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	<title>lei &#8211; Sinttel Piauí</title>
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	<description>Sinttel - Sindicato Trabalhadores Em Telecomunicações do Estado do Piauí</description>
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		<title>Luta contra a LGBTQIA+fobia começa por inclusão no mercado de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 14:45:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CUT]]></category>
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					<description><![CDATA[No Dia Internacional de Combate à LGBTQIA+fobia, celebrado em 17 de maio, CUT destaca avanços, desafios e o papel de políticas públicas e empregadores Mesmo com conquistas legislativas, como a criminalização da homofobia, maior visibilidade na mídia e em campanhas institucionais, a população LGBTQIA+ ainda enfrenta barreiras estruturais no mundo do trabalho, especialmente as pessoas &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>No Dia Internacional de Combate à LGBTQIA+fobia, celebrado em 17 de maio, CUT destaca avanços, desafios e o papel de políticas públicas e empregadores</em></p>
<p>Mesmo com conquistas legislativas, como a criminalização da homofobia, maior visibilidade na mídia e em campanhas institucionais, a população LGBTQIA+ ainda enfrenta barreiras estruturais no mundo do trabalho, especialmente as pessoas trans, travestis e aquelas que Não se encaixam nos padrões heteronormativos, caso das pessoas não-binárias.</p>
<p>A avaliação é do secretário de Políticas LGBTQIA+ da CUT, Walmir Siqueira. Segundo ele, o mercado de trabalho ainda é seletivo, discriminatório e excludente para essa população.</p>
<p>“As pessoas ainda não conseguem um emprego decente, não conseguem terminar seus estudos, não conseguem fazer uma qualificação profissional, uma universidade”, diz o dirigente, explicando que grande parte se vê ‘empurrada’ para o subemprego e para a informalidade.</p>
<p>Walmir afirma que apesar de alguns avanços no judiciário, o legislativo continua capturado por forças conservadoras. “Não conseguimos aprovar leis. Quando governos negociam com bancadas conservadoras, a pauta LGBTQIA+ é sempre a primeira a ser sacrificada”</p>
<p>Leis e políticas públicas são fundamentais porque impactam não somente a sociedade mas também o mercado de trabalho. A criminalização da homofobia, por exemplo, ajudou a frear abusos. Quando um direito é garantido por lei, as empresas precisam cumprir. Isso cria uma nova cultura. Mas a mudança não depende apenas do poder público. <strong>O papel das empresas é crucial.</strong></p>
<p>O dirigente reconhece avanços simbólicos, como campanhas publicitárias durante o mês do orgulho, mas ressalta que é no cotidiano que se testa o compromisso real com a diversidade. “Diversidade não é peça de marketing”.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>É preciso contratar, incluir, formar e proteger. Combater a violência contra pessoas LGBTQIA+ no trabalho começa pela inclusão dessas pessoas no mercado. O primeiro passo é garantir presença com dignidade.</p>
<footer>&#8211; Walmir Siqueira</footer>
</blockquote>
<p><a href="https://www.cut.org.br/noticias/17-de-maio-o-dia-de-visibilidade-da-luta-contra-a-lgbtqia-fobia-0fc3" target="_blank" rel="noopener"><strong>Leia mais: 17 de maio &#8211; o dia de visibilidade da luta contra a LGBTQIA+fobia</strong></a></p>
<p><strong>Horizonte</strong></p>
<p>No Brasil, legislações e políticas públicas para a população LGBTQIA+ caminham junto com a tendência de as novas gerações terem um olhar diferente sobre a  sexualidade das pessoas. “A própria legislação, a política pública faz com que as pessoas naturalizem a questão. Isso vem sendo criado no comportamento, você pode falar, pode se mostrar. Mas não para toda a sociedade. Há ainda muita discriminação velada, para além da violência que sofremos todos os dias”, diz Walmir.</p>
<p>Ele afirma ainda que na juventude, há essa ‘naturalização’, mas não em todos os espaços. “Não adianta a gente ver na escola como o comportamento dos jovens está, mas depois, na sociedade, o que acontece é a violências nas famílias e nas ruas”, ele explica fazendo um panorama do paradoxo existente na convivência com a diversidade,.</p>
