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	<title>fitratelp &#8211; Sinttel Piauí</title>
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	<description>Sinttel - Sindicato Trabalhadores Em Telecomunicações do Estado do Piauí</description>
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		<title>Telefônica Vivo: NEGOCIAÇÃO OU IMPOSIÇÃO???</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 18:43:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Comissão Nacional de Negociação &#8211; CNN FITTEL-FITRATELP/VIVO informa aos trabalhadores que esteve reunida novamente com a Telefonica VIVO nos dias 22 e 23/9 – na quarta rodada de negociação –, para dar sequência às negociações do Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2026/2027 da categoria. Durante a reunião, tivemos a certeza de que a &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Nacional de Negociação &#8211; CNN FITTEL-FITRATELP/VIVO informa aos trabalhadores que esteve reunida novamente com a Telefonica VIVO nos dias 22 e 23/9 – na quarta rodada de negociação –, para dar sequência às negociações do Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2026/2027 da categoria. Durante a reunião, tivemos a certeza de que a líder de Mercado não VALORIZA seus trabalhadores e, para piorar, vem sempre com aquele “chororô” empurrando de “goela abaixo” uma proposta que sequer repõe o INPC da data-base (3,98%).</p>
<p>Aos trabalhadores a VIVO apresenta uma proposta MEDIOCRE, impondo reajustes de salários e benefícios somente em 2027, enquanto esbanja lucros e dividendos aos acionistas. Mais uma vez, a Pauta de Reivindicações aprovada pelos trabalhadores não foi debatida porque a empresa quer impor a sua pauta.</p>
<p>Estamos cansados dessa negociação imposta! Os trabalhadores da VIVO merecem mais respeito e reconhecimento, por isso, a proposta foi REJEITADA em mesa pela CNN FITTEL-FITRATELP/VIVO e REAFIRMAMOS a nossa Pauta de Reivindicações 2026. Além disso, conseguimos barrar a tentativa da VIVO de tornar o domingo como dia útil, o que prejudicaria e muito a vida social dos seus empregados.</p>
<p>Usem as avaliações de “Pesquisa de Clima”, como forma de manifestar suas insatisfações, precisamos lutar por melhorias, por um Acordo Digno para os trabalhadores da LIDER DE MERCADO!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>VEJA A PROPOSTA REJEITADA</strong><br />
<strong>Reajuste Salarial</strong><br />
Na primeira reunião, a proposta para correção salarial foi de 3,50% em agosto/27 + abono de 60% do salário nominal, com mínimo de R$ 1.300 com pagamento em dezembro/26.<br />
Na segunda reunião, a VIVO apresentou pequenos avanços:<br />
&#8211; Reajuste salarial de 3,70% para agosto/27 + abono de 64% com mínimo de R$ 1.450 com pagamento em novembro/26</p>
<p><strong>Reajuste dos pisos salariais</strong><br />
A proposta para correção do piso será de 3,70% em agosto/27.</p>
<p><strong>VR\VA</strong><br />
Administrativo: 3,98%<br />
Demais segmentos: 5,5%<br />
Reajuste em abril de 2027 + abono de R$ 470 com pagamento em novembro/2026.</p>
<p><strong>Auxílio Creche/Babá</strong><br />
Para as trabalhadoras lotadas nas lojas próprias, o valor máximo deste benefício será de R$ 500 a partir de 1º de abril de 2027.</p>
<p><strong>Demais benefícios</strong><br />
O reajuste dos demais benefícios será de 3,98% em abril/27, com exceção de locação de veículo (agosto/27)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PAUTA DE REINVINDICAÇÕES ACT 2026-2027 TELEFONICA VIVO</strong></p>
<p>1. Reajuste Salarial LINEAR e Benefícios, reposição de 100% do INPC + 5% Ganho Real;<br />
2. Fixação dos Pisos Salariais no valor de R$ 3.200,00 (três mil e setecentos reais) para jornada de 200hs mensais (6 dias) e de R$ 2.500,00 (três mil e duzentos reais) para jornada de 180hs mensais (5 dias).<br />
3. Implantação de Anuênio de 1% do salário nominal como forma de gratificação, e reconhecimento, por tempo de serviço/ano trabalhado;<br />
4. Acordo Coletivo de Trabalho com validade de 2 anos, com negociação clausulas econômicas, negociação anual.<br />
5. Auxílio Alimentação (VA/VR) Equiparação com os valores praticados pelo ADM, para todas as categorias e reajuste INPC + 5%.<br />
6. Fornecimento de Auxílio Creche/Babá, equiparação com os valores praticados pelo ADM para as outras categorias e reajuste INPC + 5%.<br />
7. Gratificação de Férias para todos de 100% (cem por cento) do salário nominal;<br />
8. Empréstimo de Férias, parcelado em até 8 vezes, para todos os trabalhadores que solicitarem. 9. Auxílio-Doença, por um período mínimo de 12 meses, valor integral dos tíquetes.<br />
10. Auxílio Medicamento reembolso, para todos os empregados com um limite mensal de R$ 1.700,00 (Hum mil e setecentos reais), mediante comprovação (receituário e recibo);<br />
11. Quebra de Caixa de 10% do salário nominal;<br />
12. Auxílio Condutor Autorizado para todos os trabalhadores que dirigem carro da empresa e reajuste INPC + 5%;<br />
13. Eleição de um representante Sindical com estabilidade.<br />
14. Renovação do aluguel dos veículos agregados, com valor de R$ 2.000,00 reais na data base.<br />
15. Três (03) dias de Home Office para mães e pais de filhos atípicos e PCD, para acompanhar os filhos em terapias e consultas.<br />
16. Equiparação do Auxílio Funeral Dependente, para os valores praticados no Auxílio Funeral Empregado.<br />
17. Vantagens diferenciadas de benefícios para os trabalhadores sindicalizados.<br />
18. Criação do auxílio material escolar, pago em janeiro.<br />
19. Manutenção das Demais Cláusulas Praticadas, Regras e Condições do ACT vigente.<br />
20. Garantia da Data Base e Início imediato das negociações Coletivas, a empresa cumprirá o Acordo anterior, até aprovação da pauta negociada nas Assembleias dos Sindicatos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Fitratelp<br />
Foto:  Charge/IA</p>
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		<title>Negociação do PPR e ACT 2026 com a Claro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 12:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[FITRATELP]]></category>
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		<category><![CDATA[claro]]></category>
		<category><![CDATA[CNN Fittel]]></category>
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					<description><![CDATA[Finalmente, depois de muita cobrança, a Claro resolveu marcar a reunião com a CNN FITTEL-FITRATELP/CLARO na próxima sexta-feira (25/9). A Comissão Nacional de Negociação da Fitratelp – CNN FITTEL-FITRATELP/CLARO – informa aos trabalhadores e aos sindicatos que a empresa marcou uma reunião, na sexta-feira (25/9), às 15h, para discutir o Acordo Coletivo de PPR 2026 e &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<pre class="sub_title" tabindex="4"><em>Finalmente, depois de muita cobrança, a Claro resolveu marcar a reunião com a CNN FITTEL-FITRATELP/CLARO na próxima sexta-feira (25/9).

