<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>sindicato &#8211; Sinttel Piauí</title>
	<atom:link href="https://www.sinttelpiaui.org.br/tag/sindicato/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.sinttelpiaui.org.br</link>
	<description>Sinttel - Sindicato Trabalhadores Em Telecomunicações do Estado do Piauí</description>
	<lastBuildDate>Fri, 08 Nov 2024 19:33:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">98550016</site>	<item>
		<title>OI &#124; VIVO: PROPOSTAS APROVADAS!</title>
		<link>https://www.sinttelpiaui.org.br/oi-proposta-aprovada/</link>
					<comments>https://www.sinttelpiaui.org.br/oi-proposta-aprovada/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 18:50:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[FITRATELP]]></category>
		<category><![CDATA[SINTTELPI]]></category>
		<category><![CDATA[fitratelp]]></category>
		<category><![CDATA[oi]]></category>
		<category><![CDATA[sindicato]]></category>
		<category><![CDATA[sinttelpiaui]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.sinttelpiaui.org.br/?p=9256</guid>

					<description><![CDATA[O SINTTEL-PI informa que os trabalhadores da Oi S/A reunidos em Assembleia Geral Virtual, no dia 31 de outubro de 2024, aprovaram a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2024/2026 apresentada pela empresa no dia 23 de outubro de 2024. Todos os trabalhadores da Oi S/A sabem que a empresa continua enfrentando uma &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O SINTTEL-PI informa que os trabalhadores da Oi S/A reunidos em Assembleia Geral Virtual, no dia 31 de outubro de 2024<strong>, aprovaram </strong>a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2024/2026 apresentada pela empresa no dia 23 de outubro de 2024.</p>
<p>Todos os trabalhadores da Oi S/A sabem que a empresa continua enfrentando uma situação financeira muito ruim. Diante disso, a Comissão Nacional de Negociação &#8211; CNN FITRATELP/Oi teve que se esforçar na mesa de negociação para se chegar a uma proposta aceitável. A oferta não atende a Pauta de Reivindicações 2024 dos trabalhadores, mas foi proposta possível de ser negociada com a empresa. <strong>Como sempre, a decisão de APROVAR a proposta foi da maioria dos trabalhadores  e trabalhadoras presentes na assembleia.</strong></p>
<p>Mais uma vez, ressaltamos a participação dos trabalhadores da Oi S/A na Campanha Salarial 2024 e nas assembleias convocadas pelo sindicato, o que demonstra um grande interesse da categoria de lutar para manter os empregos, os direitos e melhorar as condições de trabalho. <strong>A partir de agora os empregados têm o compromisso de fiscalizar o cumprimento do ACT 2024/2026 aprovado e, caso haja algum descumprimento, comunicar   imediatamente   ao   seu   sindicato   para   as   providências</strong></p>
<p><strong>cabíveis.</strong></p>
<p>O SINTTEL-PI e a CNN FITRATELP/Oi</p>
<p>agradecem a confiança dos trabalhadores e pede a todos que se filiem ao sindicato, uma vez que a valiosa contribuição dos filiados é que dá sustentação ao trabalho que é feito em benefícios de todos. É bom lembrar que a organização sindical é o maior instrumento de defesa dos direitos dos trabalhadores, por isso, vamos fortalecer o nosso sindicato. A participação efetiva do trabalhador é que fortalece a entidade sindical.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>VIVO: PROPOSTA APROVADA</strong></p>
<p>Informamos aos trabalhadores da Telefonica VIVO que estiveram reunidos em Assembleia Geral Virtual no dia 30 de outubro de 2024 que a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2024/2025, apresentada pela empresa no dia 22 de outubro de 2024, <strong>foi aprovada</strong>. Em uma clara demonstração de consciência de classe e do papel do Sinttel-PI nas conquistas da categoria, os trabalhadores aprovaram uma taxa de fortalecimento sindical de: <strong>FILIADOS </strong>0,5% de desconto sobre o salário nominal, limitado em um valor máximo de R$15,00 e <strong>NÃO FILIADOS </strong>2% de desconto sobre o salário nominal, limitado em um valor máximo de R$100,00. O prazo para o trabalhador se opor ao pagamento da taxa é de 31/10/2024 a 8/11/2024.</p>
<p><strong>O ABONO INDENIZATÓRIO – 65% tendo como valor mínimo R$ 1.600,00, será pago dia 14/11/2024.</strong></p>
<p>A Comissão Nacional de Negociação &#8211; CNN FITRATELP/VIVO e o Sinttel-PI ressaltam, no entanto, que a conquista dessa proposta aprovada pelos empregados do Piauí é resultado de um processo de negociações muito difícil com a empresa, o que exigiu muito esforço e habilidade dos representantes dos trabalhadores na mesa de negociações. <strong>Não é a proposta ideal porque não atende na íntegra a Pauta de Reivindicações 2024 dos trabalhadores, mas a proposta possível de ser negociada com a empresa. </strong>Como sempre, a decisão de <strong>APROVÁ-LA </strong>foi da maioria dos trabalhadores presentes na Assembleia Geral.</p>