<p>Mas, ele prossegue, políticas públicas são o caminho para avanços. “A esperança está nas conferências LGBTQIA+ que estão sendo realizadas em diversos municípios e estados e devem culminar na Conferência Nacional. No entanto, mesmo sem garantias de implementação imediata, as conferências são espaços essenciais para escuta, levantamento de dados, debate público e pressão política. É nelas que podemos apontar caminhos reais para políticas públicas eficazes”, afirma Walmir.</p>
<p><strong>O mercado de trabalho como reflexo da sociedade</strong></p>
<p>As conferências também revelam como a população LGBTQIA+ tem sido tratada no mercado formal. “Queremos saber se o nome social está sendo respeitado nas empresas, se os companheiros e companheiras de pessoas LGBTQIA+ têm acesso ao plano de saúde, se há espaço para promoção, se há plano de carreira e contratação com isonomia”, aponta.</p>
<p>Para Walmir, incluir é também educar. “É preciso paciência, orientação e, acima de tudo, compromisso com a mudança cultural. O empresariado tem muito a ganhar quando contrata com base na competência, não na identidade de gênero ou na orientação sexual.”</p>
<p><strong>Dados</strong></p>
<p>Veja abaixo os dados do mercado de trabalho para LGBTQIA+ levantados por pesquisas de diversos setores;</p>
<p>&#8211; Desemprego e informalidade</p>
<ul>
<li>Pessoas trans: 90% estão em subemprego ou prostituição (ANTRA, 2023).</li>
<li>Taxa de desemprego geral LGBTQIA+: 20% (contra 12% da população geral – IBGE, 2023).</li>
</ul>
<p>&#8211; Discriminação em processos seletivos</p>
<ul>
<li>53% dos LGBTQIA+ já omitiram orientação sexual em entrevistas (FGV/EAESP, 2022).</li>
<li>60% das empresas não têm políticas para inclusão de pessoas trans (Talento em Transição, 2023).</li>
</ul>
<p>-Assédio e exclusão</p>
<ul>
<li>38% dos funcionários LGBTQIA+ relataram piadas homofóbicas/transfóbicas no trabalho (Itaú Pride Survey, 2023).</li>
<li>72% das pessoas trans já foram demitidas após assumirem sua identidade de gênero (Rede Trans Brasil, 2022).</li>
</ul>
<p><strong>Dia Internacional contra a LGBTQIA+fobia</strong></p>
<p>No dia 17 de maio de 1990, a OMS excluiu a homossexualidade da Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde. Isso possibilitou o avanço na luta pelos direitos civis e tornou-se uma data simbólica e histórica para o Movimento LGBT no mundo todo.</p>
<p>O objetivo desta data é promover ações de combate ao preconceito e discriminação contra as diferentes orientações sexuais e identidades de gênero, além de gerar o desenvolvimento de uma conscientização sobre a importância do combate e da criminalização da homofobia.</p>
<p>No Brasil alguns direitos foram conquistados como o casamento civil entre casais do mesmo sexo; o direito das pessoas de alterarem seu gênero e nome civil nos cartórios; e, por fim, o STF também concedeu a possibilidade dos crimes de LGBTfobia serem enquadrados na lei do racismo, enquanto uma legislação específica para esse tipo de discriminação não é elaborada, além de políticas de saúde para pessoas LGBTQIA+, que visam garantir acesso universal, integral e equitativo aos serviços de saúde, eliminando discriminação e preconceito.</p>
<p>Entre essas políticas estão os cuidados e prevenção ao HIV/Aids e o acesso a terapia hormonal, cirurgias de redesignação sexual (quando necessárias) com acompanhamento multiprofissional,</p>
<p><em>“Esta data serve para que possamos lutar e resistir todos os dias, pelo direito à vida, ao respeito e por condições dignas e oportunidades iguais de trabalho. A CUT, por meio da secretaria e do coletivo nacional LGBTQIA+ atua no sentindo de levar essa pauta aos sindicatos, às negociações coletivas, para que as relações de trabalho sejam mais democráticas e promovam a inclusão da população LGBTQIA+”, finaliza Walmir Siqueira</em></p>
<p>Fonte: https://www.cut.org.br/noticias/luta-contra-a-lgbtqia-fobia-comeca-por-inclusao-no-mercado-de-trabalho-c3e1<br />
Foto: Freepik Free</p>
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		<title>O que é ‘acordado x legislado’ e que acordos valem mais do que a lei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jul 2022 15:02:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>
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					<description><![CDATA[STF decidiu que, em alguns casos, acordos fechados entre patrão e trabalhador valem mais do que a lei. Isso é bom ou ruim? Qual o papel dos sindicatos na proteção dos direitos?  A reforma Trabalhista de 2017 estabeleceu que os acordos feitos entre patrões e trabalhadores valem mais do que está escrito na lei.  É &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>STF decidiu que, em alguns casos, acordos fechados entre patrão e trabalhador valem mais do que a lei. Isso é bom ou ruim? Qual o papel dos sindicatos na proteção dos direitos? </em></p>