</em></pre>
<p>A Comissão Nacional de Negociação da Fitratelp – CNN FITTEL-FITRATELP/CLARO – informa aos trabalhadores e aos sindicatos que a empresa marcou uma reunião, <strong>na sexta-feira (25/9), às 15h</strong>, para discutir o Acordo Coletivo de PPR 2026 e iniciar as negociações da Pauta de Reivindicações 2026 da categoria. <strong>Finalmente, depois de muita cobrança, a Claro resolveu marcar a reunião com a CNN FITTEL-FITRATELP/CLARO</strong>.</p>
<p>A Claro está muito atrasada nas negociações, tendo em vista que as demais empresas operadoras de telecomunicações estão com as negociações avançadas ou já assinaram os Acordos Coletivos. <strong>Devido ao atraso,</strong> <strong>esperamos que os negociadores da Claro venham para a reunião com propostas – de PPR 2026 e ACT 2026 – que atendam as expectativas dos empregados.</strong></p>
<p>Essa demora da CLARO para negociar o acordo este ano demonstra a sua falta de compromisso para com os empregados.<strong> Não é aceitável uma empresa do tamanho da Claro empurrar as negociações com a barriga, deixando seus trabalhadores ansiosos e revoltados.  </strong>AGUARDEM NOVAS INFORMAÇÕES<strong>.</strong></p>
<p><strong>Campanha de PPR 2026 dos trabalhadores da Claro</strong></p>
<p>Fonte: Fitratelp</p>
<pre class="sub_title" tabindex="4"><em> </em></pre>
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		<title>TIM: Proposta aprovada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 18:14:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Comissão Nacional de Negociação da Fitratelp – CNN FITTEL-FITRATELP/TIM – informa aos Sindicatos filiados e aos trabalhadores da TIM, que a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2026/2028 negociada com empresa foi aprovada – em consonância com o pacto federativo – nos Estados representados pela FITTEL-FITRATELP. A Federação já encaminhou correspondência à &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Nacional de Negociação da Fitratelp – CNN FITTEL-FITRATELP/TIM – informa aos Sindicatos filiados e aos trabalhadores da TIM, que a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2026/2028 negociada com empresa foi aprovada – em consonância com o pacto federativo – nos Estados representados pela FITTEL-FITRATELP. A Federação já encaminhou correspondência à TIM comunicando a decisão dos<br />
trabalhadores, para que o ACT 2026/2028 aprovado passe a vigorar imediatamente.</p>
<p>Todos os trabalhadores da TIM sabem que a empresa chora muito durante as negociações da data-base da categoria. Diante disso, a CNN FITTEL-FITRATELP/TIM teve que se esforçar na mesa de negociação<br />
para se chegar a essa proposta. A oferta não atende a Pauta de Reivindicações 2026 dos trabalhadores, mas foi a proposta possível de ser negociada com a empresa. Como sempre, a decisão de APROVAR a<br />
proposta foi da maioria dos trabalhadores e trabalhadoras presentes nas assembleias estaduais.</p>
<p><strong>ESCALA 5X2: UMA CONQUISTA IMPORTANTE PARA OS TRABALHADORES DAS LOJAS</strong><br />
Um dos principais avanços conquistados na negociação é a implantação da escala 5&#215;2 para os trabalhadores das lojas da TIM, tendo em vista que esta jornada de trabalho já era praticada para os setores<br />
administrativos (5&#215;2), 40 horas semanais e folgas no sábado e domingo. A mudança representa um importante passo para superar a desgastante escala 6&#215;1 e garantir dois dias de descanso semanal aos<br />
trabalhadores. A proposta também contempla a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial, garantindo mais tempo para descanso, convivência familiar, lazer, estudos e qualidade de vida. É uma mudança que coloca a vida do trabalhador no centro da organização do trabalho.</p>
<p>A CNN FITTEL-FITRATELP/TIM agradece a confiança dos empregados e pede a todos que se filiem ao sindicato, uma vez que a valiosa contribuição dos filiados é que dá sustentação ao trabalho que é feito em<br />
benefícios de todos. É bom lembrar que a organização sindical é o maior instrumento de defesa dos direitos dos trabalhadores, por isso, vamos fortalecer os nossos sindicatos. A participação efetiva<br />
do trabalhador é que fortalece o sindicato.</p>
<p><strong>VAMOS NOS PREPARAR PARA AS LUTAS QUE ENFRENTAREMOS NO</strong><br />
<strong>FUTURO. SOMENTE JUNTOS VENCEREMOS!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PROPOSTA FINAL DA TIM ACT 2026/2028</strong></p>
<p>REAJUSTE SALARIAL<br />
A proposta estabelece reajustes diferenciados conforme o grupo profissional:<br />
•Profissionais (ADM): 3%, com aplicação em janeiro/2027;<br />
•Managers e Coordenadores, exceto Executivos: 3%, com aplicação em janeiro/2027;<br />
•Lojas — vendedores, consultores e gerentes: 3%, com aplicação em janeiro/2027;<br />
•Call Center — CRCs e CRCs Atendimento Especializado: 4%, com aplicação em janeiro/2027;<br />
•Supervisores de Call Center: 4%, com aplicação em janeiro/2027.</p>
<p>BENEFLEX<br />
Para Profissionais (ADM) e Managers/Coordenadores: reajuste de 1% no Beneflex, com aplicação em março/2027;<br />
Garantia de valor mínimo de R$ 240,00, representando, conforme a proposta, +4,35% para quem estiver no piso do<br />
benefício.</p>
<p>ABONO<br />
•Profissionais (ADM) R$ 1.900,00 setembro/2026;<br />
•Managers e Coordenadores R$ 1.900,00 setembro/2026;<br />
•Lojas R$ 1.650,00 setembro/2026;<br />
•Call Center R$ 1.400,00 setembro/2026;<br />
•Supervisores Call Center R$ 1.400,00 setembro/2026.</p>
<p>VR/VA<br />
A proposta prevê reajustes nos valores de Vale-Refeição/Vale-Alimentação, com aplicação em janeiro/2027:<br />
•Call Center: reajuste de 4%, 26 tíquetes para jornada de 6 horas/diária e 22 créditos-dia para jornada de 8 horas/diária;<br />
•Lojas: reajuste de 5%, 22 tíquetes;<br />
•Gerentes Geral de Loja e Supervisores de Call Center: reajuste de 5%, 22 tíquetes;<br />
• Profissionais (ADM), Managers e Coordenadores: reajuste de 4%, 22 tíquetes.</p>
<p>OUTROS BENEFÍCIOS<br />
•Auxílio Creche/Babá: reajuste de 5,86%, passando para R$ 900,00;<br />
•Auxílio Dependente SCMA: reajuste de 7,91%, passando para R$ 1.500,00;<br />
•Ajuda de Custo Call Center: reajuste de 4,17%, passando para R$ 125,00;<br />
•Auxílio Nutrição Infantil: reajuste de 4%, passando para R$ 260,00.</p>
<p>CRÉDITO EXTRA NO FINAL DO ANO<br />
Crédito extra de R$ 400,00 no VA, com aplicação prevista para dezembro de 2026.</p>
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		<title>CAIXA DE MALDADE VIVO FOI ABERTA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 11:53:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Informamos aos trabalhadores da Telefonica VIVO e aos sindicatos que a CNN FITRATELP-FITTEL/VIVO se reuniu na segunda-feira (31/8) com a empresa, na segunda rodada de negociações do Acordo Coletivo de 2026 da categoria. A Telefônica VIVO apresentou uma proposta indecorosa, pedindo mais uma vez sacrifício para os trabalhadores. No entanto, a categoria quer no mínimo &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Informamos aos trabalhadores da Telefonica VIVO e aos sindicatos que a CNN FITRATELP-FITTEL/VIVO se reuniu na segunda-feira (31/8) com a empresa, na segunda rodada de negociações do Acordo Coletivo de 2026 da categoria.<br />