<p>O Sinttel-PI e a CNN FITRATELP/VIVO agradecem o apoio dos trabalhadores na Campanha Salarial 2024 e conclama a todos para continuarmos juntos na luta por melhores condições de trabalho na empresa. Permaneceremos ao lado dos empregados da Telefonica VIVO na batalha pela manutenção dos direitos trabalhistas e novas conquistas em 2025.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>VAMOS NOS PREPARAR PARA AS LUTAS QUE ENFRENTAREMOS EM 2025!</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><a href="https://www.sinttelpiaui.org.br/sindicalize/"><strong>FILIE-SE</strong> <strong>AO SINDICATO</strong></a></p>
<p><strong>E FORTALEÇA A NOSSA LUTA</strong></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sinttelpiaui.org.br/oi-proposta-aprovada/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">9256</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Sindicato questiona prefeito de SP: teletrabalho ou redução de custo?</title>
		<link>https://www.sinttelpiaui.org.br/sindicato-questiona-prefeito-de-sp-teletrabalho-ou-reducao-de-custo/</link>
					<comments>https://www.sinttelpiaui.org.br/sindicato-questiona-prefeito-de-sp-teletrabalho-ou-reducao-de-custo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 12:55:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[sindicato]]></category>
		<category><![CDATA[teletrabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sinttelpiaui.org.br/?p=6396</guid>

					<description><![CDATA[Sindsep denuncia afobamento e ausência de transparência em decreto do Prefeito Bruno Covas e questiona diferentes problemas não solucionados pelo decreto de teletrabalho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O prefeito Bruno Covas publicou decreto Nº 59.755/20 no Diário Oficial da Cidade (DOC) de 15 de setembro de 2020 instituindo definitivamente o regime de teletrabalho tanto para servidores públicos e empregados públicos nos órgãos da administração direta, autarquias e fundações do Município de São Paulo.</p>
<p>O governo justifica que a experiência do teletrabalho instituído por força da pandemia permitiu avaliar que há aumento da produtividade do trabalho e redução de custos a administração. Agora não mais está em questão de preservar a vida do servidor, mas sim reduzir custos a administração.</p>
<p><strong>Novo regime de trabalho?</strong></p>
<p>Esse novo regime instituído sem nenhuma discussão com os servidores públicos, não apresenta no decreto garantias claras e objetivas em relação ao teletrabalho, indicando que não há estudos sobre as atividades e processos inerentes a gestão pública determinando que as chefias definirão se o servidor poderá ou não desenvolver suas atividades por teletrabalho. O que observamos durante a pandemia foram abusos e assédio moral por parte das chefias até com relação aos servidores pertencentes ao grupo de risco.</p>
<p><strong>Falta de transparência</strong></p>
<p>Temos questões importantes para expor sobre essas mudanças e a falta de transparência é um marco nesta gestão. Segundo as informações disponíveis a Secretaria Municipal de Gestão editará uma Portaria com os critérios do teletrabalho, metas e afins, mas como sempre, quem dará a palavra final será a chefia imediata se o servidor poderá ou não fazer o teletrabalho.</p>
<p><strong>Várias questões que o Decreto não aborda de modo claro e transparente:</strong></p>
<p>Os servidores terão perda de vencimentos, benefícios em decorrência do teletrabalho?</p>
<p>A administração pública arcará com as despesas decorrentes de trabalho, como luz, água, internet dos servidores?</p>
<p>Os equipamentos tecnológicos (computadores, impressoras, infraestrutura de rede&#8230;) necessários serão fornecidos pela administração?</p>
<p>Será disponibilizado mobiliário apropriado dentro das normas de saúde do trabalho (mesas, arquivos, cadeiras&#8230;)?</p>
<p>São questões que o decreto não trata e como não há previsão de que as entidades sindicais serão ouvidas, vamos ter que tomar nossas medidas do lado de cá.</p>
<p><strong>Abusos, riscos e perigos</strong></p>
<p>O decreto também não traz nada sobre os limites de modo a evitar abusos por parte das chefias em relação a disponibilidade do servidor em teletrabalho pois não apresenta definição. Quanto a produtividade temos que observar que há sistemas na prefeitura que o acesso é limitado. Como essa questão será tratada e resolvida?</p>
<p>A que se avaliar também a determinação de atendimento a chamados em 4 horas? A própria CLT prevê um regramento melhor.</p>
<p>Em uma cidade como São Paulo os deslocamentos podem comprometer o atendimento a um chamado com intervalo de 4 horas. Considerando nossa experiencia de abusos e assédio moral durante a pandemia isso pode se tornar um agravante a saúde do trabalhador.</p>
<p><strong>Defender os servidores</strong></p>
<p>O Sindsep vai questionar por todos meios sindicais, políticos e judiciais qualquer tentativa de prejudicar os direitos dos servidores. Vamos analisar o decreto e suas consequências práticas. São muitas as dúvidas e questionamentos apresentado pelos trabalhadores do funcionalismo público municipal.</p>
