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	<title>IBGE &#8211; Sinttel Piauí</title>
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	<description>Sinttel - Sindicato Trabalhadores Em Telecomunicações do Estado do Piauí</description>
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		<title>Telecom cresce 2,4% em 12 meses até julho, aponta IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 18:08:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Foi a sexta alta consecutiva do setor de serviços, puxado também pelas atividades de tecnologia da informação. O setor de telecom registrou crescimento de 2,4% no acumulado de 12 meses até julho de 2025, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta sexta-feira, 12, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre janeiro &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Foi a sexta alta consecutiva do setor de serviços, puxado também pelas atividades de tecnologia da informação.</em></p>
<p>O setor de telecom registrou crescimento de 2,4% no acumulado de 12 meses até julho de 2025, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta sexta-feira, 12, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre janeiro e julho, a alta foi de 1%. Na comparação com julho de 2024, o avanço foi de 0,5%, enquanto frente a junho de 2025 houve variação positiva de 0,7%.<br />
De acordo com o IBGE, o desempenho das áreas de telecom contribuiu para o sexto mês consecutivo de expansão do setor de serviços no país. O volume total de serviços variou 0,3% em julho, acumulando ganho de 2,4% desde fevereiro. No ano, a alta chega a 2,6% e, em 12 meses, o crescimento é de 2,9%.</p>
<p>Informação e comunicação em destaque<br />
A atividade de informação e comunicação avançou 1% em julho, resultado influenciado tanto pelas telecomunicações (+0,7%) quanto pelos serviços de tecnologia da informação (+1,2%). Segundo Rodrigo Lobo, gerente da pesquisa, o crescimento foi impulsionado por empresas de portais, provedores de conteúdo e serviços de informação na internet.</p>
<p>No acumulado de janeiro a julho, o segmento de informação e comunicação apresentou expansão de 6%, reflexo do aumento das receitas em atividades como desenvolvimento e licenciamento de softwares, tratamento de dados, hospedagem, consultoria em TI e suporte técnico.</p>
<p>Desempenho regional e outros setores<br />
O crescimento dos serviços, considerando todas as verticais que o formam, além de telecom) em julho foi acompanhado por 12 das 27 unidades da federação, com maiores contribuições de São Paulo (1,7%), Paraná (1,7%), Mato Grosso do Sul (5,7%), Santa Catarina (0,9%) e Rondônia (10,9%).</p>
<p>Além de informação e comunicação, os avanços de julho vieram dos serviços profissionais, administrativos e complementares (+0,4%) e dos serviços prestados às famílias (+0,3%). Em contrapartida, transportes recuaram 0,6%, com queda expressiva no transporte aéreo de passageiros (-4%).</p>
<p>Fonte: https://telesintese.com.br/telecom-cresce-24-em-12-meses-ate-julho-aponta-ibge/<br />
Foto: Freepik</p>
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		<title>Censo 2022 terá call center e pesquisa pela internet</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2022 11:51:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[call center]]></category>
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		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[Agentes Censitários de Pesquisa por Telefone prestarão auxílio no preenchimento do questionário do Censo O Censo 2022 terá uma central telefônica exclusiva para esclarecer as dúvidas da população durante a coleta domiciliar da maior pesquisa do país, que começa na próxima segunda-feira, 1º de agosto. O Centro de Apoio ao Censo (CAC), disponível via 0800 &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Agentes Censitários de Pesquisa por Telefone prestarão auxílio no preenchimento do questionário do Censo</em></p>
<p>O Censo 2022 terá uma central telefônica exclusiva para esclarecer as dúvidas da população durante a coleta domiciliar da maior pesquisa do país, que começa na próxima segunda-feira, 1º de agosto. O Centro de Apoio ao Censo (CAC), disponível via 0800 721 8181, terá 180 agentes censitários para auxiliar a sociedade a preencher o questionário via internet ou telefone.</p>