A Telefônica VIVO apresentou uma proposta indecorosa, pedindo mais uma vez sacrifício para os trabalhadores. No entanto, a categoria quer no mínimo reajuste real nos salários e benefícios mais ganho real, para compensar as perdas acumuladas nos anos anteriores. Não iremos aceitar a precarização do nosso Acordo Coletivo!</p>
<p>Há vários anos, que em média 50% dos trabalhadores da VIVO tem salário de no máximo de R$ 3.000,00, o que tem provocado perdas de mão de obra e desmotivação devido à essa prática de salários baixos. A líder do mercado utiliza o famoso ABONO como “Cala Boca”, para convencer o trabalhador a aceitar um acordo que segrega a categoria – pagando tíquetes e benefícios diferenciados –, como se alguns empregados merecessem mais que outros. Está na hora de a VIVO praticar salários e benefícios condizentes ao tamanho da empresa no segmento de telecomunicações. Afinal, temos certeza de que os acionistas da VIVO estão muito satisfeitos com seus lucros, o que não acontece com os empregados da VIVO. Os acionistas faturam, os empregados se sacrificam.</p>
<p>Se a VIVO alega “dificuldades” sempre perto da data-base, imagina o lado mais fraco, que são os trabalhadores, que nos últimos anos não vêm recebendo reajuste na data-base. Chega de reajuste somente no ano seguinte!<br />
Não existe justificativa para não repor a inflação e aplicar a equiparação de benefícios entre as categorias na VIVO para o valor mais alto praticado em nosso ACT.<br />
MERECEMOS RESPEITO!</p>
<p>Como não poderia ser diferente, a proposta indecorosa da empresa foi prontamente RECUSADA EM MESA pela CNN FITRATELP-FITTEL/VIVO e o Sinttel-DF. VEJA:<br />
• Reajuste Salarial – 70% do INPC do período + Abono de 50% do salário nominal do mês de agosto – com pagamento em dezembro 2026;<br />
• VR/VA– Acompanha o percentual proposto para o reajuste salarial. Exceto para o administrativo, que será de 25% do INPC;<br />
• Demais Benefícios – 70% do INPC;<br />
• Jornada de segunda a domingo no campo – domingo passar ser um dia de trabalho normal, sem pagamento de hora-extra;<br />
• Manutenção das demais cláusulas.<br />
Convocamos todos os trabalhadores para defenderem seus direitos. Não podemos mais aceitar reajuste só no ano seguinte. Utilizem as avaliações de “Pesquisa de Clima” e manifestem suas insatisfações, usem esse recurso para lutarem por melhorias e manifestarem também suas insatisfações sobre salários e benefícios.<br />
Direitos não são favores, são conquistas coletivas!</p>
<p>Campanha Salarial 2026 Telefônica VIVO</p>
<p>Boletim Fitratelp &#8211; Nº 131 Brasília, 1 de setembro de 2026<br />
Federação Interestadual dos Trabalhadores e Pesquisadores em Serviços de Telecomunicações</p>
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		<title>Federações participam de audiência pública na Câmara dos Deputados</title>
		<link>https://www.sinttelpiaui.org.br/federacoes-participam-de-audiencia-publica-na-camara-dos-deputados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 15:02:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[FITRATELP]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante a audiência, os dirigentes sindicais relataram que a grave crise da Oi e suas subsidiárias já resultou em centenas de demissões sem o recebimento dos direitos trabalhistas previstos na CLT Nesta sexta-feira (29/5), as federações FITTLIVRE, FENATTEL e FITRATELP participaram da audiência pública na Câmara dos Deputados, para debater o processo de intervenção na &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<pre class="title" tabindex="1"><em>Durante a audiência, os dirigentes sindicais relataram que a grave crise da Oi e suas subsidiárias já resultou em centenas de demissões sem o recebimento dos direitos trabalhistas previstos na CLT
</em></pre>
<p>Nesta sexta-feira (29/5), as federações FITTLIVRE, FENATTEL e FITRATELP participaram da audiência pública na Câmara dos Deputados, para debater o processo de intervenção na Oi e a situação dos trabalhadores da empresa e suas subsidiárias. A audiência foi proposta e presidida pela deputada federal Érika Kokay (PT-DF). O debate foi importante porque levou para o parlamento brasileiro a realidade que os trabalhadores da Oi e as empresas subsidiárias estão enfrentando.</p>
<p>De acordo com as federações, a atual gestão da Oi – que está em recuperação/intervenção judicial – nunca apostou na recuperação da empresa e, sim, no fracasso ou na liquidação da companhia. As lideranças sindicais explicaram também que não se trata apenas de preservar os empregos e direitos dos empregados, mas, principalmente, de manter os serviços que a empresa presta em aproximadamente 1.500 municípios brasileiros, que dependem exclusivamente dos serviços prestados pela empresa. “Isso indica uma necessidade da própria população e não é apenas uma reivindicação para a manutenção dos empregos”.</p>
<p>Durante a audiência, os dirigentes sindicais relataram que a grave crise da Oi e suas subsidiárias já resultou em centenas de demissões sem o recebimento dos direitos trabalhistas previstos na CLT. “Os trabalhadores precisam ser tratados com dignidade, justiça e respeito. Estamos diante de uma realidade cruel que está causando revolta na categoria e muitos empregados já estão com a saúde psicológica abalada, devido a essa situação de insegurança”, afirmaram.</p>
<p>Depois das exposições das Federações, a deputada Erika Kokay (PT-DF) fez alguns encaminhamentos visando buscar soluções para os problemas apontados pelos sindicalistas: solicitar o agendamento uma audiência com o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), para relatar a falta de pagamento das verbas rescisórias, pois a Oi está se desfazendo de seu patrimônio, sem priorizar o pagamento dos direitos trabalhistas; pedir uma mediação no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), envolvendo a Oi, as empresas subsidiárias, as federações FITTLIVRE, FENATTEL e FITRATELP, o Ministério das Comunicações e a Anatel; agendar uma audiência com a juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) que está acompanhando o processo de intervenção na Oi, bem como no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para manifestar as preocupações das Federações sobre esse processo, que – de acordo com as entidades – não está sendo usado para priorizar a reorganização e recuperação da empresa.</p>
<p>A LUTA CONTINUA!</p>
<p>Fitratelp</p>
<pre class="title" tabindex="1"><em> </em></pre>
