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	<title>vacina &#8211; Sinttel Piauí</title>
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	<description>Sinttel - Sindicato Trabalhadores Em Telecomunicações do Estado do Piauí</description>
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		<title>Antes de viajar, saiba em que cidades é exigido o passaporte da vacina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sinttel Piauí]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Dec 2021 14:54:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o fim do ano chegando, as possibilidades de viagens, festas e aglomerações, preocupam ainda mais autoridades do Brasil e do mundo que temem a disseminação da nova variante do coronavírus, a ômicron. Uma das saídas é exigir o comprovante de imunização, chamado de passaporte da vacina, para conter o avanço da nova cepa. A vacinação, &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o fim do ano chegando, as possibilidades de viagens, festas e aglomerações, preocupam ainda mais autoridades do Brasil e do mundo que temem a disseminação da nova variante do coronavírus, a ômicron. Uma das saídas é exigir o comprovante de imunização, chamado de <strong>passaporte da vacina</strong>, para conter o avanço da nova cepa.</p>
<p>A vacinação, conforme atestam especialistas, tem contribuído com a diminuição do número de infecções, internações e mortes por Covid-19. Mas a pandemia não acabou, alertam. Por isso manter todos os cuidados que já vêm sendo tomados pela maior parte da população ainda é fundamental.</p>
<p>O controle de acesso a locais públicos e eventos, que vêm gradativamente retomando o ritmo normal – também é importante para que evitar um aumento do contágio. Permitir que somente aqueles que se vacinaram, protegendo tanto suas vidas como a de outras pessoas, circulem é uma medida prioritária.</p>
<p>Portanto, para quem vai viajar neste fim de ano e nas férias, é importante saber onde está sendo exigido o <strong>passaporte da vacina.</strong></p>
<p>Na <strong>Bahia</strong>, desde o dia 1° de dezembro o <strong>passaporte da vacina</strong> já é exigido para locais públicos como bares, restaurantes, eventos culturais e esportivos, casamentos, feiras e parques. Também vale para unidades de saúde e de outros serviços públicos estaduais. Desde o dia 10 também o transporte coletivo intermunicipal também passou a exigir o passaporte.</p>
<p>No <strong>Ceará</strong>, a exigência do <strong>passaporte da vacina</strong> em restaurantes, bares e eventos, que já estava em vigor desde o dia 15 de novembro, agora será estendida para o acesso a <strong>prédios públicos estaduais</strong>, a partir do dia 20 de dezembro.  A decisão do governador Camilo Santana (PT) foi anunciada na sexta-feira (10). Na capital do estado, a exigência já vale também para o acesso a prédios públicos <strong>municipais.</strong></p>
<p>Em <strong>São Paulo</strong>, o governo estadual entrou com um pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) para que o <strong>passaporte da vacina </strong>seja exigido de turistas estrangeiros que quiserem entrar no Brasil. A medida do governo federal determina apenas que aqueles que não tiverem ou não apresentarem o passaporte deverão cumprir quarentena de cinco dias.</p>
<p>Além das já citadas, outras cidades que também exigem o passaporte da vacina em locais públicos e eventos são:</p>
<ul>
<li>Aracaju;</li>
<li>Belém;</li>
<li>Belo Horizonte;</li>
<li>Brasília;</li>
<li>Cuiabá;</li>
<li>Florianópolis</li>
<li>Goiânia;</li>
<li>João Pessoa;</li>
<li>Maceió;</li>
<li>Manaus;</li>
<li>Natal;</li>
<li>Palmas;</li>
<li>Porto Velho;</li>
<li>Recife;</li>
<li>Rio Branco;</li>
<li>Rio de Janeiro.</li>
</ul>
<p><strong>Aeroportos</strong></p>
<p>A portaria do governo federal que determinava que turistas deveriam apresentar o passaporte vacinal à Companhia Aérea e, caso não tivessem, deveriam cumprir quarentena de cinco dias, entraria em vigor no último sábado, mas o Ministério da Saúde adiou em uma semana após ataques de hackers aos sistemas do ministério.</p>
<p>A portaria, apesar de seguir recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no sentido de exigir o comprovante, <strong>abria brecha</strong> para não vacinados poderem entrar no país, apenas cumprindo o isolamento.</p>
<p>No entanto, uma decisão do ministro do STF, Luís Barroso, também do sábado (11), determinou que a exigência seja cumprida.</p>
<p><strong>Briga de foice</strong></p>
<p>Enquanto o discurso negacionista de que a exigência fere o “direito de ir e vir”, usado pelo governo de Jair Bolsonaro (PL), inflama os ânimos de seus apoiadores incitando-os a fazer campanha contra as medidas de segurança, assim como governadores e prefeitos, autoridades de saúde e a própria Justiça tomam as medidas no sentido de promover o controle da disseminação da Covid.</p>
<p>A decisão de Barroso, segue o que já é praxe em outros países, e foi tomada a partir de uma ação movida pelo partido Rede Sustentabilidade que questionou Bolsonaro sobre as medidas adotadas pelo governo e o acusou de “omissão”. Pela decisão do ministro, torna-se, portanto, <strong>obrigatória</strong> a apresentação do passaporte da vacina à Companhia Aérea.</p>
<p>Com a medida, quem não estiver vacinado ou comprovar a vacinação será impedido de entrar no país.  Ainda assim, a decisão de Barroso será avaliada em plenário do STF, na próxima quarta-feira (15). Há a possiblidade de o governo recorrer da decisão do ministro.</p>
<p><strong>O passaporte</strong></p>
<p>O comprovante de imunização pode ser físico, emitido por autoridades sanitárias reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), no caso de outros países, ou pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ou seja, a carteira de vacinação para a Covid-19, fornecida ao tomar a vacina. Deverá estar preenchida com as duas doses.</p>
<p>Outro formato é o eletrônico. O aplicativo Conect-SUS está disponível nas lojas e aplicativos para celulares.</p>
<p>Depois de concluído o esquema vacinal, o registro é inserido na Rede Nacional de Dados em Saúde &#8211; RNDS, no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações/SI-PNI, e no Sistema e-SUS Atenção Primária à Saúde e a automaticamente aparecem no Conecte SUS.</p>
<p>A partir desse momento, o cidadão poderá emitir o certificado no serviço vacina do aplicativo ou na <a href="https://conectesus.saude.gov.br/home%20." target="_blank" rel="noopener">versão web</a> do Conecte SUS Cidadão. Após preencher seus dados, para emitir o certificado, basta acionar o ícone <strong>VACINA</strong>, depois em <strong>VER DOSES ADMINISTRADAS</strong> e em<strong> EMISSÂO DO CERTIFICADO.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CUT</p>
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		<title>Grávidas só podem tomar vacinas da Pfizer ou CoronaVac</title>
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		<dc:creator><![CDATA[fernando alencar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jul 2021 14:16:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DESTAQUES]]></category>
		<category><![CDATA[fms]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (8), que mulheres grávidas sem comorbidades devem evitar as vacinas da&#160;AstraZeneca/Oxford&#160;e da&#160;Johnson&#160;contra a Covid-19. A indicação da pasta, é que as grávidas tomem os imunizantes da&#160;Pfizer&#160;ou a&#160;CoronaVac. No anúncio feito em coletiva de imprensa pela manhã, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou ainda que as grávidas que &#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Ministério da Saúde anunciou, nesta quinta-feira (8), que mulheres grávidas sem comorbidades devem evitar as vacinas da&nbsp;<strong>AstraZeneca/Oxford</strong>&nbsp;e da&nbsp;<strong>Johnson&nbsp;</strong>contra a Covid-19. A indicação da pasta, é que as grávidas tomem os imunizantes da&nbsp;<strong>Pfizer&nbsp;</strong>ou a&nbsp;<strong>CoronaVac</strong>.</p>