<p>A reforma Trabalhista de 2017 estabeleceu que os acordos feitos entre patrões e trabalhadores valem mais do que está escrito na lei.  É o chamado negociado versus legislado<em>. Veja no final em quais direitos o acordado prevalece sobre o legislado.</em></p>
<p>A decisão foi contestada no Supremo Tribunal Federal (SFT) porque na maioria dos questionamentos de perda de direitos em acordos coletivos feitos na Justiça do Trabalho, os desembargadores permitiam os acordos vantajosos para os trabalhadores, mas barravam acordos que retirassem direitos.</p>
<p>Ao julgar uma ação sobre uma cláusula do acordo firmado entre a Mineração Serra Grande S.A e o sindicato da categoria que previu o fornecimento de transporte para o deslocamento dos trabalhadores até o local de trabalho, mas suprimiu o pagamento referente ao tempo de percurso, a maioria dos ministros do Supremo concordou com o patrão.</p>
<p>Agora, todos os trabalhadores do país podem perder alguns direitos garantidos em lei, como os da mineração Serra Grande, porque a decisão do STF tem repercussão geral, ou seja, vale para todas ações que questionam perdas em acordos. <b><i> </i></b></p>
<p><strong>Sindicato será decisivo para manter direitos</strong></p>
<p>Com o negociado valendo mais do que o legislado e o item da reforma trabalhista que autoriza o patrão a  fazer acordos individuais com os trabalhadores, o que retira a força do coletivo e reduz drasticamente o poder de barganha, a única maneira das categorias profissionais negociarem acordos e convenções coletivas que não tirem direitos, pelo contrário, mantenha os direitos conquistados e garanta outros, é ter um sindicato forte na mesa de negociação com os patrões.</p>
<p>Um exemplo positivo de como a negociação coletiva pode favorecer os trabalhadores, a partir de um sindicato forte e organizado, vem dos Metalúrgicos do ABC. Na montadora Volkswagen, os trabalhadores conseguiram um acordo coletivo que tem validade por cinco anos, ao contrário da maioria que tem dois anos. Isto impediu que a fábrica de automóveis demitisse durante a pandemia, e mesmo agora com as cinco paralisações na produção por falta de semicondutores, os empregos estão garantidos graças à força do sindicato.</p>
<p>Além de evitar demissões, o acordo coletivo entre o sindicato e a montadora, prevê estabelecimento de dias sem produzir (day off); de redução de jornada de trabalho em 25% e desconto no salário de menos da metade, de 12%.</p>
<p>“Temos possibilidade de ter algo melhor do que a lei oferece, garantindo empregos até superarmos um momento de dificuldade. O acordo coletivo garante empregos, evitando demissões que seriam provocadas por essas crises, como a pandemia da Covid e a falta de chips e semicondutores”, diz o diretor-executivo do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Luiz Carlos Dias da Silva, o Luizão.</p>
<p>Só conquista um acordo melhor do que prevê a lei um sindicato forte, organizado, combativo, com dirigentes bem preparados para o embate capital-trabalho, e também com a maioria da base associada, como vários sindicatos CUTistas. Não dá para comparar o potencial de um sindicato numa mesa de negociação com um trabalhador sozinho, sem apoio algum na frente do patrão, explica Valeir Ertle, secretário de Assuntos Jurídicos da CUT Nacional.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Acordos são para melhorar a vida do trabalhador, mas no momento em que eles podem retirar direitos, principalmente em acordos individuais, é preciso recorrer aos sindicatos que têm muito mais força do que alguém lutando sozinho</p>
<footer>&#8211; Valeir Ertle</footer>
</blockquote>
<p>Luizão, do ABC, que tem uma base de 70 mil trabalhadores e cerca de 40 mil filiados, concorda com a avaliação do secretário da CUT. Segundo ele,  a decisão do STF de que o acordado prevalece sobre o legislado não impacta tanto os metalúrgicos do ABC por causa da força do sindicato.</p>
<p>Mas, alerta o metalúrgico, existem casos contrários como os das empresas do chamado “grupo 10” da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Neste grupo, os trabalhadores são defendidos por pequenos sindicatos, com representatividade de 8% a 10% da base dos metalúrgicos do ABC.</p>