<p>Fonte: CUT</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sinttelpiaui.org.br/sindicato-questiona-prefeito-de-sp-teletrabalho-ou-reducao-de-custo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6396</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Sindicatos e trabalhadores lançam campanha pela EBC</title>
		<link>https://www.sinttelpiaui.org.br/sindicatos-e-trabalhadores-lancam-campanha-pela-ebc/</link>
					<comments>https://www.sinttelpiaui.org.br/sindicatos-e-trabalhadores-lancam-campanha-pela-ebc/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2020 13:19:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[EBC]]></category>
		<category><![CDATA[sindicato]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sinttelpiaui.org.br/?p=6037</guid>

					<description><![CDATA[Em meio a pandemia, governo de Bolsonaro diz que vai buscar parceria privada para a Empresa Brasil de Comunicação e racionalizar estrutura, sem se preocupar com medidas que assegurem a vida dos trabalhadores

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sindicatos de várias categorias e a Comissão de Empregados da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) anunciaram o início de uma “Campanha Em Defesa da Vida, de uma EBC Pública, dos Empregos, Salários e Direitos dos Seus Funcionários”.</p>
<p>Isso porque o presidente da EBC, general Luiz Carlos Pereira Gomes, em plena pandemia do novo coronavírus e alinhado às diretrizes do governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL), informou aos trabalhadores e trabalhadoras da empresa que tem buscado parcerias com a iniciativa privada para reduzir gastos e racionalizar a estrutura.</p>
<p>E como se isso não bastasse, no último dia 21, Bolsonaro e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, por decreto (nº 10.354), permitiram a privatização da EBC através do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) da Presidência da República com objetivo de propor ganhos de eficiência e resultados para a empresa, a fim de garantir sua sustentabilidade econômica financeira.</p>
<p>Além disso, mesmo com três casos confirmados e cinco suspeitos de contaminação pela Covid-19, a empresa ainda está colocando os trabalhadores e trabalhadoras em risco porque não está cumprindo medidas de segurança para combater a doença entre os trabalhadores e a sociedade.</p>
<p>O objetivo da campanha é solicitar apoio das entidades dos movimentos sindical, social, popular e da juventude, de partidos e parlamentares, artistas e personalidades às reivindicações dos trabalhadores e trabalhadoras da empresa, que vai desde direitos e empregos até a luta contra privatização da EBC e medidas de proteção no combate à Covid-19. [Abaixo a lista completa das reivindicações]
<p>“A comunicação pública é constitucional e tem compromisso com a sociedade e a democracia sem se preocupar com financiamento publicitário de empresas e governos”, afirma o secretário de Comunicação da CUT, Roni Barbosa.</p>
<p>Segundo ele, passar a EBC para iniciativa privada vai transformá-la em mídia comercial, que tem responsabilidade de agradar os financiadores sem compromisso com os cidadãos e sem respeito à diversidade e pluralidade do país.</p>
<p>Para o radialista e trabalhador da EBC no Rio de Janeiro, Nilton de Martins, a vida está acima de qualquer coisa e está sendo preciso brigar muito para que pequenas ações de combate ao vírus sejam feitas, o que tem levado as pessoas a viverem com medo. Segundo ele, a ameaça de privatização também tem deixado as pessoas preocupadas.</p>
<p>“As condições de trabalho e o conceito de TV pública já estão sendo destruídas desde a gestão do golpista de Michel Temer, mas agora com Bolsonaro a ideia é destruir porque eles não querem mais servir a população, como é hoje, e sim atender aos interesses do mercado”, afirma Nilton.</p>
<p><strong>Casos da doença na empresa</strong></p>
<p>Segundo Nilton de Martins, a luta é pela vida e a exigência é que a empresa adote medidas de segurança aos seus trabalhadores e mantenha trabalhando a distância àqueles que possam fazer o trabalho remotamente.</p>
<p>Segundo ele, mesmo com os casos de Covid-19, a EBC insiste em fazer ao vivo um de seus programas ainda no estúdio da TV Brasil o que tem deixado muita gente com medo e preocupada com a proliferação do vírus.</p>
<p>“A gente já mostrou ao general que é possível fazer este programa gravado, com a mesma qualidade, com um número maior de profissionais trabalhando remotamente, mas ele também é alinhado com o Bolsonaro nesta questão e acha que é só uma gripezinha”, explica Nilton.</p>
<p>A médica e diretora da CUT São Paulo, Juliana Salles, enviou um vídeo diretamente para o presidente da EBC e pediu para ele preservasse a vida dos trabalhadores e das trabalhadoras.</p>
