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	<title>iptv &#8211; Sinttel Piauí</title>
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	<description>Sinttel - Sindicato Trabalhadores Em Telecomunicações do Estado do Piauí</description>
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		<title>Acusado de administrar serviço de IPTV pirata é condenado a 5 anos de prisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Mar 2024 13:25:02 +0000</pubDate>
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<div class="elementor-widget-container"><em>Condenado tinha acesso a painel de administração de um serviço de IPTV pirata com 13,5 mil assinantes e faturamento anual de R$ 4,5 milhões.</em></div>
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<p>A Justiça brasileira proferiu, em 6 de março, a primeira condenação criminal da história do País contra crimes ligados à pirataria de conteúdo audiovisual por meio de IPTV. A juíza Marina Figueiredo Coelho, titular da 5ª Vara Criminal de Campinas (SP), fixou pena que totalizou 5 anos, 4 meses e 17 dias de prisão para um dos indiciados da Operação 404, ocorrida em novembro 2020.</p>
<p>Essa operação continua avançando, em novembro de 2023 deflagrou sua sexta fase, que incluiu 24 operações simultâneas em doze estados do Brasil e uma na Argentina, para desmantelar organizações criminosas.</p>
<p>O condenado em questão foi encontrado com dispositivos eletrônicos, por meio dos quais tinha acesso ao painel de administração de um serviço ilegal de IPTV. A ação constatou que a plataforma contava com mais de 20 mil usuários cadastrados. Deles, 13.547 estavam ativos, representando o faturamento acumulado de R$ 4.542.034,00 (US$ 914.500) em doze meses. A cobrança dos usuários era feita por meio de plataformas de pagamento eletrônico e contas bancárias.</p>
<p>De acordo com os autos do processo, foi por meio da investigação da Alianza Contra La Piratería Audiovisual, entidade latino-americana responsável pelas denúncias criminais no Brasil, que a Operação conseguiu apurar que os agora condenados “retransmitiram e revenderam pacotes de canais de televisão paga sem autorização, a preços que variavam entre R$ 20 e R$ 30 pelo pacote, embora também houvesse ofertas (com serviços roubados de numerosas plataformas) de até R$ 200 por mês”.</p>
<p>A sentença proferida pela juíza contemplou violações de direitos autorais e crimes contra a relação de consumo, cujas violações são determinadas, respectivamente, pelo artigo 184, § 3º do Código Penal e pelo artigo 7º, inciso VII, da Lei nº 8.137/90.</p>
<p>O processo judicial inclui elementos da Operação 404, uma iniciativa de colaboração internacional coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública do Brasil, Polícia Civil e as forças de segurança do Reino Unido, do Peru, dos Estados Unidos e da Argentina.</p>
<p>Desde o seu início em 2019, a Operação 404 acumula mais de 2.580 sites e 747 aplicativos bloqueados, considerando transmissões piratas de conteúdos audiovisuais, musicais e também da indústria de jogos, com 152 incursões para desmantelar organizações criminosas relacionadas à pirataria audiovisual. Tudo isso com a participação de cinco países e 20 unidades federativas do Brasil. <em>(Com assessoria de imprensa)</em></p>
<p>Fonte: https://www.telesintese.com.br/acusado-de-administrar-servico-de-iptv-pirata-e-condenado-a-5-anos-de-prisao/<br />
Foto: Designed by Freepik</p>
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		<title>Anatel define ações de bloqueio a caixas TV box irregulares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 19:12:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[iptv]]></category>
		<category><![CDATA[pirataria]]></category>
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					<description><![CDATA[A Anatel anunciou nesta quinta, dia 9, o plano de combate a decodificadores de TV do tipo TV box, IPTV e smart TV box sem homologação da agência e que deem acesso ilegal a conteúdos protegidos por direito. Basicamente, a ação da Anatel será deflagrada a partir da análise da agência de denúncias sobre as &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Anatel anunciou nesta quinta, dia 9, o plano de combate a decodificadores de TV do tipo TV box, IPTV e smart TV box sem homologação da agência e que deem acesso ilegal a conteúdos protegidos por direito. Basicamente, a ação da Anatel será deflagrada a partir da análise da agência de denúncias sobre as infração. A partir da denúncia um grupo de trabalho valida a necessidade de bloqueio, e a partir daí a agência determinará o bloqueio nacional dos endereços de IP que estão sendo utilizados para a distribuição das chaves que permitem o funcionamento das caixas e acesso aos conteúdos. A agência já recebeu uma primeira denúncia e as primeiras determinações de bloqueio devem acontecer nos próximos dias. A estimativa da Anatel é de que existam entre 5 milhões e 7 milhões de caixas irregulares no Brasil.</p>
<p>A base legal que a Anatel encontrou para fundamentar o combate às TV boxes não homologadas é a seguinte:</p>
<p>– Uso de equipamento não-homologado na rede de telecom. Pela Lei Geral de Telecomunicações, pode ser vedada a conexão na rede de equipamentos desse tipo. A agência já faz isso com celulares clandestinos, e não é novidade, portanto.</p>
<p>– A segunda irregularidade é prestação clandestina de telecomunicações</p>
<p>– A agência também verificou o uso indevido do serviço de TV por assinatura, porque quem distribui, contratou um acesso ilegal.</p>
<p>-Outro ponto usado pela Anatel é o prejuízo à ordem econômica e competição, pois há prestação de serviços sem as obrigações regulamentares.</p>
<p>– E, por fim, há o risco à segurança cibernética, tanto as redes de dados dos usuários quanto as redes, que podem ser derrubadas com esses equipamentos. Esse é o argumento que dá à agência a segurança de que o bloqueio não está infringindo o Marco Civil da Internet.</p>
<p>A Anatel terá um grupo de servidores especializados no tema para compor o Grupo de Trabalho de averiguação das denúncias, e celebrou um convênio com a Associação Brasileira de TV por Assinatura para utilizar as informações do laboratório de acompanhamento das ações de distribuição irregulares de conteúdo em TV boxes.</p>
<p>Mas é importante notar que, nesse momento, a agência não vai determinar o bloqueio de sites e redes sociais, ou mesmo aplicativos, que façam a distribuição de conteúdos pirata. O foco é nos equipamentos não-homologados, mas no futuro um convênio com a Ancine poderá permitir o bloqueio de conteúdos que estejam infringindo direitos autorais, explica o conselheiro Moisés Moreira, que lidera o trabalho na agência. &#8220;Nossa ideia é permitir um bloqueio rápido na camada da rede, para preservar a integridade da infraestrutura e evitar o uso indevido das redes de telecomunicações&#8221;.</p>
<p>A agência constituiu um grupo em 2021 que analisou os equipamentos mais comuns comercializados no Brasil e constatou que eles estavam sendo utilizados como porta para roubo de informações dos usuários e também para ataques coordenados de negação (DDoS). Segundo o superintendente de fiscalização, foi isso que permitiu à agência agir na determinação do bloqueio dos IPs que alimentam as caixas com as chaves de funcionamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Teletime</p>
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