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	<title>Onix &#8211; Sinttel Piauí</title>
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	<description>Sinttel - Sindicato Trabalhadores Em Telecomunicações do Estado do Piauí</description>
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		<title>Agenda de 100 dias de governo Bolsonaro: análise crítica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Feb 2019 13:03:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FITRATELP]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
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					<description><![CDATA[O consultor legislativo do Senado Federal, Luiz Alberto dos Santos produziu análise crítica da “Agenda de 100 dias” proposta pelo governo. São 35 ações prioritárias a serem adotadas pelo governo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Da análise dessas medidas, fica evidente a sua generalidade e reduzida objetividade, ou até mesmo a sua irrelevância estratégica. Muitas das medidas ou já são de caráter rotineiro e usual, enquanto outras são extremamente vagas e genéricas, abrangendo um leque amplo de possíveis ações concretas, que não serão concluídas em prazo tão curto (100 dias)”, chama atenção Santos. Veja nos links:</p>
<p>.<a href="http://www.diap.org.br/images/stories/analise%20agenda%20100%20bolsonaro.pdf">http://www.diap.org.br/images/stories/analise%20agenda%20100%20bolsonaro.pdf</a>; http://O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, apresenta as 35 metas prioritárias para os 100 primeiros dias de governo</p>
<p>“Mesmo questões críticas como reforma tributária ou previdenciária (essa, apontada pelo ministro da Economia como a ‘batalha maior’ e prioridade zero do governo) sequer foram mencionadas, apesar de sua eventual centralidade na agenda neoliberal reformista”, fustiga o consultor.</p>
<p>Dentre as ações, destaque para a que concede <strong>13º ao Benefício do Bolsa Família</strong>. “A medida tem grande possibilidade de ser impactada ou mesmo impedida pela EC 95, que impede o aumento da despesa total acima da inflação”, comenta Santos.</p>
<p>Contraditoriamente, apesar de estar no horizonte do novo governo como prioridade, a <strong>reforma da Previdência</strong> não entrou no plano dos 100 dias, como chama a atenção o consultor legislativo do Senado.</p>
<p>Outro tema que não foi abordado, foi a questão do desemprego. Em novembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice caiu de 11,7% para 11,6%. Agora são 12,2 milhões de brasileiros desocupação; a ínfima melhora foi puxada novamente pela informalidade.</p>
<p>E ainda nova política para atualização e valorização do <strong>salário mínimo</strong>, já que a atual acaba neste ano. A partir de 2006, centrais sindicais e o governo acordaram a regra que tem regido o reajuste do salário mínimo: o cálculo leva em conta a inflação do ano anterior mais o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do ano retrasado. Detalhe importante: se o crescimento do PIB for negativo, o valor considerado para esse indicador na fórmula é zero. Esse cálculo passou a ser adotado em 2008 e virou lei em 2011.</p>
<p>Fonte: www.diap.org.br</p>
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