<p>“General é preciso aplicar as medidas de isolamento quando necessário e aplicar os testes em todos e todas. Ficamos sabendo que existem trabalhadores e trabalhadoras do programa Sem Censura que foram contaminados e é preciso que a empresa tome as medidas corretas para manter vidas”, afirmou.</p>
<p><strong>Reivindicações</strong></p>
<p>&#8211; Os empregados da EBC através dos seus Sindicatos e Comissão de Empregados lutam por medidas para proteger suas vidas, contra a privatização da EBC, em defesa dos empregos, salários e direitos e pedem apoio as suas reivindicações;</p>
<p>&#8211;  Pela suspensão do Sem Censura e do programa da Rádio Nacional transmitidos ao vivo diariamente de dentro dos estúdios da EBC-RJ, enquanto não se providenciam as condições técnicas que existem para fazer os programas de forma remota;</p>
<p>&#8211; Por testes de COVID19 à todos os empregados;</p>
<p>&#8211; Para que a EBC siga as orientações com bases científicas que constam da <strong>Nota Técnica da Secretaria Municipal de Saúde de SP</strong>, entre elas a instalação de filtros no ar condicionado em todas dependências da EBC;</p>
<p>-Pela garantia de apoio psicológico a todos, inclusive aos empregados em trabalho remoto que estão vivendo em constante estresse mental e também físico, por vários não terem as condições ergométricas adequadas e que estão sendo obrigados a cumprir sua jornada diária normal;</p>
<p>&#8211; Pelo respeito ao direito dos trabalhadores A VIDA, EMPREGO, SALÁRIOS E DIREITOS;</p>
<p>&#8211; Pelo respeito ao direito da população de ter de volta a EBC COMO UMA EMPRESA PÚBLICA DE COMUNICAÇÃO, contra sua privatização, como quer por Decreto o governo Bolsonaro;</p>
<p><strong>Como participar da campanha</strong></p>
<p>Muitos sindicatos e partidos já apoiaram as reivindicações dos trabalhadores e das trabalhadoras, mas a ideia da campanha é multiplicar a adesão à campanha.</p>
<p>A comissão dos trabalhadores pede para que as pessoas, instituições e partidos que apoiem a causa envie um vídeo com uma fala de defesa das reivindicações para <a href="mailto:comissaodeempregadosrj@gmail.com">comissaodeempregadosrj@gmail.com</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sinttelpiaui.org.br/sindicatos-e-trabalhadores-lancam-campanha-pela-ebc/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">6037</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Sindicatos fortalecem luta pela manutenção de emprego e renda</title>
		<link>https://www.sinttelpiaui.org.br/sindicatos-fortalecem-luta-pela-manutencao-de-emprego-e-renda/</link>
					<comments>https://www.sinttelpiaui.org.br/sindicatos-fortalecem-luta-pela-manutencao-de-emprego-e-renda/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2020 22:23:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CUT]]></category>
		<category><![CDATA[cut]]></category>
		<category><![CDATA[MP]]></category>
		<category><![CDATA[sindicato]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.sinttelpiaui.org.br/?p=5934</guid>

					<description><![CDATA[Apesar das tentativas de Jair Bolsonaro de impedir negociações coletivas, trabalhadores contam com sindicatos na luta pela preservação de seus direitos. CUT e centrais defendem criação de gabinete de crise 

]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De forma oportunista e cruel, o governo de Jair Bolsonaro quer usar o aprofundamento da crise econômica provocada pelo novo coronavírus (Covid-19) para tentar, mais uma vez, retirar direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. O texto da Medida Provisória (MP) 927/2020, supostamente editada para ajudar no enfrentamento às consequências da pandemia, nada mais é do que  uma nova reforma Trabalhista .</p>
<p>Pressionado pela CUT, demais centrais e parlamentares, ele retirou da MP o artigo 18 que autorizava a suspensão dos pagamentos de salários por quatro meses, mas não desistiu de implantar a política neoliberal da cartilha do seu ministro da Economia, o banqueiro Paulo Guedes. A dupla deve editar uma nova MP com uma série de medidas que prejudicam os trabalhadores, além de retirar os sindicatos das mesas de negociações para que o trabalhador fique sozinho e desprotegido na hora de fazer um acordo com o patrão.</p>
<p>Mas, apesar dessas tentativas, a CUT e seus sindicatos têm mantido a luta em defesa da classe trabalhadora e algumas categorias que conquistaram proteção aos trabalhadores e trabalhadoras, como é o caso dos bancários.</p>
<p>Os sindicatos são importantes porque estão ao lado dos trabalhadores exatamente no momento em que o governo não está, ressalta a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Ivone Silva.</p>
<p>“Tanto os governos federal quanto o estadual não estão garantindo salários e o sindicato está fazendo o que os governos não fazem. Numa pandemia não dá para aceitar o que o patrão diz. E o coronavírus mostrou mais uma vez o que os sindicatos fortes fazem pelos trabalhadores”, afirma Ivone, ao se referir as conquistas da sua categoria nas negociações com os bancos.</p>