<p>“Enquanto 90% da categoria metalúrgica têm acordos que beneficiam, os que trabalham nas empresas do Grupo 10 ficaram ainda mais vulneráveis à pressão dos patrões para assinar acordos individuais que podem reduzir diversos direitos que hoje eles têm”, explica Luizão.</p>
<p>Para Luizão, o melhor caminho é sempre a saída coletiva, não há trabalhador com força para brigar ou negociar em condições de igualdade com o patrão.</p>
<p>“Tudo o que é coletivo trará melhor resultado e, isso se consegue por meio dos sindicatos, que conseguem acordos que dão tranquilidade ao trabalhador”, afirma</p>
<p>O dirigente sindical recomenda ainda que o trabalhador procure o seu sindicato para intermediar ou viabilizar qualquer acordo; nunca negociar sozinho atendendo ao pedido do patrão, num ambiente fabril, independentemente do que diz a nova lei trabalhista.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>O sindicato é o melhor caminho para representar o trabalhador diante da empresa e traz situação de igualdade para todos. É fundamental mudar a lógica do “eu me defendo” para “vamos nos defender”, e o sindicato promove isso com certeza</p>
<footer>&#8211; Luiz Carlos Dias da Silva (Luizão)</footer>
</blockquote>
<p>A CUT Nacional sempre defendeu que os acordos fossem respeitados desde que favorecem o trabalhador e não o patrão, diz Valeir Ertle. Para ele, a decisão do STF permitindo retirar direitos existentes na legislação, é um retrocesso.</p>
<p>“Infelizmente os empresários são tratados como hipossuficientes, como se eles não pudessem sobreviver se pagarem direitos do trabalhador”, avalia Valeir.</p>
<p>O dirigente conta ainda que a controvérsia sobre o acordado versus o legislado vem desde o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB-SP), mas que graças à luta dos sindicatos a proposta não andou, e o governo Lula (PT) enterrou o tema, que voltou com a reforma Trabalhista proposta pelo ilegítimo Michel Temer (MDB-SP) e aprovada pelo Congresso Nacional que, nesta gestão, tem uma enorme bancada empresarial.</p>
<h4><strong>Veja em quais direitos o acordado prevalece sobre o legislado</strong></h4>
<p>&#8211; jornada de trabalho, observados os limites constitucionais; <em>(veja abaixo</em>)</p>
<p>&#8211; pacto quanto à jornada de trabalho</p>
<p>&#8211; banco de horas anual</p>
<p>&#8211; intervalo intrajornada (limite mínimo de 30 minutos em jornadas acima de 6 horas)</p>
<p>&#8211; plano de cargos e salários ou cargos de confiança</p>
<p>&#8211; regulamento empresarial</p>
<p>&#8211; representante dos trabalhadores no local de trabalho</p>
<p>&#8211; teletrabalho, regime de sobreaviso e trabalho intermitente</p>
<p>&#8211; remuneração por produtividade e gorjetas</p>
<p>&#8211; modalidade de registro de jornada de trabalho</p>
<p>&#8211; troca do dia de feriado</p>
<p>&#8211; enquadramento do grau de insalubridade. Reflete no salário e em condições de trabalho. Como por exemplo, ter equipamentos adequados ao trabalho, como roupa para ter acesso à câmara fria de um frigorífico;</p>
<p>&#8211; prorrogação de jornada em ambientes insalubres, sem licença prévia das autoridades competentes do Ministério do Trabalho;</p>
<p>“Esta decisão pode trazer imensos prejuízos à saúde do trabalhador. Por isso, é importante pressionar para que o sindicato prime pelos direitos e que nenhum prejuízo venha a ser imposto ao trabalhador”, afirma Valeir.</p>
<p>&#8211; prêmios de incentivo</p>
<p>&#8211; participação nos lucros e resultados  (PLR) da empresa</p>
<p>“Este é um precedente perigoso porque com a reforma trabalhista era preciso pagar o PLR uma vez ao ano. Agora pode receber todo o mês. O que parece ser uma vantagem, na verdade, pode fazer o patrão incluir o PLR como parte do salário, e não dar reajustes salarias”, diz Valeir.</p>
<p>“O PLR não tem incidência sobre os benefícios trabalhistas, nem sobre a aposentadoria.  Um cargo que paga R$ 5 mil de salário por exemplo, pode cair para um recém contratado, para R$ 3 mil e o trabalhador receber os outros R$ 2 mil como PLR, por fora. Então, o trabalhador terá prejuízos mais adiante ao receber o 13º salário, as férias e ao se aposentar”, complementa Valeir.</p>
<h4><strong>O que não pode ser negociado</strong></h4>
<p>Os direitos contidos no artigo 7ª da Constituição, dos trabalhadores urbanos e rurais, não podem ser mexidos como: salário mínimo, direito a férias, ao 13 salário, entre outros. Confira:</p>
