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	<title>comércio &#8211; Sinttel Piauí</title>
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	<description>Sinttel - Sindicato Trabalhadores Em Telecomunicações do Estado do Piauí</description>
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		<title>Acordo regulamenta trabalho no comércio em feriados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[CLT]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[feriado]]></category>
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					<description><![CDATA[Mesmo com negociações coletivas, setores essenciais são liberados O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, assinou nesta terça-feira (21) a portaria que regulamenta o trabalho no comércio durante os feriados. As negociações duraram cerca de três anos entre representantes dos trabalhadores, do setor empresarial e do governo. A norma, que será publicada no Diário &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mesmo com negociações coletivas, setores essenciais são liberados</em></p>
<p>O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, assinou nesta terça-feira (21) a portaria que regulamenta o trabalho no comércio durante os feriados. As negociações duraram cerca de três anos entre representantes dos trabalhadores, do setor empresarial e do governo.</p>
<p>A norma, que será publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (22) e entra em vigor imediatamente, estabelece que o funcionamento do comércio nessas datas dependerá de autorização prevista em Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), firmada entre sindicatos de trabalhadores e empregadores. Ao mesmo tempo, restabelece a autorização permanente para uma lista de atividades consideradas essenciais ou de interesse público.</p>
<p>O que muda<br />
Com a nova regulamentação, empresas do comércio somente poderão funcionar em feriados quando houver previsão em convenção coletiva da categoria.</p>
<p>Na prática, a decisão unilateral do empregador deixa de ser suficiente para autorizar o funcionamento em feriados para as atividades abrangidas pela norma.</p>
<p>A regra mantém a necessidade de observância da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e da legislação municipal aplicável.</p>
<p>Setores liberados<br />
As seguintes atividades passam a ter autorização permanente para funcionar em feriados, sem necessidade de convenção coletiva:</p>
<p>Venda de pães e biscoitos;<br />
Farmácias, inclusive de manipulação;<br />
Comércio de flores e coroas;<br />
Barbearias e salões de beleza;<br />
Postos de combustíveis;<br />
Comércio varejista de gás liquefeito de petróleo (GLP);<br />
Locação de bicicletas e equipamentos similares;<br />
Hotéis, restaurantes, bares e estabelecimentos similares;<br />
Casas de diversão e estabelecimentos esportivos com cobrança de ingresso;<br />
Feiras livres;<br />
Porteiros e cabineiros de edifícios residenciais;<br />
Agências de turismo, locadoras de veículos e embarcações;<br />
Comércio em feiras e exposições;<br />
Lavanderias, inclusive hospitalares;<br />
Serviços funerários.<br />
As demais atividades comerciais, incluindo supermercados e comércio varejista em geral, dependerão de negociação coletiva para operar em feriados.</p>
<p>Negociação<br />
Durante a cerimônia de assinatura, Luiz Marinho afirmou que a regulamentação é resultado do diálogo entre trabalhadores e empregadores.</p>
<p>&#8220;O que a gente espera é que haja maturidade das lideranças sindicais para que, em torno de uma mesa, possam encontrar soluções para problemas que muitas vezes pareciam não ter solução. Esse é o espírito do nosso governo, buscar o diálogo&#8221;, disse.</p>
<p>O ministro acrescentou que o governo continuará atuando como mediador sempre que houver necessidade.</p>
<p>&#8220;Enquanto houver problema, as portas do diálogo têm que permanecer abertas. É a forma mais eficiente de evitar conflitos&#8221;, declarou o ministro.</p>
<p>Segurança jurídica<br />
Representante do setor privado na cerimônia, o presidente da Fecomércio-SP e diretor da Confederação Nacional de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Ivo Dall&#8217;Acqua, avalia que o acordo traz maior previsibilidade para empresas e trabalhadores ao preservar a negociação coletiva prevista na legislação trabalhista.</p>
<p>&#8220;Os critérios estão mais claros para a organização das atividades aos feriados&#8221;, destacou.</p>
<p>Segundo ele, a norma fortalece a segurança jurídica das relações de trabalho ao permitir que empregadores e sindicatos negociem regras específicas para cada categoria, respeitando a Constituição e a CLT.</p>
<p>Dall&#8217;Acqua também destacou que o entendimento firmado não encerra o debate sobre o tema.</p>
<p>&#8220;Hoje estamos celebrando um acordo muito bem discutido, mas a discussão não para por aqui. O nosso diálogo tem que ser permanente&#8221;, afirmou.</p>
<p>Histórico<br />
A regulamentação é resultado das negociações iniciadas em 2023, após a publicação da Portaria nº 3.665, que voltou a exigir convenção coletiva para o trabalho em feriados no comércio e substituiu a regra editada em 2021, que autorizava de forma permanente o funcionamento de diversos setores sem necessidade de negociação.</p>
<p>A nova portaria também determina que futuras inclusões ou exclusões de atividades com autorização permanente para funcionamento em feriados deverão ser analisadas por uma comissão tripartite, formada por representantes do governo, dos trabalhadores e dos empregadores.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil<br />
Foto: Freepik</p>
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		<title>Lojistas oferecem descontos em Dia Livre de Imposto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2019 15:06:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[lojistas]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostrou que 74% dos consumidores entrevistados não procuram saber o quanto pagam de imposto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante todo o dia de hoje (30), quem passar por lojas, postos e outros empreendimentos pode se deparar com grandes promoções. Os descontos fazem parte de uma iniciativa que foi batizada de Dia Livre de Imposto, quando empresas e associações de comerciantes colocam à venda produtos retirando a parte relativa a tributos cobrados por entes públicos federais, estaduais e municipais.</p>
<p>A mobilização visa a chamar a atenção de cidadãos, do setor econômico e de autoridades para problemas do sistema tributário brasileiro, como o grau de incidência de impostos, a complexidade das taxas cobradas e a falta de transparência nessas modalidades de arrecadação.</p>
<p>Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL), está confirmada a participação de mais de 2 mil estabelecimentos em mais de 300 cidades, em 16 estados do país.</p>
<p>Em Brasília, a adesão envolveu postos de gasolina, cinco shoppings, redes de farmácia, restaurantes, firmas de produtos para animais e comercializadoras de brinquedos. A CDL DF disponibilizou uma tabela com os estabelecimentos e produtos em desconto .</p>
<p><strong>Desconhecimento</strong></p>
<p>Pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostrou que 74% dos consumidores entrevistados não procuram saber o quanto pagam de imposto. Apenas 26% vão atrás da informação, em práticas como a conferência da nota fiscal. Desde 2013, é obrigatório discriminar nas notas fiscais a parcela aproximada referente aos tributos de um determinado bem ou serviço.</p>
<p>Além disso, a pesquisa da CNDL ouviu micro e pequenos empresários sobre o nível de conhecimento dos encargos tributários em suas atividades. Dos entrevistados, metade não sabia dizer quanto do faturamento ia para o pagamento de impostos, 31% relataram ter uma noção aproximada e 14% afirmaram conhecer esse percentual.</p>
<p>Entre essa amostra de empreendedores, 65% defenderam uma reforma tributária no país. A avaliação de 90% foi de que o sistema tributário é injusto. Entre os consumidores ouvidos, 95% avaliaram a taxação de atividades comerciais no Brasil como pouco transparente.</p>
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