<p>No anúncio feito em coletiva de imprensa pela manhã, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou ainda que as grávidas que tomaram a primeira dose da vacina AstraZeneca não podem tomar um imunizante diferente na segunda dose.</p>



<p><strong>Quem já tomou a Astrazeneca, deve fazer o quê?</strong></p>



<p>As grávidas que tomaram a primeira dose da AstraZenica há menos de 15 dias, devem observar qualquer tipo de reação que tenha relação com trombose: falta de ar, dor no peito, inchaço na perna e dor abdominal persistente, além de dor de cabeça persistente e visão turva. Nesses casos, é preciso consultar o médico imediatamente. Se já foi imunizada há mais de 15 dias e não teve nenhum dos sintomas acima, as grávidas não precisam mais se preocupar.</p>



<p>Queiroga lembrou ainda que a combinação de vacinas – receber a primeira dose de uma seguida da segunda dose de outra – não está autorizada nem em gestantes, nem em nenhum público.</p>



<p>A combinação da primeira dose da AstraZeneca com a segunda dose da Pfizer em grávidas já havia sido autorizada nos estados do Rio de Janeiro e Ceará. No caso do Ceará, a autorização também foi estendida a puérperas.</p>



<p>Mesmo antes da nova orientação do ministro, vários municípios já vacinavam grávidas sem comorbidades. Na terça-feira (6), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também já havia recomendado que grávidas não recebessem as vacinas de vetor viral.</p>



<p>O ministro afirmou que os municípios têm autonomia, mas “não para mudar o cerne do que foi discutido na política tripartite”. “Não pode ficar criando esquemas vacinais diferentes de maneira discricionária sem ouvir o Programa Nacional de Imunizações&#8221;, disse Queiroga.</p>



<p><strong>Reações provocaram decisão da Saúde</strong></p>



<p>Para entende melhor essa decisão do Ministério da Saúde, em maio deste ano, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (<strong>Anvisa</strong>) decidiu suspender temporariamente o uso da vacina&nbsp;<strong>AstraZeneca/Oxford,</strong>&nbsp;produzida pela Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), em&nbsp;<strong>grávidas e puérperas</strong>&nbsp;– período de 40 a 45 dias após o parto.</p>



<p>A medida foi tomada após a morte de uma gestante carioca de 35 anos imunizada com a AstraZeneca. Na ocasião, a Anvisa afirmou que não foi comprovada a relação da morte da jovem, grávida de 23 semanas, mas ainda assim proibiu, desde então, que grávidas tomem o imunizante.</p>



<p>Segundo dados do governo federal, as complicações causadas pela Covid-19, doença provocada pelo novo coronavírus, já tirou a vida de mais de 400 grávidas no Brasil só este ano.</p>



<p>A secretária extraordinária de enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite de Melo,&nbsp;presente à coletiva, disse que das 3 milhões de grávidas no Brasil, 313.235 já foram vacinadas contra a Covid-19, o equivalente a cerca de 10% das gestantes brasileiras.</p>



<p>Cerca de 201.452 foram imunizadas com a vacina da&nbsp;<strong>Pfizer</strong>, outras 63.581 a&nbsp;<strong>CoronaVac</strong>&nbsp;e 48.202 receberam a&nbsp;<strong>AstraZeneca</strong>.</p>



<p>De acordo com Rosana Leite, entre as imunizadas, com qualquer vacina, foram identificados 439 eventos adversos. Desses, 24 foram graves. Entre eles, houve quatro  mortes, mas três não tiveram relação com a vacina.</p>



<p>Fonte: CUT</p>
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