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		<title>Sindicatos frustrados após reunião com administração judicial da Oi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 18:43:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As federações sindicais FENATTEL, FITRATELP e FITTLIVRE estiveram nesta quarta, 18, em audiência com o Gestor Judicial da Oi, Bruno Rezende, e cobraram soluções para o que chamam de &#8220;crise humanitária e emocional que atinge os funcionários da companhia&#8221;. Segundo um interlocutor, apesar do tom cordial, a impressão final não foi boa: &#8220;as ações concretas &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As federações sindicais FENATTEL, FITRATELP e FITTLIVRE estiveram nesta quarta, 18, em audiência com o Gestor Judicial da Oi, Bruno Rezende, e cobraram soluções para o que chamam de &#8220;crise humanitária e emocional que atinge os funcionários da companhia&#8221;.</p>
<p>Segundo um interlocutor, apesar do tom cordial, a impressão final não foi boa: &#8220;as ações concretas não existem. A iniciativa de propor o leilão reverso traz uma economia, mas prejudica os credores que têm obrigações pendentes e empregados sem receber salários. Estamos acompanhando a redução dos contratos da Oi Soluções e o caixa minguando. Saímos com a sensação ruim acreditando que falência virá em breve diante da inércia da gestão&#8221;, relatou o interlocutor ouvido por este noticiário.</p>
<p>Segundo as federações, embora a gestão tenha sinalizado avanços em estudos para um Programa de Demissão Incentivada (PDI), &#8220;o encontro terminou sem definições de datas, gerando frustração&#8221;. As entidades demandaram um desligamento digno com pagamento integral de verbas rescisórias daqueles funcionários que estão ociosos. Segundo as entidades, &#8220;o Gestor Judicial autorizou a realização de um estudo para a implementação de um PDI&#8221;.<br />
Também de acordo com as entidades, o administrador Bruno Rezende informou que a venda da UPI Fixa deve ser concluída até 20 de abril. &#8220;A expectativa é que a empresa adquirente absorva cerca de 250 pessoas, enquanto a UPI Imóveis poderá absorver até 110 colaboradores&#8221;.</p>
<p>Os sindicalistas ouviram ainda que a administração judicial não pretende vender a Oi Soluções, &#8220;que deve concentrar a principal atividade da empresa no futuro&#8221;, teria dito.<br />
Ainda segundo os sindicatos, o balanço financeiro e o resultado do Placar 2025 (acordo de resultados) serão anunciados brevemente. &#8220;As negociações para o Placar 2026 devem iniciar em maio&#8221;.</p>
<p>Serede<br />
Um dos pontos mais tensos da reunião, dizem as federações sindicais, foi a situação dos trabalhadores da Serede (subsidiária da Oi). &#8220;O gestor transferiu a responsabilidade sobre o passivo trabalhista desta rede para a Justiça, alegando que a 7ª Vara não reconheceu a responsabilidade solidária da Oi&#8221;. As federações contestaram a posição, reforçando que a Oi era a única tomadora de serviços da subsidiária e que a indecisão amplia a crise e o endividamento com a folha de pagamento.</p>
<p>&#8220;A Oi está desperdiçando a oportunidade de dar uma solução respeitosa para os trabalhadores, priorizando a gestão financeira sobre a social&#8221;, afirmaram os dirigentes em nota conjunta.</p>
<p>Segundo as entidades, foi sinalizado que no dia 20 de abril o Gestor Judicial apresentará um relatório técnico à Juíza da 7ª Vara com base no período em que assumiu a gestão. &#8220;As assembleias de trabalhadores decidirão as próximas ações da categoria diante do cenário de incertezas&#8221;, dizem.</p>
<p>Fonte: teletime.com.br<br />
Foto: Pixabay</p>
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		<title>Federações terão reuniões com interventor da Oi</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 14:18:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Agenda dos sindicatos começa nesta terça-feira, 17, com audiência com interventor da Oi. Na quarta, 18, e na quinta, 19, haverá reuniões jurídicas sobre a situação dos trabalhadores devido à quebra da Serede Representantes de três federações que reúnem 28 sindicatos e cerca de 1,5 milhão de trabalhadores do setor de telecomunicações informaram, nesta segunda-feira, &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Agenda dos sindicatos começa nesta terça-feira, 17, com audiência com interventor da Oi. Na quarta, 18, e na quinta, 19, haverá reuniões jurídicas sobre a situação dos trabalhadores devido à quebra da Serede</em></p>
<p>Representantes de três federações que reúnem 28 sindicatos e cerca de 1,5 milhão de trabalhadores do setor de telecomunicações informaram, nesta segunda-feira, 16, que terão, ao longo desta semana, uma sequência de audiências e reuniões para discutir os desdobramentos da falência da Serede e a situação dos trabalhadores da companhia.</p>
<p>A primeira agenda está prevista para esta terça, 17, com Bruno Resende, interventor da Oi. Na quarta, 18, e na quinta, 19, os encontros serão com advogados, no Rio de Janeiro, para definir quais posicionamentos deverão ser adotados diante do quadro trabalhista aberto com a quebra da empresa. A informação é do dirigente Luis Antônio Silva, presidente da FITTLIVRE e do Sintel-RJ.</p>
<p>O foco das entidades é o destino dos empregados da Serede após a decisão judicial que convolou a recuperação judicial em falência. Segundo os representantes das federações, a preocupação imediata recai sobre quase 4 mil trabalhadores.</p>
<p>Na sentença, porém, a 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro determinou a continuidade provisória apenas da atividade de recursos humanos da companhia para promover o encerramento dos contratos de trabalho de “aproximadamente 6.000 empregados”, além de ratificar a natureza extraconcursal das remunerações relativas ao período posterior à antecipação parcial dos efeitos da falência – ou seja, o valor devido pela Serede aos trabalhadores desde que a Justiça antecipou os efeitos da falência em dezembro de 2025. Na prática, significa que os trabalhadores têm prioridade em receber pagamentos devidos após dezembro de 2025.</p>
<p><strong>Reuniões para definir reação</strong></p>
<p>A audiência com Bruno Resende deve servir para buscar informações sobre a condução da crise e sobre os procedimentos relacionados aos empregados. Já os encontros com advogados, programados para quarta e quinta-feira no Rio, têm como objetivo definir a estratégia das entidades diante da falência e das medidas possíveis para resguardar direitos trabalhistas.</p>
<p>A sentença que decretou a falência da Serede foi assinada em 13 de março pela juíza Simone Gastesi Chevrand. Na decisão, a magistrada afirma que a empresa não conseguiu se reorganizar após o deferimento do processamento da recuperação judicial e que a administradora judicial apontou inviabilidade econômica e financeira para o soerguimento. O Ministério Público endossou essa avaliação.</p>