<p>A dirigente conta que desde o anúncio da propagação do Covid 19 pelo mundo, o sindicato dos bancários de São Paulo em conjunto com o comando da categoria e federações enviou uma carta à Federação Brasileira de Bancos (Febraban) pedindo a abertura de negociações para proteger os trabalhadores de sua categoria.  Após uma resposta positiva no sentido de sentarem à mesa para um acordo, o sindicato exigiu e conseguiu uma série de direitos, como trabalho à distância, fim das metas e preservação dos empregos sem demissões. <strong><em>Veja lista no final da matéria.</em></strong></p>
<p>Outra linha defendida pela CUT, com apoio das demais centrais sindicais, é a instalação de um gabinete de crise envolvendo o Congresso Nacional, os trabalhadores, entidades e empresários, mesmo sem a participação do governo federal.</p>
<p>Segundo o presidente da CUT Nacional, Sérgio Nobre, a medida é necessária para se buscar, com diálogo, uma solução para esta crise sem precedentes, já que Bolsonaro e sua equipe econômica tomam medidas autoritárias sem ouvir os que mais precisam de proteção, que são os trabalhadores e suas famílias.</p>
<p>“<strong>Em qualquer lugar do mundo</strong> teria sido criado um gabinete de crise, com a participação dos sindicatos, de movimentos sociais e com o Congresso Nacional. Já que o governo, não governa, cabe aos representantes da sociedade civil organizada encontrar soluções para esta crise”, afirma Sérgio Nobre.</p>
<p>Para ele, é hora de discutir medidas de orientação aos trabalhadores, garantir a estabilidade no emprego, a manutenção da renda, a alimentação e a saúde.</p>
<p>“Tudo isso é preciso ser discutido com transparência e clareza, <strong>como a CUT e as demais centrais defendem</strong>. É preciso que o Congresso devolva a MP, se não viveremos um caos completo. A prioridade deve ser a proteção da vida, da sobrevivência, e para isso é preciso garantir a renda do trabalhador”, diz o dirigente.</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>Infelizmente não temos governo, mas temos entidades sérias como sindicatos e outras entidades para defender a classe trabalhadora</p>
<footer>&#8211; Sérgio Nobre</footer>
</blockquote>
<p><strong>Sindicato forte protege trabalhador</strong></p>
<p>Sobre o direito dos sindicatos se sentarem à mesa de negociação,  a vice coordenadora da Coordenadoria Nacional de Promoção da Liberdade Sindical (Conalis), do Ministério Público do Trabalho (MPT), Carolina Mercante é enfática.</p>
<p>“É imprescindível e extremamente necessário, pois os sindicatos são canais de comunicação do trabalhador. São eles que sabem se determinada empresa está cumprindo a legislação e são eles que protegem os trabalhadores que não têm condições de negociar em pé de igualdade, principalmente na manutenção do emprego”, afirma.</p>
<p>A procuradora do MPT reforça que a Constituição prevê que os sindicatos participem das negociações numa eventual redução de salários porque são eles que sabem quais os subsídios que o governo deu a determinado setor e as peculiaridades de cada setor e empresa.</p>
<p>“A redução de salários ou qualquer renúncia ou prejuízo não podem ser feitas por Medida Provisória, ainda mais sem o governo dar nenhuma renda mínima e proteção para os trabalhadores”, diz a procuradora do MPT.</p>
<p><strong>Construção civil</strong></p>
<p>A área da construção civil não está na lista de trabalhos proibidos, mas a proteção ao trabalhador já foi discutida numa mesa nacional de negociação. De acordo com o presidente d a Confederação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores nas Indústrias da Construção e da Madeira filiados à CUT (Conticom-CUT), Cláudio da Silva Gomes, o Claudinho, a entidade e seus sindicatos já vêm  trabalhando pela segurança dos trabalhadores, exigindo uma distância maior na disposição de mesas nos refeitórios, a distribuição de álcool em gel e outras medidas de segurança e higiene como recomendam as autoridades sanitárias.</p>
<p>“Alguns sindicatos têm feito a verificação da obra, checando os cuidados e se detecta alguma irregularidade exigem que a empresa tome a medida necessária para garantir a segurança do trabalhador”, diz o presidente da Conticomm.</p>
<p><strong>Lista de itens que o sindicato dos bancários reivindicou e conquistou:  </strong></p>
<p>&#8211; trabalho à distância (home office) para a preservação da saúde dos bancários e dos clientes. Hoje mais da metade dos 500 mil bancários em todo país estão trabalhando em casa;</p>
<p>&#8211; atendimento nas agências somente em casos excepcionais – a Federação dos bancos relutou neste atendimento alegando que havia uma normativa do Banco Central (BC) para que fossem mantidas abertas as agências por no mínimo 5 horas. Após uma consulta ao BC, a normativa caiu e a proposta foi aceita.</p>
<p>&#8211; a preservação de empregos, sem demissões. O Santander já anunciou que não demitirá nenhum trabalhador e outros bancos podem aderir à decisão</p>
