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	<title>falência da oi &#8211; Sinttel Piauí</title>
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	<description>Sinttel - Sindicato Trabalhadores Em Telecomunicações do Estado do Piauí</description>
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		<title>Sindicatos pedem a preservação de 20 mil empregos na OI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 19:36:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mesmo após falência da Oi ter sido revertida pela justiça, sindicatos dos trabalhadores temem a perda de 20 mil empregos com possível liquidação da empresa As constantes idas e vindas sobre o futuro da empresa de telefonia Oi, que chegou a ter sua falência decretada na semana passada pela justiça, e revertida em dois dias, &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mesmo após falência da Oi ter sido revertida pela justiça, sindicatos dos trabalhadores temem a perda de 20 mil empregos com possível liquidação da empresa</em></p>
<p>As constantes idas e vindas sobre o futuro da empresa de telefonia Oi, que chegou a ter sua falência decretada na semana passada pela justiça, e revertida em dois dias, após alguns credores, principalmente os bancos Bradesco e Itaú, entrarem com recurso, levou os representantes sindicais da FITRATELP, FENATTEL e FITTLIVRE, entidades que representam cerca de 1,5 milhão de trabalhadores, dos quais aproximadamente 20 mil são empregados diretos e indiretos do Grupo Oi, a se mobilizaram em duas frentes: a política e a judicial.</p>
<p>No final da tarde dessa terça-feira (18) o presidente FITRATELP, João de Moura Neto e os das demais entidades sindicais se reuniram com o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho. Os dirigentes sindicais foram em busca de apoio governamental com o objetivo de traçar uma &#8220;estratégia jurídica para atuação junto à questão do processo falimentar&#8221; e, politicamente, insistir na manutenção das atividades e dos postos de trabalho.</p>
<p>Segundo Moura, o ministro ouviu as razões dos trabalhadores, que reivindicam a recuperação da empresa e não sua liquidação. “Nós falamos da importância social da empresa, do alcance de todos os municípios. Citamos também que o governo é um grande cliente da Oi, ou seja, nós explicamos que há a necessidade de ter um debate político em torno da recuperação da empresa. Nós não estamos falando de uma empresa qualquer.<strong> Afinal são 20 mil empregos de trabalhadores que estão envolvidos, tanto os diretos, como os das subsidiárias e das empresas terceirizadas das subsidiárias da Oi”</strong>, diz Moura.</p>
<p>O presidente da FITRATELP saiu otimista da reunião, pois o ministro já foi diretor da Oi e esteve na Telebrás. “Ele conhece as telecomunicações. E como ministro das comunicações, todo o debate político sobre esse tema passa por ele”, declarou.</p>
<p><strong>Em busca de diálogo</strong></p>
<p>A maior preocupação para os sindicalistas é a de que o advogado que está tratando da recuperação, não é uma pessoa do ramo de telecomunicações, apesar dele e sua empresa serem bem conceituados, segundo o sindicalista. “O problema é que ele está focado na liquidação de empresa, não na recuperação. Então, o que nós estamos preocupados, é como ele vai exercer a administração de uma empresa do tamanho da Oi, com os problemas que ela tem, com os seus contratos. Por isso precisamos de alguém que vai contribuir para a recuperação da empresa. Ele tem que ser do ramo e estar voltado para a recuperação, não para a liquidação”, diz Moura.</p>
<p>Opresidente da FITRATELP também se queixa de não ter seus pedidos de reunião atendidos pelo advogado. “Nós já mandamos diversas correspondências pedindo para conversar sobre a empresa, a relação de emprego dos trabalhadores que serão demitidos, como deve ser esse processo de demissão. Também precisamos discutir o acordo coletivo que está em vigor, mas que precisa ser atualizado agora. Queremos o cumprimento do acordo do ano passado, com o pagamento de uma parte que estão devendo da Participação de Lucros e Resultados. A empresa teve bons resultados no ano passado”, diz Moura.</p>
<p><strong>“Nós queremos um administrador judicial que pense nos trabalhadores, nos empregos e na empresa. Se ele escutar os trabalhadores, ele recupera a empresa. Se ele olhar só para a questão financeira, eles vão trabalhar cruzando os braços para matar a empresa por inanição, e nós não queremos isso”</strong>, ressalta o dirigente.</p>
<p><strong>Crise teve início com disputa entre acionistas</strong></p>
<p>A Oi é responsável pela infraestrutura de telefonia fixa e de serviços de conectividade em mais de 7 mil localidades no país, operando em regiões onde outras empresas privadas não operam, especialmente no interior e em localidades remotas. A infraestrutura da Oi, segundo os sindicalistas, é responsável pela manutenção de serviços de telefonia fixa, dados e comunicação institucional utilizados por escolas, hospitais, delegacias e outras estruturas públicas. Também sustentaria a conectividade das agências lotéricas, que funcionam como ponto de acesso bancário e de pagamentos sociais para populações de baixa renda.</p>
<p><strong>O maior acionista da Oi é um fundo de investimento do Reino Unido, o Pimco. A Oi controla a Serede e também é detentora de mais de 27% das ações da V.tal. Já o maior acionista da V.tal é o BTG Pactual, o banco de André Esteves.</strong></p>
<p>A V.tal, que vem travando uma série de disputas com a Oi, critica o Pimco, porque, segundo ela, o fundo ficou ausente das mesas decisivas sobre o acordo sobre os direitos trabalhistas que haviam sido mediados pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST).</p>
