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	<description>Sinttel - Sindicato Trabalhadores Em Telecomunicações do Estado do Piauí</description>
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		<title>Grávidas só podem tomar vacinas da Pfizer ou CoronaVac</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jul 2021 14:16:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (8), que mulheres grávidas sem comorbidades devem evitar as vacinas da&#160;AstraZeneca/Oxford&#160;e da&#160;Johnson&#160;contra a Covid-19. A indicação da pasta, é que as grávidas tomem os imunizantes da&#160;Pfizer&#160;ou a&#160;CoronaVac. No anúncio feito em coletiva de imprensa pela manhã, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou ainda que as grávidas que &#8230;]]></description>
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<p>O Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (8), que mulheres grávidas sem comorbidades devem evitar as vacinas da&nbsp;<strong>AstraZeneca/Oxford</strong>&nbsp;e da&nbsp;<strong>Johnson&nbsp;</strong>contra a Covid-19. A indicação da pasta, é que as grávidas tomem os imunizantes da&nbsp;<strong>Pfizer&nbsp;</strong>ou a&nbsp;<strong>CoronaVac</strong>.</p>



<p>No anúncio feito em coletiva de imprensa pela manhã, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou ainda que as grávidas que tomaram a primeira dose da vacina AstraZeneca não podem tomar um imunizante diferente na segunda dose.</p>



<p><strong>Quem já tomou a Astrazeneca, deve fazer o quê?</strong></p>



<p>As grávidas que tomaram a primeira dose da AstraZenica há menos de 15 dias, devem observar qualquer tipo de reação que tenha relação com trombose: falta de ar, dor no peito, inchaço na perna e dor abdominal persistente, além de dor de cabeça persistente e visão turva. Nesses casos, é preciso consultar o médico imediatamente. Se já foi imunizada há mais de 15 dias e não teve nenhum dos sintomas acima, as grávidas não precisam mais se preocupar.</p>



<p>Queiroga lembrou ainda que a combinação de vacinas – receber a primeira dose de uma seguida da segunda dose de outra – não está autorizada nem em gestantes, nem em nenhum público.</p>



<p>A combinação da primeira dose da AstraZeneca com a segunda dose da Pfizer em grávidas já havia sido autorizada nos estados do Rio de Janeiro e Ceará. No caso do Ceará, a autorização também foi estendida a puérperas.</p>



<p>Mesmo antes da nova orientação do ministro, vários municípios já vacinavam grávidas sem comorbidades. Na terça-feira (6), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também já havia recomendado que grávidas não recebessem as vacinas de vetor viral.</p>



<p>O ministro afirmou que os municípios têm autonomia, mas “não para mudar o cerne do que foi discutido na política tripartite”. “Não pode ficar criando esquemas vacinais diferentes de maneira discricionária sem ouvir o Programa Nacional de Imunizações&#8221;, disse Queiroga.</p>



<p><strong>Reações provocaram decisão da Saúde</strong></p>



<p>Para entende melhor essa decisão do Ministério da Saúde, em maio deste ano, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (<strong>Anvisa</strong>) decidiu suspender temporariamente o uso da vacina&nbsp;<strong>AstraZeneca/Oxford,</strong>&nbsp;produzida pela Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), em&nbsp;<strong>grávidas e puérperas</strong>&nbsp;– período de 40 a 45 dias após o parto.</p>



<p>A medida foi tomada após a morte de uma gestante carioca de 35 anos imunizada com a AstraZeneca. Na ocasião, a Anvisa afirmou que não foi comprovada a relação da morte da jovem, grávida de 23 semanas, mas ainda assim proibiu, desde então, que grávidas tomem o imunizante.</p>



<p>Segundo dados do governo federal, as complicações causadas pela Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, já tirou a vida de mais de 400 grávidas no Brasil só este ano.</p>



<p>A secretária extraordinária de enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite de Melo,&nbsp;presente à coletiva, disse que das 3 milhões de grávidas no Brasil, 313.235 já foram vacinadas contra a Covid-19, o equivalente a cerca de 10% das gestantes brasileiras.</p>



<p>Cerca de 201.452 foram imunizadas com a vacina da&nbsp;<strong>Pfizer</strong>, outras 63.581 a&nbsp;<strong>CoronaVac</strong>&nbsp;e 48.202 receberam a&nbsp;<strong>AstraZeneca</strong>.</p>



<p>De acordo com Rosana Leite, entre as imunizadas, com qualquer vacina, foram identificados 439 eventos adversos. Desses, 24 foram graves. Entre eles, houve quatro  mortes, mas três não tiveram relação com a vacina.</p>



<p>Fonte: CUT</p>
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