<p>&#8211; revezamento e redução de jornada, sem perdas salariais. Pela divisão uns trabalham presencialmente uma semana e outros na seguinte</p>
<p>&#8211; Fim de metas</p>
<p>&#8211; antecipação do pagamento do 13º salário</p>
<p>“Pedimos a antecipação para que os bancários possam ajudar familiares que estejam sem renda por causa do coronavírus, ou mesmo possam pagar por compras mensais do supermercado, já que muita gente tem o hábito de comprar produtos apenas para uma semana”, explica Ivone.</p>
<p>Fonte: CUT</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sinttelpiaui.org.br/sindicatos-fortalecem-luta-pela-manutencao-de-emprego-e-renda/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">5934</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ministério da Economia propõe fim da regra de unicidade sindical</title>
		<link>https://www.sinttelpiaui.org.br/ministerio-da-economia-propoe-fim-da-regra-de-unicidade-sindical/</link>
					<comments>https://www.sinttelpiaui.org.br/ministerio-da-economia-propoe-fim-da-regra-de-unicidade-sindical/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2019 13:52:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Gaet]]></category>
		<category><![CDATA[PEC]]></category>
		<category><![CDATA[sindicato]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://sinttelpiaui1.hospedagemdesites.ws/?p=5641</guid>

					<description><![CDATA[O Gaet será composto de profissionais de diferentes áreas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, o Ministério da Economia criou o chamado Grupo de Altos Estudos do Trabalho (Gaet), que tem como objetivo discutir as questões trabalhistas do País que estão relacionadas tanto ao mercado de trabalho como também à sua legislação.</p>
<p>O Gaet será composto de profissionais de diferentes áreas. Entre elas estão membros do governo, do Judiciário, acadêmicos e advogados. Isso porque, de acordo com os criadores, pretende-se obter propostas finais com o mínimo de brechas possível.</p>
<p>Uma das questões que desejam discutir nesse grupo são os sindicatos. Essa área já sofreu com algumas alterações desde o governo de Michel Temer, a exemplo do fim da obrigatoriedade de contribuição sindical, que está em vigor desde novembro de 2017.</p>
<p>Agora, o secretário especial da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou que o governo vai propor uma PEC para o fim da unicidade sindical. Segundo ele, isso permitirá ao trabalhador escolher aquele sindicato que mais se alinha à sua visão acerca desse ponto.</p>
<p>Mas essas novas propostas para a área sindical já estão gerando polêmicas. A principal delas é que, com a pluralidade, os sindicatos se enfraqueceriam e ficariam muito mais alinhados às propostas das empresas do que aos anseios dos trabalhadores. O professor do Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, Ruy Gomes Braga Neto, opina sobre essa discussão e explica mais sobre o que é a unicidade sindical.</p>

]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sinttelpiaui.org.br/ministerio-da-economia-propoe-fim-da-regra-de-unicidade-sindical/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">5641</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Centrais Sindicais seguem firmes na luta em defesa da aposentadoria</title>
		<link>https://www.sinttelpiaui.org.br/centrais-sindicais-seguem-firmes-na-luta-em-defesa-da-aposentadoria/</link>
					<comments>https://www.sinttelpiaui.org.br/centrais-sindicais-seguem-firmes-na-luta-em-defesa-da-aposentadoria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2019 17:33:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CUT]]></category>
		<category><![CDATA[aposentadoria]]></category>
		<category><![CDATA[sindicato]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://sinttelpiaui1.hospedagemdesites.ws/?p=5460</guid>

					<description><![CDATA[Não ao retrocesso e a retirada de direitos da classe trabalhadora]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na tarde desta quarta (10-07), aconteceu uma panfletagem na Praça do Fripisa contra reforma da previdência, informando a população o quanto é nefasto esse projeto para a classe trabalhadora, entre as centrais a CUT PIAUÍ esteve presente representada pelo Presidente &#8211; Paulo Bezerra.</p>
<p>Paulo &#8221; Estamos nas ruas contra quaisquer projetos que retiram direitos, chamamos atenção da população pra resistir na LUTA contra a política de retrocesso do governo Bolsonaro, não cruzaremos os braços&#8221;. Disse.</p>
<div class="text_exposed_show">
<p>Uma nova panfletagem acontece nesta quinta na Praça da Bandeira, e uma reunião das centrais também está agendada para discutir as estrategias desta sexta (12).</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h3>#12J: Centrais sindicais realizam ato em frente ao INSS em Teresina</h3>
