para que o Estado priorizasse a compra de produtos, remédios e equipamentos no Brasil com valores que podiam ser até 25% maiores do que o mercado internacional”, conta Manzano.</p>
<p>Outro aspecto importante analisado pelos economistas para a geração de emprego e renda foi o papel que Lula deu as estatais, ao promover a compra de equipamentos de empresas brasileiras, a política de juros mais baixos dos bancos públicos e a valorização do salário mínimo, que foi o combustível para o crescimento do consumo das classes C, D e E.</p>
<p><strong>Governo Dilma também gerou empregos</strong></p>
<p>O emprego continuou crescendo no primeiro governo Dilma (2011-2014), que registrou saldo de 4,8 milhões. Começou a cair a partir de 2015. Ainda assim, uma comparação entre 2002 e 2015 mostra que o estoque de vagas formais,  passou de 22,8 milhões para 39,7 milhões, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.</p>
<p>Em dois anos, a maior parte sob Temer, o estoque de empregos formais caiu em quase 2 milhões: em dezembro do ano passado, era de 37,9 milhões. Apenas em 2017, o emprego formal ficou estável. O resultado da Rais ainda não foi divulgado.</p>
<div class="dd-m-display__line dd-m-display__line-energized dd-m-device--web"></div>
<p class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sinttelpiaui.org.br/governos-do-pt-provaram-que-investimentos-publicos-geram-empregos-de-qualidade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3991</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
