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	<title>oi &#8211; Sinttel Piauí</title>
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	<description>Sinttel - Sindicato Trabalhadores Em Telecomunicações do Estado do Piauí</description>
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		<title>Sindicatos frustrados após reunião com administração judicial da Oi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 18:43:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As federações sindicais FENATTEL, FITRATELP e FITTLIVRE estiveram nesta quarta, 18, em audiência com o Gestor Judicial da Oi, Bruno Rezende, e cobraram soluções para o que chamam de &#8220;crise humanitária e emocional que atinge os funcionários da companhia&#8221;. Segundo um interlocutor, apesar do tom cordial, a impressão final não foi boa: &#8220;as ações concretas &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As federações sindicais FENATTEL, FITRATELP e FITTLIVRE estiveram nesta quarta, 18, em audiência com o Gestor Judicial da Oi, Bruno Rezende, e cobraram soluções para o que chamam de &#8220;crise humanitária e emocional que atinge os funcionários da companhia&#8221;.</p>
<p>Segundo um interlocutor, apesar do tom cordial, a impressão final não foi boa: &#8220;as ações concretas não existem. A iniciativa de propor o leilão reverso traz uma economia, mas prejudica os credores que têm obrigações pendentes e empregados sem receber salários. Estamos acompanhando a redução dos contratos da Oi Soluções e o caixa minguando. Saímos com a sensação ruim acreditando que falência virá em breve diante da inércia da gestão&#8221;, relatou o interlocutor ouvido por este noticiário.</p>
<p>Segundo as federações, embora a gestão tenha sinalizado avanços em estudos para um Programa de Demissão Incentivada (PDI), &#8220;o encontro terminou sem definições de datas, gerando frustração&#8221;. As entidades demandaram um desligamento digno com pagamento integral de verbas rescisórias daqueles funcionários que estão ociosos. Segundo as entidades, &#8220;o Gestor Judicial autorizou a realização de um estudo para a implementação de um PDI&#8221;.<br />
Também de acordo com as entidades, o administrador Bruno Rezende informou que a venda da UPI Fixa deve ser concluída até 20 de abril. &#8220;A expectativa é que a empresa adquirente absorva cerca de 250 pessoas, enquanto a UPI Imóveis poderá absorver até 110 colaboradores&#8221;.</p>
<p>Os sindicalistas ouviram ainda que a administração judicial não pretende vender a Oi Soluções, &#8220;que deve concentrar a principal atividade da empresa no futuro&#8221;, teria dito.<br />
Ainda segundo os sindicatos, o balanço financeiro e o resultado do Placar 2025 (acordo de resultados) serão anunciados brevemente. &#8220;As negociações para o Placar 2026 devem iniciar em maio&#8221;.</p>
<p>Serede<br />
Um dos pontos mais tensos da reunião, dizem as federações sindicais, foi a situação dos trabalhadores da Serede (subsidiária da Oi). &#8220;O gestor transferiu a responsabilidade sobre o passivo trabalhista desta rede para a Justiça, alegando que a 7ª Vara não reconheceu a responsabilidade solidária da Oi&#8221;. As federações contestaram a posição, reforçando que a Oi era a única tomadora de serviços da subsidiária e que a indecisão amplia a crise e o endividamento com a folha de pagamento.</p>
<p>&#8220;A Oi está desperdiçando a oportunidade de dar uma solução respeitosa para os trabalhadores, priorizando a gestão financeira sobre a social&#8221;, afirmaram os dirigentes em nota conjunta.</p>
<p>Segundo as entidades, foi sinalizado que no dia 20 de abril o Gestor Judicial apresentará um relatório técnico à Juíza da 7ª Vara com base no período em que assumiu a gestão. &#8220;As assembleias de trabalhadores decidirão as próximas ações da categoria diante do cenário de incertezas&#8221;, dizem.</p>
<p>Fonte: teletime.com.br<br />
Foto: Pixabay</p>
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		<title>Federações terão reuniões com interventor da Oi</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 14:18:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Agenda dos sindicatos começa nesta terça-feira, 17, com audiência com interventor da Oi. Na quarta, 18, e na quinta, 19, haverá reuniões jurídicas sobre a situação dos trabalhadores devido à quebra da Serede Representantes de três federações que reúnem 28 sindicatos e cerca de 1,5 milhão de trabalhadores do setor de telecomunicações informaram, nesta segunda-feira, &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Agenda dos sindicatos começa nesta terça-feira, 17, com audiência com interventor da Oi. Na quarta, 18, e na quinta, 19, haverá reuniões jurídicas sobre a situação dos trabalhadores devido à quebra da Serede</em></p>
<p>Representantes de três federações que reúnem 28 sindicatos e cerca de 1,5 milhão de trabalhadores do setor de telecomunicações informaram, nesta segunda-feira, 16, que terão, ao longo desta semana, uma sequência de audiências e reuniões para discutir os desdobramentos da falência da Serede e a situação dos trabalhadores da companhia.</p>
<p>A primeira agenda está prevista para esta terça, 17, com Bruno Resende, interventor da Oi. Na quarta, 18, e na quinta, 19, os encontros serão com advogados, no Rio de Janeiro, para definir quais posicionamentos deverão ser adotados diante do quadro trabalhista aberto com a quebra da empresa. A informação é do dirigente Luis Antônio Silva, presidente da FITTLIVRE e do Sintel-RJ.</p>
<p>O foco das entidades é o destino dos empregados da Serede após a decisão judicial que convolou a recuperação judicial em falência. Segundo os representantes das federações, a preocupação imediata recai sobre quase 4 mil trabalhadores.</p>
<p>Na sentença, porém, a 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Rio de Janeiro determinou a continuidade provisória apenas da atividade de recursos humanos da companhia para promover o encerramento dos contratos de trabalho de “aproximadamente 6.000 empregados”, além de ratificar a natureza extraconcursal das remunerações relativas ao período posterior à antecipação parcial dos efeitos da falência – ou seja, o valor devido pela Serede aos trabalhadores desde que a Justiça antecipou os efeitos da falência em dezembro de 2025. Na prática, significa que os trabalhadores têm prioridade em receber pagamentos devidos após dezembro de 2025.</p>
<p><strong>Reuniões para definir reação</strong></p>
<p>A audiência com Bruno Resende deve servir para buscar informações sobre a condução da crise e sobre os procedimentos relacionados aos empregados. Já os encontros com advogados, programados para quarta e quinta-feira no Rio, têm como objetivo definir a estratégia das entidades diante da falência e das medidas possíveis para resguardar direitos trabalhistas.</p>
<p>A sentença que decretou a falência da Serede foi assinada em 13 de março pela juíza Simone Gastesi Chevrand. Na decisão, a magistrada afirma que a empresa não conseguiu se reorganizar após o deferimento do processamento da recuperação judicial e que a administradora judicial apontou inviabilidade econômica e financeira para o soerguimento. O Ministério Público endossou essa avaliação.</p>