<p>Alinhados com a agenda nacional de luta contra o fim da aposentadoria, pela valorização da educação e pelo emprego, centrais sindicais, estudantes e movimentos sociais ampliam o diálogo com os trabalhadores nas ruas da capital Teresina, e seguem firmes. Na próxima sexta (12), a concentração está marcada para ás 8h da manhã em frente ao INSS &#8211; Centro, próximo a Praça Rio Branco. Nesta Quarta (10), acontece Panfletagem ás 17h, na Praça do Fripisa, convocando a sociedade e aos (as) trabalhadores (as) para aderirem a manifestação, e fortalecendo o esclarecimento dos danos que podem ser causados caso a Reforma da Previdência venha a ser aprovada da forma como está.</p>
<p>A mobilização do dia 12 em Teresina-Piauí, soma forças ao ato nacional convocado pela União Nacional dos Estudantes (UNE), em Brasília (DF), que será realizado durante o&nbsp;congresso da entidade, que acontece entre os dias 10 e 14 de julho. Os estudantes e os trabalhadores prometem repetir a força dos atos realizados em todo o Brasil nos dias 15M, 30M e 14J, contra as os ataques aos direitos promovidos pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL).</p>
<p><strong>No mesmo dia 12, comerciários entram em greve por tempo indeterminado.</strong></p>
<p>Os trabalhadores e trabalhadoras do comércio de Teresina, reunidos em assembléia na útima sexta-feira (5), rejeitaram, por unanimidade, as contrapropostas do setor patronal e deliberaram pela deflagração de greve por tempo indeterminado a partir do dia 12, sexta-feira.</p>
<p>A categoria comerciária, durante a assembléia, reafirmou as principais reivindicações, como: manutenção da Convenção Coletiva de Trabalho anterior, reajuste linear de 5%, além da inclusão das contribuições social e confederativa somente para os trabalhadores e trabalhadoras filiados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Cut PI</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sinttelpiaui.org.br/centrais-sindicais-seguem-firmes-na-luta-em-defesa-da-aposentadoria/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">5460</post-id>	</item>
		<item>
		<title>22 de março é dia de mobilização e luta contra a reforma da Previdência</title>
		<link>https://www.sinttelpiaui.org.br/22-de-marco-e-dia-de-mobilizacao-e-luta-contra-a-reforma-da-previdencia/</link>
					<comments>https://www.sinttelpiaui.org.br/22-de-marco-e-dia-de-mobilizacao-e-luta-contra-a-reforma-da-previdencia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2019 13:55:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[FITRATELP]]></category>
		<category><![CDATA[mobilização]]></category>
		<category><![CDATA[sindicato]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://sinttelpiaui1.hospedagemdesites.ws/?p=5134</guid>

					<description><![CDATA[Decisão foi tomada nesta terça em reunião da CUT e outras nove centrais sindicais. Para Vagner Freitas, sindicatos têm de derrubar o discurso do governo Bolsonaro e mostrar que reforma é ruim para o trabalhador]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A CUT, Força Sindical, CTB, UGT, CSB, intersindical Luta e Organização, CSP-Conlutas, Intersindical-Central da Classe Trabalhadora, CGTB e NCST decidiriam, em reunião nesta terça-feira (26), em São Paulo, realizar, em <strong>22 de março</strong>, um <strong>Dia Nacional de Luta e Mobilização em Defesa da Previdência</strong>. A mobilização, segundo os sindicalistas, é um aquecimento rumo a uma greve geral em defesa das aposentadorias.</p>
<p>Na avaliação dos dirigentes, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 06/2019) que o governo de Jair Bolsonaro (PSL) entregou ao Congresso Nacional na semana passada é muito pior do que a do ilegítimo Michel Temer (MDB), derrubada pelos trabalhadores e trabalhadoras depois da maior greve geral da história, em abril de 2017.</p>
<p>A PEC da reforma de Bolsonaro dificulta o acesso e reduz o valor dos benefícios ao estabelecer a obrigatoriedade da idade mínima de 65 anos para os homens, 62 para as mulheres e aumenta o tempo de contribuição de 15 para 20 anos, além de retirar da Constituição o sistema de Seguridade Social brasileiro.</p>
<p>“Todos são prejudicados, os que já estão e os que vão entrar no mercado de trabalho, os aposentados e os que estão prestes a se aposentar”, diz o presidente da CUT, Vagner Freitas, reforçando que é preciso fazer uma grande manifestação para barrar a aprovação desta reforma&#8221;</p>
<blockquote class="dd-blockquote"><p>&#8220;A única saída é o enfrentamento&#8221;</p>
<footer>&#8211; Vagner Freitas</footer>
</blockquote>
<p>Além do dia de mobilização, as entidades decidiram aumentar a pressão junto aos parlamentares, seja em suas bases ou nos aeroportos, em todos os locais onde eles circulem para que todos saibam que se “votar, não volta”.</p>
<p>A CUT e demais centrais deverão se reunir também com os movimentos sociais, lideranças partidárias e religiosas, estudantes e mulheres para deliberar uma forma conjunta de luta contra o fim da aposentadoria.</p>