<p>Assim como no Censo de 2010, também no Censo 2022 os moradores poderão escolher a opção de preenchimento do questionário via internet. Após uma visita inicial obrigatória, na qual o recenseador também registrará as coordenadas de cada endereço, o morador poderá fazer a escolha pelo autopreenchimento via internet. A partir daí, será gerado um e-ticket, com prazo de validade de sete dias, para que a pessoa responda ao questionário online.Para evitar que o morador se esqueça de responder e o e-ticket perca a validade, inicia-se o procedimento padrão, como explica Andrea Salvador, coordenadora do Centro de Entrevista Telefônica Assistida por Computador do IBGE. “No segundo dia, vai haver um disparo por SMS e e-mail para a pessoa. No quarto dia, nós vamos ligar e verificar por que a pessoa não começou a preencher ou, caso ela tenha começado, por que ela não continuou, se houve alguma dúvida ou se ela perdeu o e-ticket”.Se o informante mantiver sua escolha pelo preenchimento via internet, o CAC tentará o contato uma última vez no sexto dia. Se o prazo de sete dias expirar e o questionário permanecer sem resposta, o domicílio retorna aos aparelhos dos recenseadores para que possa ser realizada uma entrevista presencial.Outra novidade do Censo 2022 será a possibilidade de preenchimento por telefone, processo pelo qual o CAC também é responsável. Após a visita para o cadastramento do endereço e de pelo menos um contato com o morador, ele poderá escolher responder por telefone, momento no qual precisará conceder autorização ao agente para que este preencha o questionário junto ao entrevistado.</p>
<h2>Agentes experientes e qualificados</h2>
<p>A eficiência do processo de auxílio e da coleta de dados é garantida pela qualificação dos agentes. Um pré-requisito para a aprovação no processo seletivo foi a comprovação de experiência em telemarketing. Após a seleção, os agentes passaram por um treinamento organizado pelo IBGE, estando assim, aptos a trabalhar no Censo.O CAC começa a operar no dia 1º de agosto, data de início da coleta domiciliar do Censo 2022. O telefone de atendimento &#8211; repetindo &#8211; é o 0800 721 8181. O horário de funcionamento do CAC será das 8h às 21h30, todos os dias da semana, de domingo a domingo. Haverá três turnos de trabalho, com 60 profissionais cada. Como ocorre em todas as pesquisas do IBGE, as informações prestadas ao CAC são confidenciais e o sigilo é garantido.</p>
<p>Com informações do IBGE </p>
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		<title>IBGE: taxa de desemprego de jovens atinge 27,1%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2020 16:10:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CUT]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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					<description><![CDATA[Índice ficou bem acima da média geral do país, de 12,2%
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego entre os jovens de 18 a 24 anos de idade brasileiros ficou em 27,1% no primeiro trimestre de 2020, bem acima da média geral de 12,2% do país no período. Este comportamento foi verificado nas cinco grandes regiões, com destaque para o Nordeste, onde a estimativa foi de 34,1% de desempregados nesta faixa etária.</p>
<p>Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O desemprego entre os jovens cresceu em relação ao último trimestre de 2019, quando a taxa era de 23,8%. Segundo a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy, o crescimento é esperado devido às dispensas de trabalhadores temporários contratados para o período de final do ano. “A maior parte dos temporários dispensados no início do ano são jovens, o que faz com que a queda no nível de ocupação seja maior nesta faixa”, explica Adriana.</p>
<p>Outro dado da pesquisa é que a taxa entre as mulheres brasileiras ficou em 14,5% no primeiro trimestre deste ano, 4,1 pontos percentuais acima da taxa observada entre os homens no mesmo período (10,4%).  Os dados também mostram disparidade entre as pessoas que autodeclararam sua cor para o IBGE. A taxa entre os brancos ficou em 9,8%, bem abaixo das pessoas pardas (14%) e pretas (15,2%).</p>
<p>Para o contingente de pessoas com ensino médio incompleto, a taxa ficou em 20,4%, superior à verificada para os demais níveis de instrução. Aqueles com nível superior completo registraram uma taxa de 6,3%.</p>
<h2>Estados</h2>
<p>As maiores taxas de desemprego no primeiro trimestre deste ano foram registradas na Bahia (18,7%), Amapá (17,2%), Alagoas e Roraima (16,5%). Já as menores ficaram com Santa Catarina (5,7%), Mato Grosso do Sul (7,6%) e Paraná (7,9%).</p>