<p><strong>O que decidiu a Justiça</strong></p>
<p>Na decisão, a juíza converteu a recuperação judicial em falência e manteve Tatiana Binato de Castro como administradora judicial. Também determinou a suspensão de ações e execuções contra a falida, proibiu atos de disposição ou oneração de bens, e fixou que habilitações de crédito e divergências deverão ser apresentadas ao administrador judicial, seguindo procedimento já adotado no processo principal da recuperação judicial da Oi.</p>
<p>Outro ponto relevante para as entidades sindicais é que o juízo afastou o ingresso permanente de sindicatos e outras entidades representativas nos autos da falência. A sentença afirma que essas entidades não têm legitimidade para integrar o processo falimentar, embora não estejam impedidas de ajuizar ações e incidentes que considerem cabíveis.</p>
<p><strong>Passivo trabalhista</strong></p>
<p>A decisão também registra a preocupação do Ministério Público com o passivo laboral. O órgão pediu a apresentação de plano executivo com mapeamento do passivo trabalhista e conta vinculada para rescisões e benefícios vencidos, mas o juízo entendeu que essas medidas deverão ser examinadas no momento processual adequado, dentro do rito da falência. Quando entrou em recuperação, a Serede devia aos funcionários R$ 832 milhões.</p>
<p>Com isso, a semana tende a concentrar as primeiras definições políticas e jurídicas das federações sobre como atuar em defesa dos empregados da Serede, num cenário em que a Justiça já reconheceu a inviabilidade da companhia e abriu a fase falimentar formal.</p>
<p>Fonte: telesintese</p>
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		<title>Carta aberta à sociedade Brasileira: O erro estratégico da falência da OI, Serede e Tahto</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 13:02:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pela Preservação dos Direitos Trabalhistas, da Operação Viável e da Transparência Patrimonial. As Federações representativas dos trabalhadores em telecomunicações, em nome de uma categoria que representa dezenas de milhares de famílias em todo o território nacional, manifestam seu profundo inconformismo com a decisão da 7ª Vara Empresarial do TJRJ. A decretação de falência da SEREDE &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela Preservação dos Direitos Trabalhistas, da Operação Viável e da Transparência Patrimonial.</p>
<p>As Federações representativas dos trabalhadores em telecomunicações, em nome de uma categoria que representa dezenas de milhares de famílias em todo o território nacional, manifestam seu profundo inconformismo com a decisão da 7ª Vara Empresarial do TJRJ. A decretação de falência da SEREDE ignora ativos bilionários do Grupo Oi e, ao manter uma gestão inerte, coloca em risco iminente, entre outros, o recebimento das verbas rescisórias dos trabalhadores que foram, ou ainda serão desligados.</p>
<p>A falência desconsidera o valor da venda da sucata de cobre (atividade rentável da SEREDE), dos bens imóveis não reversíveis, dos depósitos recursais e dos créditos judiciais favoráveis à companhia.</p>
<p>1. O Patrimônio negligenciado como Fonte de Recursos Diferente do cenário de escassez absoluta propagado, o Grupo Oi detém infraestrutura massiva que poderia ter sido convertida em liquidez para honrar compromissos trabalhistas e operacionais:</p>
<p>* Rede de Dutos: A Oi detém 11.573 km de dutos remanescentes (base Março/24).</p>
<p>* Infraestrutura Aérea: São 105 mil km de rede instalada nas 20 maiores cidades de cada unidade da federação.</p>
<p>* Ativos Físicos: O inventário registra 22.526 postes próprios e uma base histórica de 350 Postos de Serviços (PS) em 200 municípios.</p>
<p>* Há de se considerar ainda a fatia relevante de 27,26% (até início de 2026) de participação da Oi S/A na V.tal, além dos milhares de imóveis, que em uma análise simplista, certamente ultrapassa os 12,3 Bilhões de reais.</p>
<p>* A estrutura de clientes estratégicos atendidos pelo Oi Soluções é um outro fator relevante que não está tendo a atenção devida, impactando na perda de profissionais altamente qualificados além de clientes que, não vendo nenhuma Docusign Envelope ID: 20EC4021-1493-4D58-8F31-8ED4F4C8D8BA iniciativa de continuidade da empresa já começam a buscar outras alternativas o que tem impactado fortemente a receita da Cia.</p>
<p>2. A Inércia que consome o Caixa e Assombra o Trabalhador Criticamos a falta de controle e criatividade da gestão judicial. É inaceitável que a administração declare desconhecer informações sobre redes em condomínios, hotéis ou o potencial de repetidoras. Essa negligência patrimonial é acompanhada de uma gestão de pessoal temerária:</p>
<p>* Endividamento e Inércia: A manutenção de centenas ou talvez milhares de empregados sem atividades definidas, acelera o endividamento com aumento de custo desnecessário e queima o exaurido caixa da empresa, principalmente pela redução da receita do Oi Soluções, pela falta de foco e apoio ao crescimento e continuidade da empresa.</p>
<p>* Risco de Calote: Esta situação assombra os atuais empregados com a perspectiva real de que pode repetir o acontecido com a SEREDE e nada receberem após a consolidação da falência.</p>
<p>* Urgência nas Rescisões: É imperativo que se pague imediatamente os direitos trabalhistas dos empregados da SEREDE já demitidos.</p>
<p>3. Por uma Reestruturação Ordenada da Oi S/A</p>
<p>Exigimos uma transição coerente com a sobrevivência da única operação rentável restante, a Oi Soluções. Para que ela sobreviva, a gestão deve:</p>
<p>* Afastar o receio dos clientes da Oi Soluções através de uma gestão que priorize soluções práticas em vez de decisões que visam apenas honorários advocatícios.</p>
<p>* Proceder com demissões de forma ordenada e coerente dos inúmeros empregados que atualmente estão sem nenhuma atividade, priorizando o pagamento integral das verbas trabalhistas, estancando a sangria do caixa. Neste aspecto, as entidades sindicais estão buscando todos os esforços para que a Oi apresente um plano de demissão voluntária que seria o mínimo reconhecimento aos empregados que passaram por inúmeras transformações e ajudaram a trazer a cia até aqui.</p>
<p>* Utilizar a infraestrutura aérea remanescente e a logística da SEREDE para gerar receita imediata e adicional em novos mercados, como por exemplo manutenção predial, ou até mesmo para os demais ISPs.</p>
<p>A falência não pode ser um salvo-conduto para o desperdício de patrimônio, o desrespeito ao trabalhador ou até mesmo vontade pessoal que não condizem com a Docusign Envelope ID: 20EC4021-1493-4D58-8F31-8ED4F4C8D8BA grandeza e o potencial da Oi . Exigimos diligência com todos os bens da Oi, que são ativos preciosos para que se possa dar continuidade ou até mesmo garantir que cada trabalhador receba o que lhe é de direito.</p>