<p><strong>O que decidiu a Justiça</strong></p>
<p>Na decisão, a juíza converteu a recuperação judicial em falência e manteve Tatiana Binato de Castro como administradora judicial. Também determinou a suspensão de ações e execuções contra a falida, proibiu atos de disposição ou oneração de bens, e fixou que habilitações de crédito e divergências deverão ser apresentadas ao administrador judicial, seguindo procedimento já adotado no processo principal da recuperação judicial da Oi.</p>
<p>Outro ponto relevante para as entidades sindicais é que o juízo afastou o ingresso permanente de sindicatos e outras entidades representativas nos autos da falência. A sentença afirma que essas entidades não têm legitimidade para integrar o processo falimentar, embora não estejam impedidas de ajuizar ações e incidentes que considerem cabíveis.</p>
<p><strong>Passivo trabalhista</strong></p>
<p>A decisão também registra a preocupação do Ministério Público com o passivo laboral. O órgão pediu a apresentação de plano executivo com mapeamento do passivo trabalhista e conta vinculada para rescisões e benefícios vencidos, mas o juízo entendeu que essas medidas deverão ser examinadas no momento processual adequado, dentro do rito da falência. Quando entrou em recuperação, a Serede devia aos funcionários R$ 832 milhões.</p>
<p>Com isso, a semana tende a concentrar as primeiras definições políticas e jurídicas das federações sobre como atuar em defesa dos empregados da Serede, num cenário em que a Justiça já reconheceu a inviabilidade da companhia e abriu a fase falimentar formal.</p>
<p>Fonte: telesintese</p>
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		<title>Sindicatos pedem transparência da Oi sobre ativos e empregados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 17:28:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As federações sindicais Fenattel, Fitratelp e Fittlivre solicitaram uma audiência em caráter de urgência com o gestor judicial da Oi, Bruno Rezende, para discutir a situação dos trabalhadores e obter esclarecimentos sobre a venda ativos da companhia. O pedido foi formalizado em documento encaminhado ao interventor nesta quarta-feira, 11. De acordo com as três entidades &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As federações sindicais Fenattel, Fitratelp e Fittlivre solicitaram uma audiência em caráter de urgência com o gestor judicial da Oi, Bruno Rezende, para discutir a situação dos trabalhadores e obter esclarecimentos sobre a venda ativos da companhia. O pedido foi formalizado em documento encaminhado ao interventor nesta quarta-feira, 11.</p>
<p>De acordo com as três entidades sindicais do setor, a falta de comunicação clara sobre os próximos passos da companhia tem gerado &#8220;profunda insegurança e constrangimento aos empregados e empregadas&#8221;. A carta também relata comprometimentos na saúde mental, física e emocional dos trabalhadores, diante de um cenário de incertezas.</p>
<p>&#8220;Ressaltamos que a manutenção de um ambiente de trabalho de alta toxicidade afeta a<br />
saúde de milhares de pessoas. A administração Judicial deve zelar pelo princípio da<br />
dignidade da pessoa humana e pelo caráter alimentar das verbas trabalhistas&#8221;, afirmam.</p>
<p>&#8220;Infelizmente, o que estamos presenciando na Oi atualmente são situações análogas<br />
àquelas que já vimos acontecer em uma série de denúncias que chegaram à OIT<br />
(Organização Internacional do Trabalho)&#8221;, prosseguiram os sindicatos.</p>
<p><strong>Paralisações</strong><br />
As entidades chamam atenção para a situação de trabalhadores que, segundo as entidades, permanecem sem funções definidas após a paralisação de parte das operações.</p>
<p>As federações pedem a criação de um Programa de Incentivo ao Desligamento (PDV) para esses casos e defendem que os desligamentos ocorram com pagamento integral das verbas rescisórias. Segundo o documento, é necessário &#8220;cessar a situação humilhante de centenas de empregados e empregadas que permanecem em casa sem função produtiva&#8221;.</p>
<p>As entidades também solicitam a apresentação oficial dos resultados do programa de participação nos resultados conhecido como Placar 2025, além da definição sobre eventual pagamento de premiação aos trabalhadores.</p>
<p><strong>Telefonia fixa e ativos</strong><br />
Um dos pontos citados é a necessidade de esclarecimentos sobre a criação de uma nova Unidade Produtiva Isolada (UPI) voltada aos serviços de telefonia fixa e números de três dígitos, que, segundo as federações, continuam ativos em mais de 6 mil localidades.</p>
<p>Na última segunda-feira, 9, a empresa recebeu autorização da Justiça para vender a unidade. &#8220;É fundamental que a Administração Judicial apresente o planejamento para os próximos meses, visando dar o mínimo de previsibilidade ao corpo funcional. Questionamos: é intenção do interventor prosseguir com o processo de falência ou entende-se haver viabilidade para algum aspecto de continuidade?&#8221;, diz a carta.</p>
<p>Os sindicatos pedem ainda a atualização sobre a situação de ativos da massa falida, incluindo o leilão das ações da V.tal, a venda de imóveis e o status da unidade Tahto. Também são mencionados passivos trabalhistas ligados à Serede e pagamentos pendentes a trabalhadores de empresas terceirizadas.</p>
<p>Fonte: Teletime<br />
Foto: Freepik</p>
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		<title>Carta aberta à sociedade Brasileira: O erro estratégico da falência da OI, Serede e Tahto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 13:02:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pela Preservação dos Direitos Trabalhistas, da Operação Viável e da Transparência Patrimonial. As Federações representativas dos trabalhadores em telecomunicações, em nome de uma categoria que representa dezenas de milhares de famílias em todo o território nacional, manifestam seu profundo inconformismo com a decisão da 7ª Vara Empresarial do TJRJ. A decretação de falência da SEREDE &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela Preservação dos Direitos Trabalhistas, da Operação Viável e da Transparência Patrimonial.</p>
<p>As Federações representativas dos trabalhadores em telecomunicações, em nome de uma categoria que representa dezenas de milhares de famílias em todo o território nacional, manifestam seu profundo inconformismo com a decisão da 7ª Vara Empresarial do TJRJ. A decretação de falência da SEREDE ignora ativos bilionários do Grupo Oi e, ao manter uma gestão inerte, coloca em risco iminente, entre outros, o recebimento das verbas rescisórias dos trabalhadores que foram, ou ainda serão desligados.</p>
<p>A falência desconsidera o valor da venda da sucata de cobre (atividade rentável da SEREDE), dos bens imóveis não reversíveis, dos depósitos recursais e dos créditos judiciais favoráveis à companhia.</p>
<p>1. O Patrimônio negligenciado como Fonte de Recursos Diferente do cenário de escassez absoluta propagado, o Grupo Oi detém infraestrutura massiva que poderia ter sido convertida em liquidez para honrar compromissos trabalhistas e operacionais:</p>