<p>&#8211; seguro-desemprego, em caso de demissão sem justa causa;</p>
<p>&#8211; fundo de garantia do tempo de serviço;</p>
<p>&#8211; salário mínimo, fixado em lei, nacionalmente unificado;</p>
<p>&#8211; décimo terceiro salário com base na remuneração integral ou no valor da aposentadoria;</p>
<p>&#8211; remuneração do trabalho noturno superior à do diurno;</p>
<p>&#8211; salário família pago em razão do dependente do trabalhador de baixa renda nos termos da lei;</p>
<p>&#8211; duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho;</p>
<p>&#8211; repouso semanal remunerado;</p>
<p>&#8211; remuneração do serviço extraordinário superior, no mínimo, em 50% ao normal;</p>
<p>&#8211; gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal;</p>
<p>&#8211; licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de 120  dias;</p>
<p>&#8211; licença paternidade, nos termos fixados em lei;</p>
<p>&#8211; aviso prévio proporcional ao tempo de serviço, sendo no mínimo de trinta dias, nos termos da lei e;</p>
<p>&#8211; aposentadoria, entre outros.</p>
<p>Fonte: CUT</p>
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		<title>SP: proibido o envio de mensagens comerciais por WhatsApp e SMS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 12:20:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>
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					<description><![CDATA[Passou a valer na quarta-feira, 10, no estado de São Paulo a&#160;Lei 17.334/2021. A regra modifica leil de 2008, que restringe as formas como empresas podem fazer telemarketing. Agora, o envio de SMS ou mensagens por aplicativos que utilizam o número telefônica não podem ser feitas para telefones incluídos em cadastro gerido pelo Procon-SP. O &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Passou a valer na quarta-feira, 10, no estado de São Paulo a&nbsp;<a href="http://dobuscadireta.imprensaoficial.com.br/default.aspx?DataPublicacao=20210310&amp;Caderno=DOE-I&amp;NumeroPagina=1" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 17.334/2021</a>. A regra modifica leil de 2008, que restringe as formas como empresas podem fazer telemarketing. Agora, o envio de SMS ou mensagens por aplicativos que utilizam o número telefônica não podem ser feitas para telefones incluídos em cadastro gerido pelo Procon-SP. O órgão é encarregado de receber os pedidos de bloqueio e mantê-los atualizados.</p>



<p>O cadastro no Procon, batizado de Não Me Ligue, passa a impedir também que empresas façam contatos com o objetivo de fazer cobrança de qualquer natureza. A legislação não atinge empresas que pedem doações.</p>



<p>“Com a ampliação do serviço alcançando também SMS e aplicativos de mensagem, o consumidor agora tem a garantia de que não será importunado. Ele precisa apenas fazer o cadastro de sua linha telefônica no site do Procon e a fiscalização exigindo o cumprimento da lei será feita por nossas equipes. Empresas que desrespeitarem esse direito à privacidade serão multadas”, afirma Fernando Capez, diretor executivo do Procon-SP.</p>



<p>A regra vale para empresas que atuam em todo o país, apesar de ser estadual. Vale para ligações ou mensagens feitas diretamente por funcionários da empresa, por terceiros contratados, por gravações ou qualquer outro meio. Mas apenas clientes paulistas ficam protegidos pela legislação.</p>



<p>Os consumidores podem fazer a inscrição de até cinco linhas telefônicas de sua titularidade (fixo ou celular) no site do Procon-SP. Após o 30º (trigésimo) dia da inscrição no cadastro, as empresas de telemarketing e fornecedores de produtos ou serviços que utilizam este serviço não poderão fazer ligações ou enviar mensagens para esses números.</p>



<p>Uma vez inscrito, o número de telefone permanecerá no cadastro por tempo indeterminado. O consumidor pode fazer a exclusão da linha a qualquer momento e também autorizar ligações de uma ou mais empresas das quais deseja receber ligações ou mensagens.</p>



<p>Em outros estados, clientes das operadoras podem recorrer ao projeto <a href="https://www.telesintese.com.br/volume-de-chamadas-de-telemarketing-caiu-de-48-para-6-depois-do-nao-me-perturbe/">Não Me Perturbe</a>, realizado em parceria por Anatel e as operadoras Algar, Claro, Oi, TIM e Vivo. No caso, também é preciso fazer um cadastro, e após 30 dias, o cliente não mais receberá chamadas indesejadas das operadoras.</p>



<p>Fonte: Telesintese</p>
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