<p>Os empregados vivem sob a angústia constante de que a Oi possa entrar em estado de falência, como aconteceu com a sua subsidiária SEREDE, onde a instabilidade jurídica impede o encerramento regular dos contratos de trabalho com o devido pagamento de seus direitos, trazendo um prejuízo imenso para centenas de empregados.</p>
<p>As entidades sindicais, legítimas representantes de milhares de empregados das respectivas empresas, exigem que os Administradores Judiciais Sr. Bruno Rezende e Sra Tatiana Binato apresentem um plano estruturado a respeito de suas intenções para com as Empresas Oi S/A, SEREDE e TAHTO. O silêncio dos Administradores, até o momento, não contribui com aquilo que se espera de uma gestão que visa atender os interesses da sociedade, dos seus credores e principalmente de seus empregados.</p>
<p>Brasília, Rio de janeiro, São Paulo, 19 de fevereiro de 2026.</p>
<p>José Roberto Silva – presidente da FENATTEL</p>
<p>João de Moura Neto – presidente da FITRATELP</p>
<p>Luís Antonio Sousa da Silva – presidente da FITTLIVRE</p>
<p>Fonte: Fitratelp</p>
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		<title>Moura, da Fitratelp: Oi está sendo gerida como uma empresa falida</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 17:20:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entre os funcionários da Oi, existe um sentimento de falta de rumo e ausência de perspectiva em relação ao futuro da companhia e de uma transparência mínima sobre quais serão os próximos passos da gestão judicial da companhia. É o que relata a este noticiário João de Moura Neto, presidente da Fitratelp, uma das centrais &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os funcionários da Oi, existe um sentimento de falta de rumo e ausência de perspectiva em relação ao futuro da companhia e de uma transparência mínima sobre quais serão os próximos passos da gestão judicial da companhia. É o que relata a este noticiário João de Moura Neto, presidente da Fitratelp, uma das centrais sindicais que, ao lado da Fenatel e da Livre, enfrentam a complexa missão de buscar alternativas pactuadas em conjunto para todos os funcionário junto à administração judicial, conduzida pelo administrador Bruno Rezende. O relato de Moura bate, em linhas gerais, com outros relatos colhidos por este noticiário sob reserva diretamente com funcionários da empresa.</p>
<figure id="attachment_546523" class="wp-caption alignleft" aria-describedby="caption-attachment-546523"><a class="td-modal-image" href="https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura.webp"><img decoding="async" class="wp-image-546523 not-transparent entered lazyloaded" title="Moura, da Fitratelp: Oi está sendo gerida como uma empresa falida 1" src="https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-194x300.webp" sizes="(max-width: 157px) 100vw, 157px" srcset="https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-194x300.webp 194w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-271x420.webp 271w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-542x840.webp 542w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-150x233.webp 150w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-300x465.webp 300w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura.webp 567w" alt="moura" width="157" height="243" data-od-xpath="/HTML/BODY/DIV[@id='td-outer-wrap']/*[2][self::DIV]/*[1][self::DIV]/*[2][self::DIV]/*[1][self::DIV]/*[1][self::DIV]/*[1][self::ARTICLE]/*[3][self::DIV]/*[3][self::FIGURE]/*[1][self::IMG]" data-dominant-color="5c7085" data-has-transparency="false" data-lazy-srcset="https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-194x300.webp 194w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-271x420.webp 271w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-542x840.webp 542w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-150x233.webp 150w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-300x465.webp 300w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura.webp 567w" data-lazy-sizes="(max-width: 157px) 100vw, 157px" data-lazy-src="https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-194x300.webp" data-ll-status="loaded" /></a><figcaption id="caption-attachment-546523" class="wp-caption-text">João de Moura Neto, presidente da Fitratelp</figcaption></figure>
<p>&#8220;A Oi está operacional, tem clientes e presta serviço, não é uma loja que faliu e fechou as portas. Mas tudo parou (na gestão). Está quase todo mundo em home office sem saber qual vai ser o próximo passo e o que é para fazer. As atividades são pontuais, quase automáticas&#8221;, diz ele. O receio, diz Moura, é que o futuro dos funcionários da Oi seja o mesmo dos da Serede, cuja falência foi decretada e todos foram dispensados &#8220;sem nenhum planejamento prévio&#8221;. Ele diz que, mesmo sendo desmobilizada, a Oi poderia estar recuperando ativos desativados na rede, como orelhões e armários, dando manutenção em dutos que podem ser explorados, buscando outros negócios na Oi Soluções, mas não é isso que se vê no dia-a-dia da empresa.</p>
<h2></h2>
<h2></h2>
<h2></h2>
<h2>Prioridades</h2>
<p>Ainda segundo o sindicalista, a Oi poderia, ainda, estar fazendo ajuste de custos. &#8220;Não tem sequer um plano de demissões montado, uma sinalização, não são oferecidas alternativas para os funcionários que querem sair mas têm muito tempo de casa. Parece que a empresa existe hoje apenas para pagar os credores&#8221;.</p>
<p>A Oi tem muitos funcionários antigos que teriam muito a perder se pedissem demissão. Além disso, por estar baseada no Rio, as opções de recolocação acabam sendo mais limitadas. A decisão de pedir demissão não é simples, &#8220;e com isso muitos ficam apenas esperando o dia seguinte&#8221;.</p>
<p>Segundo relatos ouvidos por este noticiário, em determinado momento houve a sinalização positiva de Bruno Rezende de que a ordem da Justiça era evitar a todo custo demissões em massa. &#8220;Mas a falta de horizonte preocupa, porque não sabemos até quando o caixa da empresa pagará os salários&#8221;, diz um funcionário.</p>
<p>Outra queixa, diz Moura, é que mesmo estando em Recuperação Judicial desde 2016, a Oi sempre teve uma referência de médio prazo, que era a perspectiva de sair da recuperação, com uma empresa enxuta, mas operacional. &#8220;Agora não tem isso. Não tem plano estratégico. Parece que a Justiça só está esperando a falência definitiva, mas a empresa tem clientes, tem a Oi Soluções, tem os serviços essenciais. Isso precisa ser cuidado e, o que for desmobilizado, precisa de planejamento&#8221;, diz o sindicalista. &#8220;As federações sindicais estão unidas nisso, a gente tem diálogo com o administrador Bruno Rezende, mas parece que nada avança, não vemos uma perspectiva de resolver a situação a não ser pagar os credores com os poucos recursos que ainda restam&#8221;, diz ele, reforçando que o trabalho tem sido feito em conjunto por Fenatel, Fitratelp e Livre.</p>