<p>* Rede de Dutos: A Oi detém 11.573 km de dutos remanescentes (base Março/24).</p>
<p>* Infraestrutura Aérea: São 105 mil km de rede instalada nas 20 maiores cidades de cada unidade da federação.</p>
<p>* Ativos Físicos: O inventário registra 22.526 postes próprios e uma base histórica de 350 Postos de Serviços (PS) em 200 municípios.</p>
<p>* Há de se considerar ainda a fatia relevante de 27,26% (até início de 2026) de participação da Oi S/A na V.tal, além dos milhares de imóveis, que em uma análise simplista, certamente ultrapassa os 12,3 Bilhões de reais.</p>
<p>* A estrutura de clientes estratégicos atendidos pelo Oi Soluções é um outro fator relevante que não está tendo a atenção devida, impactando na perda de profissionais altamente qualificados além de clientes que, não vendo nenhuma Docusign Envelope ID: 20EC4021-1493-4D58-8F31-8ED4F4C8D8BA iniciativa de continuidade da empresa já começam a buscar outras alternativas o que tem impactado fortemente a receita da Cia.</p>
<p>2. A Inércia que consome o Caixa e Assombra o Trabalhador Criticamos a falta de controle e criatividade da gestão judicial. É inaceitável que a administração declare desconhecer informações sobre redes em condomínios, hotéis ou o potencial de repetidoras. Essa negligência patrimonial é acompanhada de uma gestão de pessoal temerária:</p>
<p>* Endividamento e Inércia: A manutenção de centenas ou talvez milhares de empregados sem atividades definidas, acelera o endividamento com aumento de custo desnecessário e queima o exaurido caixa da empresa, principalmente pela redução da receita do Oi Soluções, pela falta de foco e apoio ao crescimento e continuidade da empresa.</p>
<p>* Risco de Calote: Esta situação assombra os atuais empregados com a perspectiva real de que pode repetir o acontecido com a SEREDE e nada receberem após a consolidação da falência.</p>
<p>* Urgência nas Rescisões: É imperativo que se pague imediatamente os direitos trabalhistas dos empregados da SEREDE já demitidos.</p>
<p>3. Por uma Reestruturação Ordenada da Oi S/A</p>
<p>Exigimos uma transição coerente com a sobrevivência da única operação rentável restante, a Oi Soluções. Para que ela sobreviva, a gestão deve:</p>
<p>* Afastar o receio dos clientes da Oi Soluções através de uma gestão que priorize soluções práticas em vez de decisões que visam apenas honorários advocatícios.</p>
<p>* Proceder com demissões de forma ordenada e coerente dos inúmeros empregados que atualmente estão sem nenhuma atividade, priorizando o pagamento integral das verbas trabalhistas, estancando a sangria do caixa. Neste aspecto, as entidades sindicais estão buscando todos os esforços para que a Oi apresente um plano de demissão voluntária que seria o mínimo reconhecimento aos empregados que passaram por inúmeras transformações e ajudaram a trazer a cia até aqui.</p>
<p>* Utilizar a infraestrutura aérea remanescente e a logística da SEREDE para gerar receita imediata e adicional em novos mercados, como por exemplo manutenção predial, ou até mesmo para os demais ISPs.</p>
<p>A falência não pode ser um salvo-conduto para o desperdício de patrimônio, o desrespeito ao trabalhador ou até mesmo vontade pessoal que não condizem com a Docusign Envelope ID: 20EC4021-1493-4D58-8F31-8ED4F4C8D8BA grandeza e o potencial da Oi . Exigimos diligência com todos os bens da Oi, que são ativos preciosos para que se possa dar continuidade ou até mesmo garantir que cada trabalhador receba o que lhe é de direito.</p>
<p>Os empregados vivem sob a angústia constante de que a Oi possa entrar em estado de falência, como aconteceu com a sua subsidiária SEREDE, onde a instabilidade jurídica impede o encerramento regular dos contratos de trabalho com o devido pagamento de seus direitos, trazendo um prejuízo imenso para centenas de empregados.</p>
<p>As entidades sindicais, legítimas representantes de milhares de empregados das respectivas empresas, exigem que os Administradores Judiciais Sr. Bruno Rezende e Sra Tatiana Binato apresentem um plano estruturado a respeito de suas intenções para com as Empresas Oi S/A, SEREDE e TAHTO. O silêncio dos Administradores, até o momento, não contribui com aquilo que se espera de uma gestão que visa atender os interesses da sociedade, dos seus credores e principalmente de seus empregados.</p>
<p>Brasília, Rio de janeiro, São Paulo, 19 de fevereiro de 2026.</p>
<p>José Roberto Silva – presidente da FENATTEL</p>
<p>João de Moura Neto – presidente da FITRATELP</p>
<p>Luís Antonio Sousa da Silva – presidente da FITTLIVRE</p>
<p>Fonte: Fitratelp</p>
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		<title>Moura, da Fitratelp: Oi está sendo gerida como uma empresa falida</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 17:20:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entre os funcionários da Oi, existe um sentimento de falta de rumo e ausência de perspectiva em relação ao futuro da companhia e de uma transparência mínima sobre quais serão os próximos passos da gestão judicial da companhia. É o que relata a este noticiário João de Moura Neto, presidente da Fitratelp, uma das centrais &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os funcionários da Oi, existe um sentimento de falta de rumo e ausência de perspectiva em relação ao futuro da companhia e de uma transparência mínima sobre quais serão os próximos passos da gestão judicial da companhia. É o que relata a este noticiário João de Moura Neto, presidente da Fitratelp, uma das centrais sindicais que, ao lado da Fenatel e da Livre, enfrentam a complexa missão de buscar alternativas pactuadas em conjunto para todos os funcionário junto à administração judicial, conduzida pelo administrador Bruno Rezende. O relato de Moura bate, em linhas gerais, com outros relatos colhidos por este noticiário sob reserva diretamente com funcionários da empresa.</p>
<figure id="attachment_546523" class="wp-caption alignleft" aria-describedby="caption-attachment-546523"><a class="td-modal-image" href="https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura.webp"><img decoding="async" class="wp-image-546523 not-transparent entered lazyloaded" title="Moura, da Fitratelp: Oi está sendo gerida como uma empresa falida 1" src="https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-194x300.webp" sizes="(max-width: 157px) 100vw, 157px" srcset="https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-194x300.webp 194w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-271x420.webp 271w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-542x840.webp 542w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-150x233.webp 150w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-300x465.webp 300w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura.webp 567w" alt="moura" width="157" height="243" data-od-xpath="/HTML/BODY/DIV[@id='td-outer-wrap']/*[2][self::DIV]/*[1][self::DIV]/*[2][self::DIV]/*[1][self::DIV]/*[1][self::DIV]/*[1][self::ARTICLE]/*[3][self::DIV]/*[3][self::FIGURE]/*[1][self::IMG]" data-dominant-color="5c7085" data-has-transparency="false" data-lazy-srcset="https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-194x300.webp 194w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-271x420.webp 271w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-542x840.webp 542w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-150x233.webp 150w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-300x465.webp 300w, https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura.webp 567w" data-lazy-sizes="(max-width: 157px) 100vw, 157px" data-lazy-src="https://cdn.teletime.com.br/wp-content/uploads/2026/02/moura-194x300.webp" data-ll-status="loaded" /></a><figcaption id="caption-attachment-546523" class="wp-caption-text">João de Moura Neto, presidente da Fitratelp</figcaption></figure>