<p>Na comparação com o último trimestre de 2019, a taxa de desemprego cresceu em 12 locais, permanecendo estável nas outras 15 unidades da federação. Os estados com maiores altas foram Maranhão (3,9 pontos percentuais, chegando a 16,1% no primeiro trimestre), Alagoas (2,9 pontos percentuais, chegando a 16,5%) e Rio Grande do Norte (2,7 pontos percentuais, chegando a 15,4%).</p>
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		<title>STF mantém suspensão de repasse de dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2020 00:37:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[LGPD]]></category>
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		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Em abril, o governo federal determinou que empresas entreguem nome, endereço e telefone de clientes pessoas físicas e jurídicas para que o IBGE realize a Pnad Contínua de forma não presencial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com cinco Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) na mesa, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter a suspensão do repasse de dados dos clientes (nome, endereço e telefone) pessoas físicas e jurídicas para que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) realize a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.</p>
<p>O pedido foi feito pelo governo federal junto às empresas de telecomunicações por meio de uma medida provisória publicada em abril. A justificativa do governo federal é que com a pandemia do novo coronavírus, os pesquisadores do IBGE estariam impossibilitados de visitar pessoalmente os domicílios para recolher os dados – e por isso teriam que ser coletados por telefone para fins de &#8220;produção estatística oficial&#8221;. Desde sua publicação, a MP 954/2020 é alvo de críticas por colocar em risco o direito à privacidade.</p>
<p>As ações foram propostas pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e pelos partidos PSDB, PSB, PSOL e PCdoB.  Por dez votos a um, os ministros entenderam que o texto da medida não garantia o sigilo dos dados. O repasse já tinha sido suspenso pela ministra Rosa Weber, &#8220;a fim de prevenir danos irreparáveis à intimidade e ao sigilo da vida privada de mais de uma centena de milhão de usuários dos serviços de telefonia fixa e móvel&#8221;.</p>
<p>O único voto contrário foi do ministro Marco Aurélio Mello, que afirmou que a medida foi justificada pela pandemia, e que o IBGE é “merecedor da confiança nacional”. O ministro ainda argumentou que cabe aguardar o exame da MP 954/2020 pelo Congresso Nacional, que apreciará a conveniência e a oportunidade da normatização da matéria.</p>
<p>Em nota feita poucos dias da publicação da MP, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), afirmou que &#8220;a transferência de dados pessoais das operadoras de telecomunicações para o IBGE não atende princípios básicos de privacidade previstos na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), como a definição da finalidade específica e a necessidade para a transferência das informações&#8221;.</p>
<p>O Idec classificou como &#8220;extremamente preocupantes&#8221; algumas das lacunas observadas no texto da Medida Provisória. O instituto Data Privacy Brasil, que apresentou ao STF uma série de argumentos em apoio aos ADIs, afirmou que “a MP 954/2020 não apresenta claramente a finalidade da requisição dos dados, o que é agravado por se tratar das informações pessoais da maior parte da população brasileira”.</p>
<p>Para o coordenador de pesquisas do Data Privacy Brasil, Rafael Zanatta, apesar da MP ter sido construída com base em algumas salvaguardas – como atribuir com o caráter sigiloso aos dados e fixar os prazos para que sejam disponibilizados e descartados – a medida tem problemas fundamentais.</p>
<p>O mais grave deles, de acordo com Zanatta, é a própria falta de confiança de que essas salvaguardas serão respeitadas. &#8220;Não há, no texto, um mecanismo de supervisão. E esta seria a Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais, prevista na LGPD, mas que o governo federal ainda não a criou, mesmo depois de quase um ano da aprovação da lei&#8221;, explica Zanatta.</p>
<p>Fonte: <a href="https://olhardigital.com.br/">https://olhardigital.com.br/</a></p>
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