<p>Falência vs. recuperação<br />
A decretação de falência da Oi com a continuidade das atividades, como chegou a ser determinada pela Justiça em primeira instância, teria, ao menos, preservado o patrimônio da empresa para pagar os débitos trabalhistas, que têm prioridade. Mas Bradesco, Itaú e V.tal recorreram da decisão e dos termos da decretação de falência, e com isso a empresa voltou para o estágio de recuperação judicial, mas em uma situação atípica, em que o plano de recuperação judicial é, sabidamente inexequível, e não existe outra alternativa sendo proposta. Isso preocupa os funcionários da empresa.</p>
<p>&#8220;Ninguém quer a falência de uma empresa, os funcionários querem continuar trabalhando. Mas no final vai sobrar o que? O certo seria os credores e acionistas assumirem a operação, ou pelo menos haver um processo de falência organizado, preservando o patrimônio, os contratos e com indenização dos funcionários, e não como foi na Serede em que até os funcionários do RH foram demitidos. Mandaram os funcionários devolverem os equipamentos e veículos e não tem ninguém sequer para dar baixa&#8221;, diz Moura.</p>
<p>Procurada para comentar as críticas e responder a estas dúvidas (ver abaixo), a administração judicial disse apenas que &#8220;a Oi sempre manteve canal aberto com os sindicatos e seguirá recebendo a todos, ouvindo com atenção as suas reivindicações e dirimindo as dúvidas. É importante destacar que todas as obrigações trabalhistas da companhia estão em dia e assim continuarão&#8221;.</p>
<p>Outros funcionários da Oi relatam um isolamento do administrador judicial em relação ao resto da empresa. Ele raramente se dirige aos funcionários e não sinaliza quais serão os próximos passos, segundo os relatos. A venda da V.tal, cujo leilão está marcado para o dia 5 de março, por exemplo, foi uma surpresa. O que se esperava, nesse momento, eram processos mais intensivos de venda de imóveis, o que não está acontecendo.</p>
<p>&#8220;Esperamos um compromisso primeiro com a empresa e os funcionários. Parece que não há clareza do que a empresa faz&#8221;, diz Moura.</p>
<p>Auxílio externo<br />
No final do ano passado, a Juiza Simone Chevrand chegou a relatar que o administrador judicial havia solicitado o auxílio externo para estruturar o desenho de um novo plano de recuperação e uma orientação estratégica para a companhia. Também apontou que a empresa deveria ser gerida pelos credores, já que a falência havia sido revertida em segunda instância. Mas estas manifestações ficaram no limbo e, segundo apurou este noticiário, a sensação interna que prevalece é que a administração judicial está gerindo uma massa falida com uma folha salarial.</p>
<p>Este ano, o CNJ e a justiça foram questionados sobre a remuneração da administração judicial. Havia a perspectiva de que esse questionamento pudesse travar ainda mais a gestão da empresa, conforme relatou este noticiário.</p>
<p>Recentemente, a resposta da juíza Simone Chevrand foi que o percentual de remuneração estava em linha com o previsto em lei e com o porte da recuperação. Com isso, a remuneração foi mantida, causando ainda mais revolta entre os trabalhadores.</p>
<p>Moura diz que as federações de trabalhadores estão procurando o governo em várias instâncias. &#8220;Estivemos algumas vezes com a Anatel, com o Ministério do Trabalho e com parlamentares. Fomos ao Minicom e expusemos o cenário a todos, mas a resposta é que existe pouco a ser feito, considerando que a Oi não é mais uma concessionária&#8221;.</p>
<p>Fontes da Anatel confirmam que quando a Oi deixou de ser uma concessionária, o acompanhamento operacional e financeiro deixou de ser feito. Hoje, a prioridade da agência é recuperar parte das garantias e depósitos judiciais necessários à continuidade dos serviços essenciais e que foram liberados pela Justiça para a Oi pagar os credores. Mas nem Anatel e nem a Oi parecem ter, ainda, um plano de contingência sobre o que acontecerá com os serviços prestados pela Oi em seis mil localidades onde só a Oi opera, nem para o funcionamento dos telefones de serviços essenciais (tridígitos), num cenário de eventual falência.</p>
<p>Manifestação da Serede<br />
Moura também critica a administração judicial da Serede por, supostamente, ter cortado os esforços de recuperação dos créditos da empresa junto à Oi e não estar cobrando da operadora, como acionista da Serede, de garantias de cumprimento das obrigações trabalhistas que ficaram após a falência. Nesse aspecto, a Serede respondeu:</p>
<p>1) Como a gestão da massa falida pretende recuperar os créditos que a empresa tem com contratantes, como a Oi?</p>
<p>Serede – A gestão da massa falida tem atuado de forma ativa e estruturada na recuperação dos créditos da Serede junto a seus contratantes. Estão em curso medidas administrativas e jurídicas voltadas à cobrança desses valores, incluindo tratativas diretas, sempre com o objetivo de maximizar a recuperação de ativos em benefício dos credores.</p>
<p>2) Já existe um levantamento do património e do passivo final da Serede?</p>
<p>Sim. Já foi iniciado o levantamento detalhado do patrimônio e do passivo da Serede, trabalho que vem sendo conduzido de forma técnica e criteriosa pela administração judicial, cujas conclusões serão apresentadas oportunamente nos autos, para ciência de todos os interessados. Esse mapeamento é fundamental para garantir transparência ao processo e subsidiar as próximas etapas da falência, incluindo a definição das estratégias de pagamento aos credores.</p>
<p>3) Existem tratativas para que a acionista principal (Oi) assuma parte do passivo da Serede?</p>
<p>O tema vem sendo acompanhado com atenção, no contexto dos processos legais em curso. Eventuais medidas ou encaminhamentos, em relação ao passivo, serão avaliados no momento oportuno e comunicados pelos canais oficiais, caso haja qualquer deliberação formal.</p>
<p>__________________________</p>
<p>Perguntas à Oi<br />
TELETIME também enviou à administração judicial da Oi uma lista de perguntas, mas não houve respostas específicas a elas. As perguntas foram as seguintes:</p>
<p>1) As federações de trabalhadores estão preocupados que até aqui a empresa não apresentou um plano estratégico de direcionamento dos negócios para o caso de prosseguimento das atividades da empresa, nem um plano de demissões e enxugamento de gastos, para o caso de desativação da Oi. Há relatos de muitos funcionários sem orientação sobre o que fazer e quais as prioridades nesse momento. Como está sendo conduzida a gestão operacional da empresa e o projeto estratégico de curto e médio prazo?</p>