<p>&#8220;A Oi está operacional, tem clientes e presta serviço, não é uma loja que faliu e fechou as portas. Mas tudo parou (na gestão). Está quase todo mundo em home office sem saber qual vai ser o próximo passo e o que é para fazer. As atividades são pontuais, quase automáticas&#8221;, diz ele. O receio, diz Moura, é que o futuro dos funcionários da Oi seja o mesmo dos da Serede, cuja falência foi decretada e todos foram dispensados &#8220;sem nenhum planejamento prévio&#8221;. Ele diz que, mesmo sendo desmobilizada, a Oi poderia estar recuperando ativos desativados na rede, como orelhões e armários, dando manutenção em dutos que podem ser explorados, buscando outros negócios na Oi Soluções, mas não é isso que se vê no dia-a-dia da empresa.</p>
<h2></h2>
<h2></h2>
<h2></h2>
<h2>Prioridades</h2>
<p>Ainda segundo o sindicalista, a Oi poderia, ainda, estar fazendo ajuste de custos. &#8220;Não tem sequer um plano de demissões montado, uma sinalização, não são oferecidas alternativas para os funcionários que querem sair mas têm muito tempo de casa. Parece que a empresa existe hoje apenas para pagar os credores&#8221;.</p>
<p>A Oi tem muitos funcionários antigos que teriam muito a perder se pedissem demissão. Além disso, por estar baseada no Rio, as opções de recolocação acabam sendo mais limitadas. A decisão de pedir demissão não é simples, &#8220;e com isso muitos ficam apenas esperando o dia seguinte&#8221;.</p>
<p>Segundo relatos ouvidos por este noticiário, em determinado momento houve a sinalização positiva de Bruno Rezende de que a ordem da Justiça era evitar a todo custo demissões em massa. &#8220;Mas a falta de horizonte preocupa, porque não sabemos até quando o caixa da empresa pagará os salários&#8221;, diz um funcionário.</p>
<p>Outra queixa, diz Moura, é que mesmo estando em Recuperação Judicial desde 2016, a Oi sempre teve uma referência de médio prazo, que era a perspectiva de sair da recuperação, com uma empresa enxuta, mas operacional. &#8220;Agora não tem isso. Não tem plano estratégico. Parece que a Justiça só está esperando a falência definitiva, mas a empresa tem clientes, tem a Oi Soluções, tem os serviços essenciais. Isso precisa ser cuidado e, o que for desmobilizado, precisa de planejamento&#8221;, diz o sindicalista. &#8220;As federações sindicais estão unidas nisso, a gente tem diálogo com o administrador Bruno Rezende, mas parece que nada avança, não vemos uma perspectiva de resolver a situação a não ser pagar os credores com os poucos recursos que ainda restam&#8221;, diz ele, reforçando que o trabalho tem sido feito em conjunto por Fenatel, Fitratelp e Livre.</p>
<p>Falência vs. recuperação<br />
A decretação de falência da Oi com a continuidade das atividades, como chegou a ser determinada pela Justiça em primeira instância, teria, ao menos, preservado o patrimônio da empresa para pagar os débitos trabalhistas, que têm prioridade. Mas Bradesco, Itaú e V.tal recorreram da decisão e dos termos da decretação de falência, e com isso a empresa voltou para o estágio de recuperação judicial, mas em uma situação atípica, em que o plano de recuperação judicial é, sabidamente inexequível, e não existe outra alternativa sendo proposta. Isso preocupa os funcionários da empresa.</p>
<p>&#8220;Ninguém quer a falência de uma empresa, os funcionários querem continuar trabalhando. Mas no final vai sobrar o que? O certo seria os credores e acionistas assumirem a operação, ou pelo menos haver um processo de falência organizado, preservando o patrimônio, os contratos e com indenização dos funcionários, e não como foi na Serede em que até os funcionários do RH foram demitidos. Mandaram os funcionários devolverem os equipamentos e veículos e não tem ninguém sequer para dar baixa&#8221;, diz Moura.</p>
<p>Procurada para comentar as críticas e responder a estas dúvidas (ver abaixo), a administração judicial disse apenas que &#8220;a Oi sempre manteve canal aberto com os sindicatos e seguirá recebendo a todos, ouvindo com atenção as suas reivindicações e dirimindo as dúvidas. É importante destacar que todas as obrigações trabalhistas da companhia estão em dia e assim continuarão&#8221;.</p>
<p>Outros funcionários da Oi relatam um isolamento do administrador judicial em relação ao resto da empresa. Ele raramente se dirige aos funcionários e não sinaliza quais serão os próximos passos, segundo os relatos. A venda da V.tal, cujo leilão está marcado para o dia 5 de março, por exemplo, foi uma surpresa. O que se esperava, nesse momento, eram processos mais intensivos de venda de imóveis, o que não está acontecendo.</p>
<p>&#8220;Esperamos um compromisso primeiro com a empresa e os funcionários. Parece que não há clareza do que a empresa faz&#8221;, diz Moura.</p>
<p>Auxílio externo<br />
No final do ano passado, a Juiza Simone Chevrand chegou a relatar que o administrador judicial havia solicitado o auxílio externo para estruturar o desenho de um novo plano de recuperação e uma orientação estratégica para a companhia. Também apontou que a empresa deveria ser gerida pelos credores, já que a falência havia sido revertida em segunda instância. Mas estas manifestações ficaram no limbo e, segundo apurou este noticiário, a sensação interna que prevalece é que a administração judicial está gerindo uma massa falida com uma folha salarial.</p>
<p>Este ano, o CNJ e a justiça foram questionados sobre a remuneração da administração judicial. Havia a perspectiva de que esse questionamento pudesse travar ainda mais a gestão da empresa, conforme relatou este noticiário.</p>
<p>Recentemente, a resposta da juíza Simone Chevrand foi que o percentual de remuneração estava em linha com o previsto em lei e com o porte da recuperação. Com isso, a remuneração foi mantida, causando ainda mais revolta entre os trabalhadores.</p>
<p>Moura diz que as federações de trabalhadores estão procurando o governo em várias instâncias. &#8220;Estivemos algumas vezes com a Anatel, com o Ministério do Trabalho e com parlamentares. Fomos ao Minicom e expusemos o cenário a todos, mas a resposta é que existe pouco a ser feito, considerando que a Oi não é mais uma concessionária&#8221;.</p>
<p>Fontes da Anatel confirmam que quando a Oi deixou de ser uma concessionária, o acompanhamento operacional e financeiro deixou de ser feito. Hoje, a prioridade da agência é recuperar parte das garantias e depósitos judiciais necessários à continuidade dos serviços essenciais e que foram liberados pela Justiça para a Oi pagar os credores. Mas nem Anatel e nem a Oi parecem ter, ainda, um plano de contingência sobre o que acontecerá com os serviços prestados pela Oi em seis mil localidades onde só a Oi opera, nem para o funcionamento dos telefones de serviços essenciais (tridígitos), num cenário de eventual falência.</p>
