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	<title>mobilização &#8211; Sinttel Piauí</title>
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	<description>Sinttel - Sindicato Trabalhadores Em Telecomunicações do Estado do Piauí</description>
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		<title>Trabalhores da Serede fazem mobilização após atraso de salários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 18:48:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A manhã de segunda-feira, 10 de novembro, foi marcada por forte mobilização dos trabalhadores e trabalhadoras da Serede, convocados pelo SINTTEL-PI, após o comunicado da empresa informando o não pagamento dos salários no quinto dia útil. A justificativa apresentada pela Serede — uma suposta “situação temporária” e “intervenção judicial” — gerou indignação e revolta entre &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A manhã de segunda-feira, 10 de novembro, foi marcada por forte mobilização dos trabalhadores e trabalhadoras da Serede, convocados pelo SINTTEL-PI, após o comunicado da empresa informando o não pagamento dos salários no quinto dia útil. A justificativa apresentada pela Serede — uma suposta “situação temporária” e “intervenção judicial” — gerou indignação e revolta entre os empregados, que garantem diariamente o funcionamento dos serviços de telecomunicações em todo o estado. Durante a assembleia realizada na sede do SINTTEL-PI, em Teresina, a categoria deliberou por paralisação por tempo indeterminado até que os salários sejam devidamente pagos.</p>
<p>Além disso, ficou definida a realização de uma nova assembleia presencial nesta quarta-feira (12/11), às 7h, em frente à empresa Oi, localizada na Avenida Frei Serafim, nº 1782, para avaliar a deflagração de greve geral por tempo indeterminado. O presidente do SINTTEL-PI, Cochise Silva, destacou que o sindicato não aceitará mais ataques aos direitos da categoria: “É inaceitável que profissionais que garantem o funcionamento de serviços essenciais fiquem sem receber seus salários. Vamos continuar mobilizados até que todos os trabalhadores tenham seus direitos respeitados.”</p>
<p>A FITRATELP também se pronunciou em apoio ao movimento, reforçando que o atraso nos salários fere a dignidade e o sustento das famílias dos trabalhadores. A federação defendeu a união dos sindicatos e a ampliação da mobilização nacional contra o descumprimento das obrigações trabalhistas por parte da empresa. O departamento jurídico do SINTTEL-PI está de prontidão para orientar os trabalhadores que desejem ingressar com ações individuais de rescisão indireta, caso o problema persista. A entidade reafirma que seguirá exigindo o pagamento imediato dos salários e cobrando das empresas do grupo econômico Oi/Serede a responsabilidade integral por essa situação. Mais uma vez, a categoria demonstra força e unidade, deixando claro que não aceitará calada qualquer forma de desrespeito.</p>
<p>O SINTTEL-PI SEGUIRÁ FIRME, LADO A LADO COM OS TRABALHADORES, NA LUTA POR DIGNIDADE, RESPEITO E JUSTIÇA.</p>
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		<title>22 de março é dia de mobilização e luta contra a reforma da Previdência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2019 13:55:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FITRATELP]]></category>
		<category><![CDATA[mobilização]]></category>
		<category><![CDATA[sindicato]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão foi tomada nesta terça em reunião da CUT e outras nove centrais sindicais. Para Vagner Freitas, sindicatos têm de derrubar o discurso do governo Bolsonaro e mostrar que reforma é ruim para o trabalhador]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A CUT, Força Sindical, CTB, UGT, CSB, intersindical Luta e Organização, CSP-Conlutas, Intersindical-Central da Classe Trabalhadora, CGTB e NCST decidiriam, em reunião nesta terça-feira (26), em São Paulo, realizar, em <strong>22 de março</strong>, um <strong>Dia Nacional de Luta e Mobilização em Defesa da Previdência</strong>. A mobilização, segundo os sindicalistas, é um aquecimento rumo a uma greve geral em defesa das aposentadorias.</p>
<p>Na avaliação dos dirigentes, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 06/2019) que o governo de Jair Bolsonaro (PSL) entregou ao Congresso Nacional na semana passada é muito pior do que a do ilegítimo Michel Temer (MDB), derrubada pelos trabalhadores e trabalhadoras depois da maior greve geral da história, em abril de 2017.</p>
<p>A PEC da reforma de Bolsonaro dificulta o acesso e reduz o valor dos benefícios ao estabelecer a obrigatoriedade da idade mínima de 65 anos para os homens, 62 para as mulheres e aumenta o tempo de contribuição de 15 para 20 anos, além de retirar da Constituição o sistema de Seguridade Social brasileiro.</p>
<p>“Todos são prejudicados, os que já estão e os que vão entrar no mercado de trabalho, os aposentados e os que estão prestes a se aposentar”, diz o presidente da CUT, Vagner Freitas, reforçando que é preciso fazer uma grande manifestação para barrar a aprovação desta reforma&#8221;</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>&#8220;A única saída é o enfrentamento&#8221;</p>
<footer>&#8211; Vagner Freitas</footer>
</blockquote>
<p>Além do dia de mobilização, as entidades decidiram aumentar a pressão junto aos parlamentares, seja em suas bases ou nos aeroportos, em todos os locais onde eles circulem para que todos saibam que se “votar, não volta”.</p>
<p>A CUT e demais centrais deverão se reunir também com os movimentos sociais, lideranças partidárias e religiosas, estudantes e mulheres para deliberar uma forma conjunta de luta contra o fim da aposentadoria.</p>
<p>Os sindicalistas também endossaram o apoio ao 8 de março, Dia Internacional da Mulher, para mostrar as trabalhadoras que elas são as mais prejudicados com a reforma da previdência.</p>
<p>Pelas regras atuais, uma mulher de 55 anos e com 25 anos de contribuição teria de trabalhar mais cinco anos para se aposentar por idade e conseguir receber o benefício integral. Ou seja, estaria aposentada aos 60 anos e com 30 anos de contribuição.</p>
<p>Mas, a reforma de Bolsonaro, além de impor a idade mínima de 62 anos tem regras de transição duríssimas. Se o Congresso aprovar a PEC, essa mesma mulher terá de trabalhar mais sete anos (55 + 7 = 62) para se aposentar por idade. Ainda assim, ela só chegaria a 32 anos de contribuição (25 + 7 = 32) e não se aposentaria com o benefício integral, que, pelas novas regras, vai exigir, no mínimo, 40 anos de contribuição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CUT</p>
<div class="dd-m-display__line dd-m-display__line-energized dd-m-device--web"></div>
<p class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">
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