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	<title>renda &#8211; Sinttel Piauí</title>
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	<description>Sinttel - Sindicato Trabalhadores Em Telecomunicações do Estado do Piauí</description>
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		<title>Baixa renda e desemprego são maiores causas da inadimplência no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Aug 2018 12:54:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A renda insuficiente (36%) e o desemprego (27%) são os principais motivos apontados por 46% dos brasileiros inadimplentes para não pagar dívidas em atraso pelo menos nos próximos três meses]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A renda insuficiente (36%) e o desemprego (27%) são os principais motivos apontados por 46% dos brasileiros inadimplentes para não pagar dívidas em atraso pelo menos nos próximos três meses. Outros 15% disseram que não dá para pagar porque ganham menos por mês do que o total do saldo devedor.</p>
<p>Os dados são da pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e foram divulgados nesta quarta-feira (29). As duas entidades já haviam divulgado este mês pesquisa mostrando que 41% da população adulta brasileira – 63,4 milhões de pessoas – estão negativados.</p>
<p><strong>Perfil dos devedores</strong> – Segundo a pesquisa, o valor médio das dívidas é de R$ 2.615,98 – os homens devem mais: R$ 2.934,34.</p>
<p>As classes A e B também têm débitos de valores mais elevados, R$ 3.718,48 na média. Entre os que têm renda familiar de até cinco salários mínimos, a dívida média é de R$ 2.530,96. A pesquisa revela também que 14% dos inadimplentes não sabem quanto devem.</p>
<p>De modo geral, o quadro dos inadimplentes é composto por 58% de mulheres e 42% de homens. A média de idade é 36 anos e a maioria (59%) tem segundo grau completo ou incompleto. Dos consumidores com contas em atraso, 93% têm renda de até cinco salários mínimos e divide a casa, em média, com mais três pessoas. A maioria dessas pessoas reside nas regiões Sudeste (46%) e Nordeste (24%).</p>
<p><strong>Motivos </strong>– Entre os que disseram querer sair da lista de devedores, a renegociação com o credor é a principal estratégia. Quatro em cada dez entrevistados pretendem conseguir o parcelamento da dívida, 19% vão fazer cortes nos gastos e 18% farão bicos para gerar renda extra.</p>
<p>As áreas citadas como passíveis de corte são: lazer (34%), aquisição de roupas e calçados (32%), idas ao salão de beleza (30%), alimentação fora de casa (29%) e compra de produtos de beleza (25%).</p>
<p><strong>‘Nome sujo’</strong> – Os empréstimos contraídos com amigos e parentes é o tipo de dívida em atraso mais frequente do brasileiro inadimplente, com 38%. Em seguida, estão faturas do cartão de crédito (20%), crediários no comércio (20%) e o cheque especial, que saltou de 8% em 2017 para 20% neste ano.</p>
<p>As dívidas que mais resultaram na negativação do CPF – sujam o nome do consumidor – são, principalmente, o crediário (65%), o cartão de crédito ou de loja (63%) e o empréstimo pessoal feito em bancos e financeiras (61%).</p>
<p>Em média, as contas atrasadas há mais tempo são o empréstimo pessoal (34 meses), empréstimo consignado (27 meses) e o cheque especial (24 meses).</p>
<p>Já a lista de produtos ou serviços comprados no crédito que mais resultaram na inadimplência é liderada pelas roupas, calçados e acessórios, que somam 42% de citações. As compras no supermercado (20%) e a aquisição de eletrônicos (20%), smartphones (15%) e eletrodomésticos (15%) completam o ranking.</p>
<p>A pesquisa constatou que o inadimplente procura não atrasar o pagamento de contas consideradas essenciais, como plano de saúde (89%), condomínio (86%), aluguel (82%), despesa de água e luz (79%) e TV por assinatura e internet (75%).</p>
<p><strong>Reincidência </strong>– A pesquisa indica, ainda, que o consumo por impulso e a falta de planejamento também são fatores que contribuem para a inadimplência.</p>
<p>Em cada dez pessoas com contas em atraso, duas (22%) fizeram alguma compra nos últimos três meses mesmo estando conscientes de que seria difícil ou não conseguiriam pagá-la.  Além disso, a reincidência é um comportamento frequente entre o inadimplente brasileiro. Quase um terço (32%) das pessoas que devem no país já estiveram negativados duas vezes ou mais nos últimos cinco anos, sendo que 18% foram negativadas em duas oportunidades e 6% mais de três vezes.</p>
<p>Metodologia – A pesquisa ouviu 609 consumidores que possuem contas em atraso há mais de 90 dias em todas as capitais do país, de ambos os gêneros, acima de 18 anos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de no máximo 3,97 pp a uma margem de confiança de 95%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: www.cut.org.br</p>
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