<p>Manifestação da Serede<br />
Moura também critica a administração judicial da Serede por, supostamente, ter cortado os esforços de recuperação dos créditos da empresa junto à Oi e não estar cobrando da operadora, como acionista da Serede, de garantias de cumprimento das obrigações trabalhistas que ficaram após a falência. Nesse aspecto, a Serede respondeu:</p>
<p>1) Como a gestão da massa falida pretende recuperar os créditos que a empresa tem com contratantes, como a Oi?</p>
<p>Serede – A gestão da massa falida tem atuado de forma ativa e estruturada na recuperação dos créditos da Serede junto a seus contratantes. Estão em curso medidas administrativas e jurídicas voltadas à cobrança desses valores, incluindo tratativas diretas, sempre com o objetivo de maximizar a recuperação de ativos em benefício dos credores.</p>
<p>2) Já existe um levantamento do património e do passivo final da Serede?</p>
<p>Sim. Já foi iniciado o levantamento detalhado do patrimônio e do passivo da Serede, trabalho que vem sendo conduzido de forma técnica e criteriosa pela administração judicial, cujas conclusões serão apresentadas oportunamente nos autos, para ciência de todos os interessados. Esse mapeamento é fundamental para garantir transparência ao processo e subsidiar as próximas etapas da falência, incluindo a definição das estratégias de pagamento aos credores.</p>
<p>3) Existem tratativas para que a acionista principal (Oi) assuma parte do passivo da Serede?</p>
<p>O tema vem sendo acompanhado com atenção, no contexto dos processos legais em curso. Eventuais medidas ou encaminhamentos, em relação ao passivo, serão avaliados no momento oportuno e comunicados pelos canais oficiais, caso haja qualquer deliberação formal.</p>
<p>__________________________</p>
<p>Perguntas à Oi<br />
TELETIME também enviou à administração judicial da Oi uma lista de perguntas, mas não houve respostas específicas a elas. As perguntas foram as seguintes:</p>
<p>1) As federações de trabalhadores estão preocupados que até aqui a empresa não apresentou um plano estratégico de direcionamento dos negócios para o caso de prosseguimento das atividades da empresa, nem um plano de demissões e enxugamento de gastos, para o caso de desativação da Oi. Há relatos de muitos funcionários sem orientação sobre o que fazer e quais as prioridades nesse momento. Como está sendo conduzida a gestão operacional da empresa e o projeto estratégico de curto e médio prazo?</p>
<p>2) Há algum plano de redução de custos operacionais e desligamento dos funcionários que hoje estão sem função?</p>
<p>3) Que medidas estão sendo tomadas pela gestão da companhia no sentido de preservar o patrimônio existente (elementos de rede como cordoalhas, pontos de fixação, dutos etc), imóveis e veículos?</p>
<p>4) A Oi está perdendo contratos na Oi Soluções e, portanto, receitas. Existe um direcionamento estratégico de preservação das atividades de atendimento ao mercado corporativo pela empresa? Estão ainda sendo buscados compradores para a Oi Soluções?</p>
<p>5) A Juiza Simone Chevrand determinou no final do ano passado a contratação de uma assessoria para a elaboração de um plano de recuperação ajustado à nova realidade . Em que estágio está esta contratação ou, se já houver uma consultoria, para quando é esperada a apresentação do plano?</p>
<p>6) Os recursos acessados pela Oi de depósitos judiciais e garantias com a Anatel estão sendo utilizados no pagamento dos leilões reversos de fornecedores e credores extraconcursais. Qual a previsão de caixa da empresa para o curto prazo após esses leilões?</p>
<p>7) Com a falência da Serede, existe alguma previsão de que a Oi, como acionista principal da empresa, assuma os passivos trabalhistas e concursais da empresa?</p>
<p>8) A Oi ainda pretende transferir os serviços essenciais prestados como parte do acordo de migração das concessões com a Anatel, sobretudo o atendimento de localidades e os serviços de tridígito, para outros fornecedores? Como estão essas negociações?</p>
<p>9) Considerando que, por determinação judicial, a remuneração do administrador se dá pelos valores que serão efetivamente pagos aos credores, qual a preocupação do gestor com a preservação da capacidade operacional da empresa e redução do passivo junto aos credores?</p>
<p>Fonte: Teletime.com.br<br />
Foto: Divulgação</p>
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		<title>Serede demite todos os 4,8 mil funcionários; sindicatos protestam</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Dec 2025 19:38:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em consequência da decretação da falência da Serede na última sexta, 19, com a antecipação dos efeitos da liquidação, a empresa de implementação de rede ligada à Oi anunciou nesta segunda, dia 22, a rescisão de todos os contratos de trabalho. Segundo a empresa, a Serede (que agora se apresenta como Massa Falida da Serede) &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em consequência da decretação da falência da Serede na última sexta, 19, com a antecipação dos efeitos da liquidação, a empresa de implementação de rede ligada à Oi anunciou nesta segunda, dia 22, a rescisão de todos os contratos de trabalho. Segundo a empresa, a Serede (que agora se apresenta como Massa Falida da Serede) teve, com a falência, suas atividades empresariais cessadas, e a partir de agora &#8220;a empresa encontra-se legalmente impedida de dispor de seus bens ou manter operações fora dos limites autorizados judicialmente&#8221;. Foram cerca de 4,8 mil trabalhadores diretos dispensados.</p>
<p>Além da rescisão dos contratos de trabalho, informa a empresa, os créditos trabalhistas (salários, férias, horas extras, verbas rescisórias, FGTS não recolhido entre outros) passam a ter natureza de créditos concursais&#8221;, e seguem a prioridade de pagamento defini na Lei de Falências. O comunicado diz ainda que os sindicatos serão mantidos comunicados e envolvidos no &#8220;acompanhamento do desligamento coletivo&#8221;. A empresa pede ainda, em cumprimento às obrigações legais, que os funcionários entreguem ferramentas de trabalho, equipamentos, notebooks, celulares e dospositivos eletrônicos, veículos, equipamentos de proteção e materiais e insumos que sejam de propriedade da empresa.</p>
<p>A Serede lembra ainda que os trabalhadores devem habilitar seus créditos no processo de falência e buscar a Justiça do Trabalho para apuração e liquidação dos valores.</p>
<p>Sindicatos protestam<br />
Em carta, os sindicatos e federações sindicais protestaram, alegando que a atitude da empresa foi &#8220;inconsequente&#8221; que afeta a vida de milhares de famílias. Alegam ainda que os funcionários seguem prestando serviços para a Oi Soluções e que a determinação de devolução dos equipamentos coloca esse serviço em risco.</p>
<p>Para João Moura Neto, presidente da Fitratelp, não foram fornecidos &#8220;os termos de rescisão de contrato, não comunicaram o encerramento das contas do INSS e FGTS, não emitiram as guias do seguro desemprego. Totalmente inconsequente, irresponsável e desrespeitoso com os trabalhadores&#8221;, disse a este noticiário.</p>