<p>Em setembro deste ano a V.tal decidiu romper o contrato com a Serede, empresa que oferece serviços de implantação, operação e manutenção de redes de telecomunicações, como fibra óptica, banda larga, TV e telefonia. Originalmente ligada ao Grupo Oi, ela se tornou uma subsidiária que passou por processos de reestruturação judicial.</p>
<p><strong>Controle do espaço aéreo</strong></p>
<p>A Oi tem contrato com o Cindacta, órgão de controle do espaço aéreo, mas uma decisão judicial transferiu, sem compensação financeira do contrato de comunicação do Cindacta, o contrato para outra operadora.</p>
<p>“A Oi tem contratos com tribunais, Forças Armadas, bancos e outras grandes empresas que nada sofreram com a crise financeira da Oi, mas apenas com uma denúncia de duas falhas em dois meses em Mato Grosso, com o Cindacta foi motivo de cancelamento, mas ninguém cogitou qual foi o motivo da falha”, diz o presidente da FITRATELP.</p>
<p>“A decretação de falência da Oi causou um prejuízo absurdo nas ações da empresa, e gerou uma desconfiança que nos últimos 20 anos nunca houve”, concluiu Moura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CUT Brasil<br />
Foto: Divulgação</p>
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		<title>Sindicatos também devem apresentar recurso para reverter falência da Oi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 20:02:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[FITRATELP]]></category>
		<category><![CDATA[SINTTELPI]]></category>
		<category><![CDATA[falência da oi]]></category>
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					<description><![CDATA[Entidades sindicais que representam os trabalhadores também devem apresentar petição junto à Juíza da 7ª Vara Empresarial com o objetivo de serem admitidos como &#8220;terceiro interessado&#8221; no processo de liquidação da operadora Oi, além de pedirem a reformulação da sentença que decretou a falência da empresa. As federações afirmam que a falência, após longos anos de fracasso &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entidades sindicais que representam os trabalhadores também devem apresentar petição junto à Juíza da 7ª Vara Empresarial com o objetivo de serem admitidos como &#8220;terceiro interessado&#8221; no processo de liquidação da <strong>operadora Oi</strong>, além de pedirem a reformulação da sentença que decretou a falência da empresa.</p>
<p>As federações afirmam que a falência, após longos anos de fracasso na recuperação judicial, abala profundamente os empregados. O principal pleito é que, mesmo no contexto da liquidação, a Justiça priorize:</p>
<ul>
<li><strong>Manutenção dos empregos</strong>: em primeiro lugar, buscar a continuidade das atividades.</li>
<li><strong>Tratamento digno e remuneração integral</strong>: para os demitidos, as entidades exigem o pagamento integral das verbas rescisórias, o reconhecimento pelo serviço prestado, estendendo benefícios e promovendo um desligamento voluntário e incentivado.</li>
<li><strong>Fundo de pensão</strong>: as entidades também pedem que sejam priorizados os pagamentos dos créditos devidos à Fundação Atlântico e debater a inclusão da empresa adquirente da Oi Soluções como novo patrocinador.</li>
</ul>
<h1>Diálogo com interventores</h1>
<p>Em outra frente, as federações também apresentaram pedidos formais de audiência em regime de urgência com os Administradores Judiciais da Oi e, especificamente, com a Interventora Judicial da Serede e Tahto, Tatiana Binato.</p>
<p>As entidades sindicais argumentam que a urgência do diálogo é fundamentada no Tema 638 do STF, que exige o &#8220;diálogo prévio, leal e efetivo&#8221; com as entidades sindicais para a validade de qualquer dispensa em massa de trabalhadores.</p>
<h1>Apoio político</h1>
<p>Lideradas pela FENATTEL, FITRATELP, e FITTLIVRE, as entidades que representam cerca de 1,5 milhão de trabalhadores, dos quais aproximadamente 20 mil são empregados diretos e indiretos do Grupo Oi, também buscaram apoio político para o caso da Oi.</p>
<p>Os representantes sindicais tiveram audiência com a ministra Gleisi Hoffmann, em Brasília, que também contou com a presença de um representante do Ministério das Comunicações, onde discutiram o futuro da empresa.</p>
<p>As entidades destacam que o ponto alto da reunião foi o posicionamento do representante da Anatel, que segundo as entidades teria demonstrado &#8220;profundo conhecimento da temática e se mostrou favorável a discutir com mais aprofundamento a intervenção judicial que resultou no início da liquidação parcial da Oi&#8221; e &#8220;tentar rever&#8221; a decisão.</p>
<p>Com a mobilização, a representação dos trabalhadores pretende traçar uma &#8220;estratégia jurídica para atuação junto à questão desse processo falimentar&#8221; e, politicamente, insistir na manutenção das atividades e dos postos de trabalho.</p>
<h1>Caso Serede</h1>
<p>Já noite desta quinta-feira, 13, a Fetratelp informou que Serede iniciou o pagamento pendente de todos os trabalhadores. Segundo João Moura, presidente da entidade, até meia-noite desta quinta todos os trabalhadores receberão seus valores.</p>
<p>&#8220;Já confirmamos em todos os estados e há pouco tempo eu conversei com a empresa e eles me comunicaram que essa providência já havia sido tomada. Então, valeu a nossa luta. Parabéns para todos os trabalhadores que se empenharam nessa grande vitória&#8221;, disse Moura.</p>
<p>As entidades sindicais também exigem da empresa um Plano Estruturado de Demissões para os próximos três, seis e 12 meses, contendo iniciativas concretas para mitigar os impactos sociais e evitar a &#8220;deterioração do clima interno no ambiente de trabalho&#8221;.</p>
<p>Fonte: teletime.com.br<br />
Foto: Freepik</p>
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