<p>2) Há algum plano de redução de custos operacionais e desligamento dos funcionários que hoje estão sem função?</p>
<p>3) Que medidas estão sendo tomadas pela gestão da companhia no sentido de preservar o patrimônio existente (elementos de rede como cordoalhas, pontos de fixação, dutos etc), imóveis e veículos?</p>
<p>4) A Oi está perdendo contratos na Oi Soluções e, portanto, receitas. Existe um direcionamento estratégico de preservação das atividades de atendimento ao mercado corporativo pela empresa? Estão ainda sendo buscados compradores para a Oi Soluções?</p>
<p>5) A Juiza Simone Chevrand determinou no final do ano passado a contratação de uma assessoria para a elaboração de um plano de recuperação ajustado à nova realidade . Em que estágio está esta contratação ou, se já houver uma consultoria, para quando é esperada a apresentação do plano?</p>
<p>6) Os recursos acessados pela Oi de depósitos judiciais e garantias com a Anatel estão sendo utilizados no pagamento dos leilões reversos de fornecedores e credores extraconcursais. Qual a previsão de caixa da empresa para o curto prazo após esses leilões?</p>
<p>7) Com a falência da Serede, existe alguma previsão de que a Oi, como acionista principal da empresa, assuma os passivos trabalhistas e concursais da empresa?</p>
<p>8) A Oi ainda pretende transferir os serviços essenciais prestados como parte do acordo de migração das concessões com a Anatel, sobretudo o atendimento de localidades e os serviços de tridígito, para outros fornecedores? Como estão essas negociações?</p>
<p>9) Considerando que, por determinação judicial, a remuneração do administrador se dá pelos valores que serão efetivamente pagos aos credores, qual a preocupação do gestor com a preservação da capacidade operacional da empresa e redução do passivo junto aos credores?</p>
<p>Fonte: Teletime.com.br<br />
Foto: Divulgação</p>
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		<title>Serede demite todos os 4,8 mil funcionários; sindicatos protestam</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 19:38:19 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em consequência da decretação da falência da Serede na última sexta, 19, com a antecipação dos efeitos da liquidação, a empresa de implementação de rede ligada à Oi anunciou nesta segunda, dia 22, a rescisão de todos os contratos de trabalho. Segundo a empresa, a Serede (que agora se apresenta como Massa Falida da Serede) teve, com a falência, suas atividades empresariais cessadas, e a partir de agora &#8220;a empresa encontra-se legalmente impedida de dispor de seus bens ou manter operações fora dos limites autorizados judicialmente&#8221;. Foram cerca de 4,8 mil trabalhadores diretos dispensados.</p>
<p>Além da rescisão dos contratos de trabalho, informa a empresa, os créditos trabalhistas (salários, férias, horas extras, verbas rescisórias, FGTS não recolhido entre outros) passam a ter natureza de créditos concursais&#8221;, e seguem a prioridade de pagamento defini na Lei de Falências. O comunicado diz ainda que os sindicatos serão mantidos comunicados e envolvidos no &#8220;acompanhamento do desligamento coletivo&#8221;. A empresa pede ainda, em cumprimento às obrigações legais, que os funcionários entreguem ferramentas de trabalho, equipamentos, notebooks, celulares e dospositivos eletrônicos, veículos, equipamentos de proteção e materiais e insumos que sejam de propriedade da empresa.</p>
<p>A Serede lembra ainda que os trabalhadores devem habilitar seus créditos no processo de falência e buscar a Justiça do Trabalho para apuração e liquidação dos valores.</p>
<p>Sindicatos protestam<br />
Em carta, os sindicatos e federações sindicais protestaram, alegando que a atitude da empresa foi &#8220;inconsequente&#8221; que afeta a vida de milhares de famílias. Alegam ainda que os funcionários seguem prestando serviços para a Oi Soluções e que a determinação de devolução dos equipamentos coloca esse serviço em risco.</p>
<p>Para João Moura Neto, presidente da Fitratelp, não foram fornecidos &#8220;os termos de rescisão de contrato, não comunicaram o encerramento das contas do INSS e FGTS, não emitiram as guias do seguro desemprego. Totalmente inconsequente, irresponsável e desrespeitoso com os trabalhadores&#8221;, disse a este noticiário.</p>
<p>&#8220;Além do impacto humano, as federações alertam que a interrupção abrupta das atividades coloca em risco a manutenção da infraestrutura de telecomunicações do Grupo Oi, o que pode afetar serviços públicos e privados essenciais&#8221;, diz a nota das entidades.</p>
<p>Confira a íntegra da nota à imprensa:</p>
<p>As federações nacionais de trabalhadores em telecomunicações (FITRATELP, FENATTEL e FITTLIVRE) manifestam profunda indignação e repúdio ao comunicado emitido hoje pela Massa Falida da Serede – Serviços de Rede S.A., assinado pela administradora judicial Tatiana Binato. Para as entidades, a nota é uma afronta aos direitos sociais e demonstra uma visão estritamente burocrática que ignora o drama de quase 5 mil famílias e a estabilidade do setor de telecomunicações no Brasil.</p>
<p>Ao declarar a rescisão automática de todos os contratos e exigir a devolução imediata de ferramentas e veículos, a administração judicial ignora a complexidade da operação e o fato de que parte essencial do efetivo ainda atende a serviços críticos, como a Oi Soluções.<br />
?Inconsequência e Prejuízos Irreparáveis</p>
<p>O presidente da FITRATELP, João de Moura Neto, foi enfático ao classificar a postura da Massa Falida como um erro estratégico que trará consequências drásticas.</p>
<p>&#8216;A decisão não mediu as consequências do que representa demitir 100% do efetivo para a continuidade da própria falência. Sem trabalhadores para desmobilizar o patrimônio de forma organizada ou para manter as operações ativas que geram receita, como a Oi Soluções, a administradora está acelerando a destruição de valor da empresa e causando prejuízos irreparáveis aos trabalhadores&#8217;, afirma João de Moura Neto.</p>
<p>Ameaça à Operação da Oi e Intranquilidade Social</p>
<p>O comunicado da Serede gerou um clima de pânico e intranquilidade nas bases em todo o país. Além do impacto humano, as federações alertam que a interrupção abrupta das atividades coloca em risco a manutenção da infraestrutura de telecomunicações do Grupo Oi, o que pode afetar serviços públicos e privados essenciais.</p>
<p>Para as federações, a orientação para que os trabalhadores habilitem seus créditos na justiça falimentar é &#8220;empurrar o trabalhador para o fim de uma fila infinita&#8221;, enquanto a tomadora de serviços, a Oi S.A., permanece assistindo ao colapso sem assumir sua responsabilidade subsidiária imediata.</p>
<p>Fonte: Teletime<br />
Foto: Pexels</p>
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