<p>&#8220;Além do impacto humano, as federações alertam que a interrupção abrupta das atividades coloca em risco a manutenção da infraestrutura de telecomunicações do Grupo Oi, o que pode afetar serviços públicos e privados essenciais&#8221;, diz a nota das entidades.</p>
<p>Confira a íntegra da nota à imprensa:</p>
<p>As federações nacionais de trabalhadores em telecomunicações (FITRATELP, FENATTEL e FITTLIVRE) manifestam profunda indignação e repúdio ao comunicado emitido hoje pela Massa Falida da Serede – Serviços de Rede S.A., assinado pela administradora judicial Tatiana Binato. Para as entidades, a nota é uma afronta aos direitos sociais e demonstra uma visão estritamente burocrática que ignora o drama de quase 5 mil famílias e a estabilidade do setor de telecomunicações no Brasil.</p>
<p>Ao declarar a rescisão automática de todos os contratos e exigir a devolução imediata de ferramentas e veículos, a administração judicial ignora a complexidade da operação e o fato de que parte essencial do efetivo ainda atende a serviços críticos, como a Oi Soluções.<br />
?Inconsequência e Prejuízos Irreparáveis</p>
<p>O presidente da FITRATELP, João de Moura Neto, foi enfático ao classificar a postura da Massa Falida como um erro estratégico que trará consequências drásticas.</p>
<p>&#8216;A decisão não mediu as consequências do que representa demitir 100% do efetivo para a continuidade da própria falência. Sem trabalhadores para desmobilizar o patrimônio de forma organizada ou para manter as operações ativas que geram receita, como a Oi Soluções, a administradora está acelerando a destruição de valor da empresa e causando prejuízos irreparáveis aos trabalhadores&#8217;, afirma João de Moura Neto.</p>
<p>Ameaça à Operação da Oi e Intranquilidade Social</p>
<p>O comunicado da Serede gerou um clima de pânico e intranquilidade nas bases em todo o país. Além do impacto humano, as federações alertam que a interrupção abrupta das atividades coloca em risco a manutenção da infraestrutura de telecomunicações do Grupo Oi, o que pode afetar serviços públicos e privados essenciais.</p>
<p>Para as federações, a orientação para que os trabalhadores habilitem seus créditos na justiça falimentar é &#8220;empurrar o trabalhador para o fim de uma fila infinita&#8221;, enquanto a tomadora de serviços, a Oi S.A., permanece assistindo ao colapso sem assumir sua responsabilidade subsidiária imediata.</p>
<p>Fonte: Teletime<br />
Foto: Pexels</p>
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		<title>Juíza decreta falência da Serede, subsidiária da Oi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Dec 2025 12:02:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[TELEFONIA]]></category>
		<category><![CDATA[oi]]></category>
		<category><![CDATA[serede]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão da 7ª Vara Empresarial do Rio suspende obrigações, rescinde contratos e autoriza demissões na Serede; Ministério Público ainda será ouvido. A Justiça do Rio de Janeiro antecipou, em parte, os efeitos da falência da Serede, ao reconhecer a inviabilidade financeira da empresa em recuperação judicial. A decisão foi proferida hoje, 19 de dezembro, pela &#8230;]]></description>
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<div class="page-description ">
<p><em>Decisão da 7ª Vara Empresarial do Rio suspende obrigações, rescinde contratos e autoriza demissões na Serede; Ministério Público ainda será ouvido.</em></p>
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</div>
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<p>A Justiça do Rio de Janeiro antecipou, em parte, os efeitos da falência da Serede, ao reconhecer a inviabilidade financeira da empresa em recuperação judicial. A decisão foi proferida hoje, 19 de dezembro, pela juíza Simone Gastesi Chevrand, titular da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital, onde tramitam os processos de recuperação do Grupo Oi e empresas coligadas.</p>
<p>A falência da serede foi adotada a partir de pedido apresentado pela gestora e administradora judicial da subsidiária, que requereu a convolação da recuperação judicial em falência, acompanhada de relatório de viabilidade financeira. Segundo a magistrada, houve deterioração contínua do cenário patrimonial da empresa desde a constatação prévia determinada pelo juízo, com patrimônio líquido negativo já em junho de 2025 e agravamento da pressão por liquidez.</p>
<p>De acordo com a decisão, a Serede opera atualmente com apenas dois contratos: o de NOC (gestão da operação da rede da Oi) e o de retirada de cobre. No entanto, há pendências de pagamento desde fevereiro de 2025, totalizando R$ 44.383,58, além de débitos relevantes do Grupo Oi estimados em cerca de R$ 300 milhões, o que, segundo o juízo, inviabiliza o cumprimento de obrigações pela subsidiária. O relatório também aponta a existência de um passivo aproximado de R$ 800 milhões.</p>
<p>Outro fator destacado foi o contingente de funcionários. Do total de 4.759 empregados, 1.741 estariam ociosos, sem recursos disponíveis para pagamento de rescisões contratuais, o que pressiona adicionalmente o caixa da empresa. A magistrada afirmou que a antecipação dos efeitos da falência busca dar transparência à situação da companhia e permitir que trabalhadores tenham clareza sobre sua condição laboral.</p>
<p>Na decisão, a juíza ressaltou que, embora o processo de recuperação judicial do Grupo Oi tenha sido retomado por decisão liminar em agravo de instrumento, isso não impede a decretação da falência de uma subsidiária, mantendo-se a recuperação da controladora. Também foi registrado que a Serede não presta serviços públicos essenciais nem serviços privados estratégicos, não havendo, portanto, fundamento para continuidade de suas atividades.</p>
<h2>Medidas determinadas</h2>
<p>Entre as providências determinadas, o juízo decidiu:</p>
<ul>
<li>Suspender, por 60 dias, as obrigações extraconcursais vencidas e vincendas da Serede;</li>
<li>Determinar a rescisão automática dos contratos vigentes;</li>
<li>Autorizar o início imediato da arrecadação dos bens da companhia;</li>
<li>Permitir à administradora judicial a celebração de rescisões de contratos de trabalho, em articulação com os sindicatos;</li>
<li>Manter Tatiana Binato como administradora judicial, com atuação imediata após aceitação formal do encargo.</li>
</ul>
<p>A decisão também determinou o levantamento do sigilo de petição apresentada no processo e o envio dos autos ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, que ainda deverá se manifestar sobre o pedido de convolação da recuperação judicial em falência.</p>
<p>Outra subsidiária da Oi, a Tahto, seguirá em recuperação judicial.</p>
<p>Abaixo, o texto literal do que a juíza decidiu:</p>
<p>DECIDO:<br />
1) Proceda-se ao LEVANTAMENTO DO SEGREDO DE JUSTIÇA<br />
etiquetado a petição apresentada;<br />
2) ANTECIPO, EM PARTE, os efeitos da liquidação para:<br />
2.1) SUSPENDER as obrigações extraconcursais, vencidas e vincendas,<br />
pelo prazo de 60 (sessenta) dias;<br />