<p>Os sindicalistas também endossaram o apoio ao 8 de março, Dia Internacional da Mulher, para mostrar as trabalhadoras que elas são as mais prejudicados com a reforma da previdência.</p>
<p>Pelas regras atuais, uma mulher de 55 anos e com 25 anos de contribuição teria de trabalhar mais cinco anos para se aposentar por idade e conseguir receber o benefício integral. Ou seja, estaria aposentada aos 60 anos e com 30 anos de contribuição.</p>
<p>Mas, a reforma de Bolsonaro, além de impor a idade mínima de 62 anos tem regras de transição duríssimas. Se o Congresso aprovar a PEC, essa mesma mulher terá de trabalhar mais sete anos (55 + 7 = 62) para se aposentar por idade. Ainda assim, ela só chegaria a 32 anos de contribuição (25 + 7 = 32) e não se aposentaria com o benefício integral, que, pelas novas regras, vai exigir, no mínimo, 40 anos de contribuição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CUT</p>
<div class="dd-m-display__line dd-m-display__line-energized dd-m-device--web"></div>
<p class="dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather">
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sinttelpiaui.org.br/22-de-marco-e-dia-de-mobilizacao-e-luta-contra-a-reforma-da-previdencia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">5134</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Trabalhadores da Oi/Paggo aceitam ACT 2018/2020</title>
		<link>https://www.sinttelpiaui.org.br/trabalhadores-da-oi-paggo-aceitam-act-2018-2020/</link>
					<comments>https://www.sinttelpiaui.org.br/trabalhadores-da-oi-paggo-aceitam-act-2018-2020/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Belo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Dec 2018 20:23:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SINTTELPI]]></category>
		<category><![CDATA[fitratelp]]></category>
		<category><![CDATA[oi]]></category>
		<category><![CDATA[paggo]]></category>
		<category><![CDATA[piauí]]></category>
		<category><![CDATA[sindicato]]></category>
		<category><![CDATA[sinttel]]></category>
		<category><![CDATA[sinttel-pi]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://sinttelpiaui1.hospedagemdesites.ws/?p=4815</guid>

					<description><![CDATA[Na última terça-feira, 11, os trabalhadores da Oi/Paggo estiveram reunidos em Assembleia e APROVARAM o Acordo Coletivo de 2018/2020. No total, 53 trabalhadores participaram, onde 49 votaram sim e 4 votaram pela rejeição. De fato, as negociações com a Oi este ano foram bastante difíceis, devido às dificuldades financeiras e ao processo de Recuperação Judicial &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na última terça-feira, 11, os trabalhadores da Oi/Paggo estiveram reunidos em Assembleia e APROVARAM o Acordo Coletivo de 2018/2020. No total, 53 trabalhadores participaram, onde 49 votaram sim e 4 votaram pela rejeição.</p>
<p>De fato, as negociações com a Oi este ano foram bastante difíceis, devido às dificuldades financeiras e ao processo de Recuperação Judicial que a empresa está enfrentando. No entanto, é necessário deixar claro que os funcionários não são os culpados por essa situação extremamente difícil em que a empresa se encontra, pelo contrário, continuamos acreditando e contribuindo para que a Oi supere seus problemas financeiros e administrativos, para preservar os empregos e os direitos dos trabalhadores.</p>
<p>Vale a pena destacar que o Acordo Coletivo terá validade de dois anos (2018-2020), o que é muito importante para garantir mais tranquilidade aos trabalhadores, uma vez que vivemos um momento de incertezas nas relações de trabalho e na economia, devido à reforma trabalhista e ao novo governo que assume dia 1º de janeiro.</p>
<p><img decoding="async" data-attachment-id="4817" data-permalink="https://www.sinttelpiaui.org.br/trabalhadores-da-oi-paggo-aceitam-act-2018-2020/site/" data-orig-file="https://www.sinttelpiaui.org.br/wp-content/uploads/2018/12/site.jpg" data-orig-size="724,492" data-comments-opened="1" data-image-meta="{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}" data-image-title="site" data-image-description="" data-image-caption="" data-medium-file="https://www.sinttelpiaui.org.br/wp-content/uploads/2018/12/site-300x204.jpg" data-large-file="https://www.sinttelpiaui.org.br/wp-content/uploads/2018/12/site.jpg" class="alignnone size-medium wp-image-4817 aligncenter" src="http://sinttelpiaui1.hospedagemdesites.ws/wp-content/uploads/2018/12/site-300x204.jpg" alt="" width="300" height="204" srcset="https://www.sinttelpiaui.org.br/wp-content/uploads/2018/12/site-300x204.jpg 300w, https://www.sinttelpiaui.org.br/wp-content/uploads/2018/12/site.jpg 724w, https://www.sinttelpiaui.org.br/wp-content/uploads/2018/12/site-600x408.jpg 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.sinttelpiaui.org.br/trabalhadores-da-oi-paggo-aceitam-act-2018-2020/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">4815</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