2.2) DETERMINAR a rescisão ipso iure dos seus contratos vigentes;<br />
2.3) DETERMINAR o início imediato da arrecadação dos bens da<br />
SEREDE;<br />
2.4) AUTORIZAR a sra. Administradora Judicial a celebrar rescisões de<br />
contratos laborais, sempre em colaboração com os r. Sindicatos;<br />
3) NOMEAR a dra. Tatiana Binato como Administradora Judicial,<br />
intimando-se-a para manifestar-se nos autos.<br />
4) A TAHTO para providenciar distribuição por dependência de ação<br />
própria ao processo de recuperação judicial do Grupo Oi, a ela<br />
trasladando todo o ocorrido neste presente processo até o momento.<br />
Busca-se aqui facilitar processamento dos feitos que tramitarão em<br />
regimes diversos, a partir de agora.</p>
<p>Fonte: https://telesintese.com.br/juiza-decreta-falencia-da-serede-subsidiaria-da-oi/<br />
Foto: Divulgação</p>
</div>
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		<title>Sindicatos pedem a preservação de 20 mil empregos na OI</title>
		<link>https://www.sinttelpiaui.org.br/sindicatos-pedem-a-preservacao-de-20-mil-empregos-na-oi/</link>
					<comments>https://www.sinttelpiaui.org.br/sindicatos-pedem-a-preservacao-de-20-mil-empregos-na-oi/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 19:36:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[FITRATELP]]></category>
		<category><![CDATA[SINTTELPI]]></category>
		<category><![CDATA[falência da oi]]></category>
		<category><![CDATA[fitratelp]]></category>
		<category><![CDATA[oi]]></category>
		<category><![CDATA[sinttel piaui]]></category>
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					<description><![CDATA[Mesmo após falência da Oi ter sido revertida pela justiça, sindicatos dos trabalhadores temem a perda de 20 mil empregos com possível liquidação da empresa As constantes idas e vindas sobre o futuro da empresa de telefonia Oi, que chegou a ter sua falência decretada na semana passada pela justiça, e revertida em dois dias, &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mesmo após falência da Oi ter sido revertida pela justiça, sindicatos dos trabalhadores temem a perda de 20 mil empregos com possível liquidação da empresa</em></p>
<p>As constantes idas e vindas sobre o futuro da empresa de telefonia Oi, que chegou a ter sua falência decretada na semana passada pela justiça, e revertida em dois dias, após alguns credores, principalmente os bancos Bradesco e Itaú, entrarem com recurso, levou os representantes sindicais da FITRATELP, FENATTEL e FITTLIVRE, entidades que representam cerca de 1,5 milhão de trabalhadores, dos quais aproximadamente 20 mil são empregados diretos e indiretos do Grupo Oi, a se mobilizaram em duas frentes: a política e a judicial.</p>
<p>No final da tarde dessa terça-feira (18) o presidente FITRATELP, João de Moura Neto e os das demais entidades sindicais se reuniram com o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho. Os dirigentes sindicais foram em busca de apoio governamental com o objetivo de traçar uma &#8220;estratégia jurídica para atuação junto à questão do processo falimentar&#8221; e, politicamente, insistir na manutenção das atividades e dos postos de trabalho.</p>
<p>Segundo Moura, o ministro ouviu as razões dos trabalhadores, que reivindicam a recuperação da empresa e não sua liquidação. “Nós falamos da importância social da empresa, do alcance de todos os municípios. Citamos também que o governo é um grande cliente da Oi, ou seja, nós explicamos que há a necessidade de ter um debate político em torno da recuperação da empresa. Nós não estamos falando de uma empresa qualquer.<strong> Afinal são 20 mil empregos de trabalhadores que estão envolvidos, tanto os diretos, como os das subsidiárias e das empresas terceirizadas das subsidiárias da Oi”</strong>, diz Moura.</p>
<p>O presidente da FITRATELP saiu otimista da reunião, pois o ministro já foi diretor da Oi e esteve na Telebrás. “Ele conhece as telecomunicações. E como ministro das comunicações, todo o debate político sobre esse tema passa por ele”, declarou.</p>
<p><strong>Em busca de diálogo</strong></p>
<p>A maior preocupação para os sindicalistas é a de que o advogado que está tratando da recuperação, não é uma pessoa do ramo de telecomunicações, apesar dele e sua empresa serem bem conceituados, segundo o sindicalista. “O problema é que ele está focado na liquidação de empresa, não na recuperação. Então, o que nós estamos preocupados, é como ele vai exercer a administração de uma empresa do tamanho da Oi, com os problemas que ela tem, com os seus contratos. Por isso precisamos de alguém que vai contribuir para a recuperação da empresa. Ele tem que ser do ramo e estar voltado para a recuperação, não para a liquidação”, diz Moura.</p>
<p>Opresidente da FITRATELP também se queixa de não ter seus pedidos de reunião atendidos pelo advogado. “Nós já mandamos diversas correspondências pedindo para conversar sobre a empresa, a relação de emprego dos trabalhadores que serão demitidos, como deve ser esse processo de demissão. Também precisamos discutir o acordo coletivo que está em vigor, mas que precisa ser atualizado agora. Queremos o cumprimento do acordo do ano passado, com o pagamento de uma parte que estão devendo da Participação de Lucros e Resultados. A empresa teve bons resultados no ano passado”, diz Moura.</p>
<p><strong>“Nós queremos um administrador judicial que pense nos trabalhadores, nos empregos e na empresa. Se ele escutar os trabalhadores, ele recupera a empresa. Se ele olhar só para a questão financeira, eles vão trabalhar cruzando os braços para matar a empresa por inanição, e nós não queremos isso”</strong>, ressalta o dirigente.</p>
<p><strong>Crise teve início com disputa entre acionistas</strong></p>
<p>A Oi é responsável pela infraestrutura de telefonia fixa e de serviços de conectividade em mais de 7 mil localidades no país, operando em regiões onde outras empresas privadas não operam, especialmente no interior e em localidades remotas. A infraestrutura da Oi, segundo os sindicalistas, é responsável pela manutenção de serviços de telefonia fixa, dados e comunicação institucional utilizados por escolas, hospitais, delegacias e outras estruturas públicas. Também sustentaria a conectividade das agências lotéricas, que funcionam como ponto de acesso bancário e de pagamentos sociais para populações de baixa renda.</p>
<p><strong>O maior acionista da Oi é um fundo de investimento do Reino Unido, o Pimco. A Oi controla a Serede e também é detentora de mais de 27% das ações da V.tal. Já o maior acionista da V.tal é o BTG Pactual, o banco de André Esteves.</strong></p>
<p>A V.tal, que vem travando uma série de disputas com a Oi, critica o Pimco, porque, segundo ela, o fundo ficou ausente das mesas decisivas sobre o acordo sobre os direitos trabalhistas que haviam sido mediados pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST).</p>
<p>Em setembro deste ano a V.tal decidiu romper o contrato com a Serede, empresa que oferece serviços de implantação, operação e manutenção de redes de telecomunicações, como fibra óptica, banda larga, TV e telefonia. Originalmente ligada ao Grupo Oi, ela se tornou uma subsidiária que passou por processos de reestruturação judicial.</p>
<p><strong>Controle do espaço aéreo</strong></p>
<p>A Oi tem contrato com o Cindacta, órgão de controle do espaço aéreo, mas uma decisão judicial transferiu, sem compensação financeira do contrato de comunicação do Cindacta, o contrato para outra operadora.</p>
<p>“A Oi tem contratos com tribunais, Forças Armadas, bancos e outras grandes empresas que nada sofreram com a crise financeira da Oi, mas apenas com uma denúncia de duas falhas em dois meses em Mato Grosso, com o Cindacta foi motivo de cancelamento, mas ninguém cogitou qual foi o motivo da falha”, diz o presidente da FITRATELP.</p>
<p>“A decretação de falência da Oi causou um prejuízo absurdo nas ações da empresa, e gerou uma desconfiança que nos últimos 20 anos nunca houve”, concluiu Moura.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CUT Brasil<br />
Foto: Divulgação</p>
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		<title>Sindicatos também devem apresentar recurso para reverter falência da Oi</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 20:02:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[FITRATELP]]></category>
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		<category><![CDATA[falência da oi]]></category>
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					<description><![CDATA[Entidades sindicais que representam os trabalhadores também devem apresentar petição junto à Juíza da 7ª Vara Empresarial com o objetivo de serem admitidos como &#8220;terceiro interessado&#8221; no processo de liquidação da operadora Oi, além de pedirem a reformulação da sentença que decretou a falência da empresa. As federações afirmam que a falência, após longos anos de fracasso &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entidades sindicais que representam os trabalhadores também devem apresentar petição junto à Juíza da 7ª Vara Empresarial com o objetivo de serem admitidos como &#8220;terceiro interessado&#8221; no processo de liquidação da <strong>operadora Oi</strong>, além de pedirem a reformulação da sentença que decretou a falência da empresa.</p>
<p>As federações afirmam que a falência, após longos anos de fracasso na recuperação judicial, abala profundamente os empregados. O principal pleito é que, mesmo no contexto da liquidação, a Justiça priorize:</p>
<ul>
<li><strong>Manutenção dos empregos</strong>: em primeiro lugar, buscar a continuidade das atividades.</li>
<li><strong>Tratamento digno e remuneração integral</strong>: para os demitidos, as entidades exigem o pagamento integral das verbas rescisórias, o reconhecimento pelo serviço prestado, estendendo benefícios e promovendo um desligamento voluntário e incentivado.</li>
<li><strong>Fundo de pensão</strong>: as entidades também pedem que sejam priorizados os pagamentos dos créditos devidos à Fundação Atlântico e debater a inclusão da empresa adquirente da Oi Soluções como novo patrocinador.</li>
</ul>
<h1>Diálogo com interventores</h1>
<p>Em outra frente, as federações também apresentaram pedidos formais de audiência em regime de urgência com os Administradores Judiciais da Oi e, especificamente, com a Interventora Judicial da Serede e Tahto, Tatiana Binato.</p>
<p>As entidades sindicais argumentam que a urgência do diálogo é fundamentada no Tema 638 do STF, que exige o &#8220;diálogo prévio, leal e efetivo&#8221; com as entidades sindicais para a validade de qualquer dispensa em massa de trabalhadores.</p>
<h1>Apoio político</h1>
<p>Lideradas pela FENATTEL, FITRATELP, e FITTLIVRE, as entidades que representam cerca de 1,5 milhão de trabalhadores, dos quais aproximadamente 20 mil são empregados diretos e indiretos do Grupo Oi, também buscaram apoio político para o caso da Oi.</p>
<p>Os representantes sindicais tiveram audiência com a ministra Gleisi Hoffmann, em Brasília, que também contou com a presença de um representante do Ministério das Comunicações, onde discutiram o futuro da empresa.</p>
<p>As entidades destacam que o ponto alto da reunião foi o posicionamento do representante da Anatel, que segundo as entidades teria demonstrado &#8220;profundo conhecimento da temática e se mostrou favorável a discutir com mais aprofundamento a intervenção judicial que resultou no início da liquidação parcial da Oi&#8221; e &#8220;tentar rever&#8221; a decisão.</p>
<p>Com a mobilização, a representação dos trabalhadores pretende traçar uma &#8220;estratégia jurídica para atuação junto à questão desse processo falimentar&#8221; e, politicamente, insistir na manutenção das atividades e dos postos de trabalho.</p>
<h1>Caso Serede</h1>
<p>Já noite desta quinta-feira, 13, a Fetratelp informou que Serede iniciou o pagamento pendente de todos os trabalhadores. Segundo João Moura, presidente da entidade, até meia-noite desta quinta todos os trabalhadores receberão seus valores.</p>
<p>&#8220;Já confirmamos em todos os estados e há pouco tempo eu conversei com a empresa e eles me comunicaram que essa providência já havia sido tomada. Então, valeu a nossa luta. Parabéns para todos os trabalhadores que se empenharam nessa grande vitória&#8221;, disse Moura.</p>
<p>As entidades sindicais também exigem da empresa um Plano Estruturado de Demissões para os próximos três, seis e 12 meses, contendo iniciativas concretas para mitigar os impactos sociais e evitar a &#8220;deterioração do clima interno no ambiente de trabalho&#8221;.</p>
<p>Fonte: teletime.com.br<br />
Foto: Freepik</p>
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		<title>SEREDE &#8211; Trabalhadores e trabalhadoras em Alerta !</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 19:12:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[FITRATELP]]></category>
		<category><![CDATA[SINTTELPI]]></category>
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					<description><![CDATA[TRABALHADORES E TRABALHADORAS EM ALERTA! Na manhã desta segunda-feira (10/11), o SINTTEL-PI realizou uma mobilização com os trabalhadores da empresa SERede, para discutir o atraso no pagamento dos salários e deliberar os próximos passos da categoria. 🗣️ Em assembleia, foi decidido: 1️⃣ Paralisação por tempo indeterminado até que os salários sejam devidamente pagos; 2️⃣ Convocação &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>TRABALHADORES E TRABALHADORAS EM ALERTA!</p>
<p>Na manhã desta segunda-feira (10/11), o SINTTEL-PI realizou uma mobilização com os trabalhadores da empresa SERede, para discutir o atraso no pagamento dos salários e deliberar os próximos passos da categoria.</p>
<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f5e3.png" alt="🗣" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Em assembleia, foi decidido:<br />
1&#x20e3; Paralisação por tempo indeterminado até que os salários sejam devidamente pagos;<br />
2&#x20e3; Convocação para nova assembleia presencial nesta quarta-feira (12/11), às 7h, em frente à empresa OI (Av. Frei Serafim, nº 1782), para avaliar a deflagração de greve geral por tempo indeterminado.</p>
<p>O SINTTEL-PI reafirma o compromisso de defender os direitos dos trabalhadores e não aceitar o descumprimento das obrigações salariais.</p>
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